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Repórter Brasília Edgar Lisboa
edgarlisboa@jornaldocomercio.com.br

Repórter Brasília

Coluna publicada em 05/06/2012

Medo das emendas

O governo vai ter um grande desafio na medida provisória que define as lacunas deixadas pelo Código Florestal. Isso porque foram apresentadas cerca de 200 emendas ao texto e existe a certeza na base de que temas como a anistia aos desmatadores vão voltar a aparecer. “Obviamente precisaremos olhar as emendas. Não sabemos o teor delas, mas com certeza vão querer ressuscitar temas que foram vetados”, comentou o presidente da comissão especial que vai analisar a MP, deputado Elvino Bohn Gass (PT-RS).

Capacidade criativa

Mesmo assim, segundo Bohn Gass, os vetos da presidente Dilma Rousseff (PT) ao texto que saiu da Câmara vão ajudar a contornar a situação. “Já houve um veto, e tem agora um projeto que dialoga com a maior parte dos agricultores”, comentou. O relator da comissão, senador Luiz Henrique, do PMDB de Santa Catarina, é mais otimista. “Acredito muito na capacidade criativa dos parlamentares. Quem sabe, por meio de uma dessas emendas, a gente encontre motivo de superação das divergências.”

Maior do que o ProUni

A medida provisória que transforma as dívidas das universidades particulares em bolsas de estudo vai virar um programa de oferta de bolsas maior do que o ProUni. Para se ter ideia, o ProUni oferece 195 mil bolsas. As dívidas das universidades particulares, que giram em torno de R$ 17 bilhões, vão ser transformadas em 236 mil bolsas de estudos. Só no Rio Grande do Sul, os R$ 2 bilhões de dívidas criarão 27 mil bolsas. “No Rio Grande do Sul, o grande impacto vai ser na Ulbra”, comentou o deputado Luiz Noé (PSB-RS).

Congresso em marcha lenta

A partir de 30 de junho, as atividades do Congresso entram em marcha lenta. Isso porque quase 20% dos parlamentares vão sair para disputar prefeituras. Isso significa que quatro senadores e 106 deputados irão sair para tentar 74 prefeituras. Na bancada gaúcha, não é diferente. Dos 34 congressistas, um pouco menos de 12% dos membros irá se candidatar. Os deputados Nelson Marchezan (PSDB) e Manuela d’Ávila (PCdoB) irão tentar a prefeitura de Porto Alegre. Fernando Marroni (PT) tentará Pelotas, e Assis Melo (PCdoB), Caxias do Sul.

Pior na educação

O Rio Grande do Sul é o estado que menos investe em educação em relação ao que arrecada. Enquanto o governo determina que pelo menos 25% do ICMS e do IPTU sejam destinados à educação, o governo gaúcho investe só 18,79%. Apenas o Rio Grande do Norte partilhou da situação e, mesmo assim, quase chegou ao patamar exigido: investiu 22,4%. “Os professores do Rio Grande do Sul estão entre os piores remunerados do Brasil e, mesmo que muitos tenham apoiado a candidatura do governador Tarso Genro, nada disso parece ajudar a situação. Dilma lá e Tarso aqui não têm ajudado muito a educação gaúcha”, comentou o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS). 

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