Porto Alegre, terça-feira, 10 de dezembro de 2019.
PREVISÃO DO TEMPO
PORTO ALEGRE AMANHÃ
AGORA
24°C
35°C
23°C
previsão do tempo
COTAÇÃO DO DÓLAR
em R$ Compra Venda Variação
Comercial 4,1470 4,1490 0,41%
Turismo/SP 4,1000 4,3480 0,18%
Paralelo/SP 4,1100 4,3400 0,23%
mais indicadores
Página Inicial | Opinião | Economia | Política | Geral / Internacional | Esportes | Cadernos | Colunas
ASSINE  |  ANUNCIE  
» Corrigir
Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.
Nome:
Email:
Mensagem:
115938
Repita o código
neste campo
 
» Indique esta matéria
[FECHAR]
Para enviar essa página a um amigo(a), preencha os campos abaixo:
De:
Email:
Amigo:
Email:
Mensagem:
115938
Repita o código
neste campo
 
 
» Comente esta notícia
[FECHAR]  
  Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.  
  Nome:  
  Email:    
  Cidade:    
  Comentário:    
500 caracteres restantes
 
Autorizo a publicação deste comentário na edição impressa.
 
115938
Repita o código
neste campo
 
 
imprimir IMPRIMIR
Espaço Vital Marco A. Birnfeld
123@espacovital.com.br

Espaço Vital

Coluna publicada em 05/06/2012

A dona da rua

As empresas privadas de telefonia chegam de mansinho, vão construindo o que chamam de “armários”, em dezenas de esquinas da cidade. As engenhocas ficam encostadas nas paredes. Pela ocupação do espaço público, não pagam nada ao município de Porto Alegre - e tudo fica por isso mesmo. Faz de conta que a fiscalização não vê - afinal, a Secretaria Municipal da Fazenda não tem interesse em cobrar.

Mas o que está acontecendo na esquina da Avenida Ganzo com a Getúlio Vargas, em Porto Alegre, se sobrepõe pelo inusitado. Uma não identificada empresa de telefonia instalou seu antiestético “armário” bem no meio da calçada. “Danem-se os passantes!” - deve estar pensando alguém.

Desde 8 de maio uma reclamação dos moradores da Ganzo repousa na mesa do secretário Adriano Goulart, titular da Smov. Ele simplesmente não sabe o que fazer. E o expediente vai ficando na pilha. Quem sabe amanhã, ou na semana que vem, ou quiçá em julho o secretário tenha uma ideia...

Vinhos e quadros

O  notório deputado federal Paulo Maluf aceitou pagar a condenação de R$ 50 mil na ação popular que envolve a Paulipetro - consórcio delirante formado em seu governo para explorar petróleo em São Paulo. No ano passado saiu a decisão definitiva no STJ.

Para conseguir o dinheiro, contudo, foi uma canseira. Primeiro, o Banco Central varreu suas contas, mas encontrou apenas R$ 1 mil. A solução foi a penhora de bens como quadros e a espetacular adega de que o político é dono. Só aí Maluf fez o depósito da condenação, para evitar a alienação judicial dos bens penhorados.

Verborragia

Circula pelos corredores do STF que - sem contar o relatório - o voto do ministro Joaquim Francisco Barbosa, relator do mensalão, tem cerca de mil páginas. Como são 37 réus, isso daria a média de 28 páginas para cada um. É um exemplo dos excessos da verborragia jurídica brasileira. Ou da prolixidade - como preferem alguns.

Nos anos 1970, o juiz da Suprema Corte dos EUA, William Benann, homenageado no STF, foi saudado pelo ministro Aliomar Baleeiro. Após ouvir o fastidioso discurso, foi a vez de Benann agradecer.
“Obrigado pela homenagem!” - foi tudo o que falou antes de voltar a sentar-se.

A preguiça remunerada

Ganha força a luta para edição urgente de nova Lei Orgânica da Magistratura (Loman), que, entre outras coisas, estabelecerá “simetria” entre os procedimentos dos tribunais superiores e os tribunais estaduais. Deve acabar, também, com a aposentadoria remunerada dos magistrados que são afastados por preguiça, corrupção e até por ilícitos penais.

