Max Jezierski e Samuel Roberts são os fundadores do Hermit Offices Max Jezierski e Samuel Roberts são os fundadores do Hermit Offices Foto: KONICA MINOLTA/Divulgação

Empreendedores lançam plataforma pela qual pessoas abrem suas casas para escritórios

A ideia londrina é dar eficiência para espaços vazios enquanto moradores trabalham

Tornar sua casa ou apartamento lucrativo enquanto você sai para trabalhar. Essa é a ideia do Hermit Offices, criado em Londres por Max Jezierski e Samuel Roberts. E eles garantem que é uma opção segura para ganhar dinheiro e dar eficiência a ambientes vazios.
“A segurança também era uma preocupação que os proprietários de residências tinham inicialmente com o AirBnB. Mas, antes de concordar em receber negócios em casa, você sempre conhecerá as pessoas. E o Hermit fornece identificação completa de todos que frequentarão seu lar. Nós também damos garantias integrais, oferecendo proteção contra roubos e danos”, diz Max, direto da Inglaterra.
O projeto nasceu enquanto a dupla se deslocava pelas ruas londrinas. “As casas ficam vazias pelo menos 50% do tempo, com moradores deixando suas residências e ocupando escritórios caros. É essa ineficiência que criou a oportunidade”, ressalta Max.
O empreendedor afirma que o Hermit é baseado em economia compartilhada. “Não é simplesmente um jeito de fazer dinheiro rápido ou comprar algo que você quer por menos. Isso tem, genuinamente, o potencial de aumentar a eficiência do espaço que temos a nosso dispor. E o Hermit resolve o problema de milhares de pequenos negócios: achar um escritório financeiramente acessível”, coloca. Pelo site www.hermitoffices.com, é possível encontrar locais por 600 libras ao mês.
A alternativa, por enquanto, está disponível apenas na Europa, mas é provável que chegue ao Brasil. A dupla visitou o País há dois anos e percebeu o crescimento do ecossistema de startups no Rio e em São Paulo. “Claramente, há apetite para ideias inovadoras. Acho que um negócio como o Hermit ajudaria a fazer os pequenos negócios e startups crescerem no Brasil”, considera Max.
Entre os benefícios da economia compartilhada, ele acredita que gere melhores preços aos consumidores finais e lucros para quem atua no ramo. “O continuado crescimento do conceito de compartilhamento é inevitável”, prevê.
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