Painel da AJE, que debateu redes sociais, foi mediado pelo GeraçãoE Painel da AJE, que debateu redes sociais, foi mediado pelo GeraçãoE Foto: MARIANA CARLESSO/MARIANA CARLESSO/JC

É preciso investir para se destacar nas redes sociais

Laura Bier Moreira, Rafael Terra e Rodrigo Hoffmann discutiram o assunto em evento da AJE Poa

As marcas ou pessoas que querem atrair público para as suas redes sociais atualmente não têm outra saída: é necessário investimento. De tempo e, principalmente, de dinheiro. A conclusão foi unânime entre os painelistas do evento Os Desafios da Comunicação na Era Digital, parte da Semana Municipal do Jovem Empreendedor, promovida pela Associação de Jovens Empresários de Porto Alegre (AJE Poa). O assunto foi debatido na Unisinos, em Porto Alegre, entre Laura Bier Moreira, do Roubadinhas, Rafael Terra, da Fabulosa Ideia, e Rodrigo Hoffmann, da Joker – com mediação do editor do GeraçãoE, Mauro Belo Schneider.
“Começar hoje está muito difícil”, avalia Rafael, sobre a quantidade de pessoas trabalhando com redes sociais. Ele diz que uma empresa que quer conquistar 100 mil likes no Facebook, por exemplo, pode calcular quanto cada curtida custa e aplicar dinheiro na plataforma para atingir essa meta.
“Trabalhar com redes sociais não é o mesmo que simplesmente postar nas redes sociais”, sintetiza Rodrigo, que é responsável pelas postagens das contas de celebridades como Cláudia Leitte e Ronaldinho Gaúcho. Ele aconselha planejamento, estratégia e muita atenção às métricas.
Dedicação é algo que garante boa repercussão no universo digital, segundo Laura. Ela afirma que o Roubadinhas bomba mais nos domingos à noite, nas segundas e nas terças-feiras. Além disso, aconselha cuidado com a qualidade das fotos e do conteúdo. “Bomba quando a pessoa se identifica contigo”, expõe Laura.
Rafael lembra, ainda, que o influenciador digital pode ajudar as empresas a fazerem seus produtos ou serviços reverberarem, mas eles não devem ser considerados somente celebridades ou pessoas que tenham muitos likes. Às vezes, quem vai influenciar o consumo é o engenheiro agrônomo ou o dono da agência de publicidade, menciona. “É o poder dos microinfluenciadores”, rotula Rafael.
Rodrigo também acredita na eficiência dos pequenos. Ele citou uma ação da marca de calçados Arezzo com uma menina que não tinha mais de 4 mil seguidores, e que funcionou muito bem.
O dono da Joker acrescentou que as marcas, assim como as celebridades, precisam ter personalidade. “A essência e a verdade são fundamentais.” E, claro, o talento fora das redes ajuda muito. Caso contrário, Rodrigo brincou que os 22 milhões de seguidores que ele conquistou para Ronaldinho Gaúcho teria abocanhado para si próprio.
Painel debate redes sociais e empreendedorismo na Unisinos Porto Alegre
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