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Artigo Notícia da edição impressa de 06/07/2012

Injustiça conhecida

Mário Barreto

Embora tenha suas ações decantadas em “prosa e verso” e com bastante entusiasmo exaltando as tradições do Rio Grande do Sul, inebriou-se simplesmente o valoroso extremo Sul do País com a bazófia que acontecia e que, ainda hoje, acontece em todo o território nacional, não sendo, portanto, omisso às laudatórias imaginações administrativas oriundas de cérebros preparados para a sublime missão de alcançar o poder, com alegações não válidas, todavia aceitáveis pela inocência dos simples eleitores. Converteram-se, portanto, naquilo que nunca foi o objetivo principal, apenas mascararam os acontecimentos como se de interpretação séria fossem, para depois reverterem lamentavelmente o absurdo com a comum onerosidade das consequências havidas sobre a cabeça do povo, e, este, por sua vez, sempre subjugado ao interesse do populismo de esquerda. Como sempre não vacilando em verter sua óbvia antipatia, aliás, profundo e descabido ódio sobre o pensamento liberal e democrático.

Por aqui, de imediato, não se fugindo aos dogmas de quem os tutela presentemente, focado nas imaginações de Gramsci e num Conselho, com sentido aumentativo, vê, no funcionalismo público estadual de remuneração mais condizente com as próprias exigências de sua missão, a condição de arcar com desmandos previdenciários que não são de agora. É bastante notório que esses mesmos trabalhadores sempre suportaram descontos por força de lei, sendo, portanto, isentos da responsabilidade de administrações que se firmaram na demagogia e ao sucessivo aumento de quadros. A característica é a pródiga nomeação de protegidos pela denominação de CCs, com o objetivo evidente de melhor estruturar a máquina partidária, atendendo, assim, de hábito, ao maior, costumeiro e reconhecido pedido dos numerosos afilhados.

Advogado

COMENTÁRIOS
Delion Teixeira Pereira - 06/07/2012 - 20h34
legal, mas uma linguagem mais popular facilitaria o entendimento.

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