Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.
Corrigir
Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.
Porto Alegre, terça-feira, 16 de agosto de 2016. Atualizado às 13h37.
Jornal do Comércio
Porto Alegre, terça-feira, 16 de agosto de 2016. Atualizado às 13h37.
Notícia da edição impressa de 15/08/2016.
Alterada em 12/08 às 19h34min
Proposta pela sede salvou Paladino, mas euforia não se sustentou
Adelmann mostra o antigo prédio da Sociedade Germânia, uma das precursoras na negociação com o mercado imobiliário, com a troca do terreno no bairro Independência por andares de um prédio na mesma área
ANTONIO PAZ/JC
Sempre apontado como exemplo de negócio bem-sucedido, a permuta da sede do Paladino Tênis Clube, de Gravataí, desperta sentimentos contraditórios passados 10 anos do acordo. À época, o clube estava falido, segundo o atual presidente, Alceu Ribeiro dos Santos, então diretor. "Arrecadávamos R$ 10 mil mensais, com uma despesa de R$ 15 mil e uma dívida de R$ 400 mil", contextualiza. A única saída foi tentar vender o terreno, de dois hectares, na área central da cidade.
A proposta escolhida foi a do Carrefour, que recebeu o direito de superfície por 20 anos, em troca de um aporte financeiro inicial e uma mensalidade. "Foi um milagre. Estávamos sem saída e apareceu o salvador da pátria", relembra Santos. Com a verba, o clube liquidou as pendências e adquiriu outro terreno de 3 hectares a cerca de 1 km de distância. "Aí foi cometido o grande erro, que foi o sonho de criar um superclube, o que não aconteceu", contrapõe o mandatário.