Abatimentos nos preços serão divididos entre o taxista e o sindicato Setor de táxis é um exemplo da necessidade de adaptação Foto: JOÃO MATTOS/ARQUIVO/JC

Pode não ter emprego, mas trabalho há

Durante entrevista recente no Espaço 373, em Porto Alegre, a assessora de imprensa do local disse que, após ter deixado seu último trabalho formal, nunca mais procurou emprego. E a quem reclama da falta de oportunidades ela diz: "pode não ter emprego, mas trabalho há".
E não é que a reflexão faz sentido? Embora o formato das empresas esteja passando por alterações, com contratos temporários ou de prestação de serviço, as coisas continuam precisando ser feitas.
Um exemplo clássico e bastante representativo sobre a necessidade de mudança, inclusive de mentalidade, é o táxi. Os motoristas que aceitaram os aplicativos - apesar das comissões cobradas - rodam o dia inteiro. Aqueles que se negam a aceitar a "condição de mercado atual" passam mais tempo parados no ponto. À espera de quem? De um público que diminuiu.
Há uma infinidade de opções de trabalhos que até então não se tinha, e que surgem graças aos avanços da tecnologia. Só na matéria de capa listamos três formas para lucrar sem grandes investimentos, seguindo o fluxo da sua própria rotina.
Ou seja, a afirmação da nossa colega é assertiva: trabalho tem. Em formatos variados, muitos ainda não inventados e que propiciam a liberdade que tanta gente busca. #mudou
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