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Porto Alegre, terça-feira, 16 de agosto de 2016. Atualizado às 13h37.
Jornal do Comércio
Porto Alegre, terça-feira, 16 de agosto de 2016. Atualizado às 13h37.
Notícia da edição impressa de 15/08/2016.
Alterada em 12/08 às 19h33min
Caixeiros Viajantes apostou na cessão de parte da sede
Adelmann mostra o antigo prédio da Sociedade Germânia, uma das precursoras na negociação com o mercado imobiliário, com a troca do terreno no bairro Independência por andares de um prédio na mesma área
ANTONIO PAZ/JC
Talvez o negócio mais famoso envolvendo clubes na Capital, nos últimos anos, foi a cessão de parte da área do Caixeiros Viajantes à Goldsztein, um dos primeiras a utilizar a figura do direito de superfície. O modelo dá à empresa a utilização de 2 mil m² por 30 anos, quando o terreno e tudo que houver nele voltam para o clube. A proposta, segundo o vice-presidente do Conselho Deliberativo do clube, Fernando Munhós Thormann, foi o diferencial em meio às diversas propostas que o clube recebeu pela área.
Iniciada em 2007, a negociação só se efetivou em 2012, por conta de atrasos nas licenças para a construção do Green Office Caixeiros, empreendimento comercial erguido na rua Mostardeiro, onde antes havia um estacionamento. "Foi interessante por não perder um patrimônio e, ainda, ganhar outro no futuro, que o clube não teria condições de construir", argumenta Thormann, que estima em R$ 500 mil mensais o potencial de locação das salas.