A proposta arrasta-se há anos no STF e é um dos retratos da morosidade da Justiça brasileira.  A nova lei, segundo a ministra Eliana Calmon, listaria todos os direitos dos magistrados e criaria barreiras para casuísmos regionais. Impediria, também, barbaridades como a decorrente de recente decisão do TJ de São Paulo que aposentou compulsoriamente o juiz Odesil de Barros Pinheiro, por “inoperância crônica”. Agora, o magistrado está em casa sem trabalhar, mas com todos os proventos garantidos.

Mexa-se, STF!

Defensores públicos a postos

O presidente do STF, Ayres Britto, pediu à Defensoria Pública da União a indicação de sete defensores para o julgamento do mensalão. Solicitou também que eles já comecem a estudar o processo, caso tenham de atuar para algum dos réus.

A iniciativa visa a evitar que, como estratégia de defesa, réus - especialmente os menos conhecidos - apelem para a alegação de que estão sem advogado. Com isso, poderiam acabar protelando o julgamento. Se eles recorrerem a esse expediente, os defensores públicos estarão lá e poderão ser acionados de imediato. É mais uma medida para evitar o risco de prescrição.

Fratura peniana

A 13ª Câmara Cível do TJ do Rio negou a indenização pedida por um homem vítima de fratura peniana numa relação extraconjugal.

O cidadão procurou o hospital - que é réu na ação cível - e pediu sigilo na cirurgia, pois é casado e... pastor evangélico. Mas a pulada de cerca veio à tona numa carta anônima enviada à sua igreja. Segundo o pastor, o linguarudo foi um funcionário do hospital.

Para descansar do “trabalho” no feriado

O presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho, determinou, por portaria (nº 432/2012), “ponto facultativo no dia 8 de junho, próxima sexta-feira, no âmbito do Poder Judiciário de Mato Grosso”.

O ato lembra que “na véspera, dia 7 de junho, é celebrado o feriado de Corpus Christi”.

Uma penada, assim, transformou esta semana, em Cuiabá e arredores, em um amontoado de quatro dias de descanso. Trabalho de segunda a quarta. E descanso de quinta a domingo.

A agilidade da Justiça é demais!

Depois de Nuremberg

Presidente da Libéria entre 1997 e 2003, o ex-presidente Iiberiano Charles Taylor foi sentenciado a 50 anos de prisão como responsável pela chacina de 200 mil pessoas alvejadas pelo exército de crianças-soldado na vizinha Serra Leoa.

É o primeiro ex-chefe de Estado considerado culpado pela Justiça internacional desde o Tribunal de Nuremberg.

O contador de causos

Propaganda enganosa

Ambas aí nos seus 55/60 anos de idade, uma magistrada e uma promotora de Justiça - velhas amigas desde o início de carreira - encontram-se depois de muitos anos, já aposentadas, as duas agora residindo na capital do Estado. Divorciadas.
Ficam conversando sobre as suas vidas até que uma pergunta:
- E como vai a tua vida sexual ?...
- Igual à Coca-Cola...
- Que beleza! Cheia de gás, então?...
- Qual nada! Antes era ´normal´, depois ficou ´light´ e agora é ´zero´!...

Escreva direito

Emprego do hífen

  • A função do hífen em palavras compostas, portanto, é alertar o leitor para a mudança que ocorreu no sentido, seja parcial ou total. Em alto-falante, por exemplo, o hífen alerta para uma completa alteração no sentido. Alto falante, sem o hífen, tem sentido completamente diferente de alto-falante.
  • Com base no princípio que orienta o emprego do hífen em palavras compostas, emprega-se esse sinal gráfico nos seguintes casos:
  1. Entre quaisquer palavras que se unem, constituindo uma unidade de sentido, mas conservando sua estrutura e acentuação: alto-relevo, ano-luz, arco-íris, lugar-comum, primeiro-ministro, sangue-frio.
  2. Em derivados de nomes próprios: cabo-verdiano, latino-americano, mato-grossense, norte-americano, ponta-grossense, porto-alegrense, rio-grandense, sul-africano, sul-americano, norte-rio-grandense.
COMENTÁRIOS
Nenhum comentário encontrado.

imprimir IMPRIMIR
COLUNAS ANTERIORES
Assis Moreira indenizará vizinhos com R$ 600 mil
Ação discute danos, prejuízos e consequências ocasionados pela queda, em 2007, de um muro que dividia duas propriedades