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ELEIÇÕES Notícia da edição impressa de 29/05/2012

PTB se posicionará sobre vaga a vice na quinta-feira

Juarez Sant’Anna

JONATHAN HECKLER/JC
Lideranças do PDT e do PMDB se reuniram na sede dos petebistas
Lideranças do PDT e do PMDB se reuniram na sede dos petebistas

Primeiro partido a anunciar apoio à pré-candidatura do prefeito de Porto Alegre, José Fortunati (PDT), o PTB deve oficializar na quinta-feira a desistência da vaga  a vice. Até então, a sigla mantinha o debate para garantir “isonomia” na distribuição de espaços num eventual segundo mandato do pedetista. Caso o recuo dos petebistas seja confirmado, a disputa entre PMDB - que também faz parte da aliança em torno da candidatura de Fortunati - e PTB terá fim, pelo menos provisoriamente.

Ao desistir do espaço na chapa majoritária, o PTB estará abrindo caminho para que o presidente municipal do PMDB, vereador Sebastião Melo, seja confirmado como candidato a vice de Fortunati.

Melo, juntamente com o presidente do PTB na Capital, vereador Elói Guimarães, e com o presidente municipal do PDT, deputado federal Vieira da Cunha, estiveram reunidos na tarde de ontem na sede do diretório petebista de Porto Alegre.

Guimarães garante que o seu partido não está recuando, uma vez que já manifestou o apoio “incondicional” a Fortunati. No entanto, o vereador defendeu que os partidos tenham um espaço isonômico na gestão da Capital. “Não se trata de abrir mão, se trata de termos construído uma composição no sentido de dar continuidade na administração.”

Ao ser questionado sobre a possibilidade de o PMDB ceder alguma secretaria para o PTB, com o objetivo de ter o vice na chapa do prefeito, Melo ponderou: “Primeiro temos que ganhar a eleição, se tiver que reformatar, isso é do processo político, mas não é uma barganha, não é da tradição desses partidos”.

Principal articulador das alianças em torno da candidatura de Fortunati, o deputado Vieira da Cunha assegurou que nenhuma das siglas está fazendo imposições nas negociações. Para o parlamentar, os partidos estão dando uma demonstração de “maturidade” e “alta responsabilidade” nos diálogos.

Além de consolidar o apoio do PMDB e do PTB, Vieira busca ampliar as alianças para a candidatura do prefeito, e o principal alvo é o PP. O deputado se reúne hoje em Brasília com a senadora Ana Amélia Lemos (PP), maior quadro da legenda no Estado. O pedetista tentará reverter posição da progressista, que já manifestou apoio à pré-candidata do PCdoB para a prefeitura, a deputada federal Manuela d’Ávila.

Manuela participa de evento com José Serra

Atento ao entrave nas negociações entre o PT e o PCdoB, o pré-candidato do PSDB à prefeitura de São Paulo, José Serra, articulou a participação da deputada Manuela d’Ávila (PCdoB) em um evento na manhã de ontem, na capital paulista.

Pré-candidata de seu partido à prefeitura de Porto Alegre, Manuela d’Ávila é a principal aposta do PCdoB nessas eleições e o apoio do PT a ela na Capital gaúcha é um dos pré-requisitos apresentados pelos comunistas para deslanchar uma aliança com os petistas em São Paulo.

Como o PT mantém candidatura própria em Porto Alegre, com o deputado Adão Villaverde, Serra tem tentado se aproximar da deputada e do PCdoB, para evitar que o partido apoie o petista Fernando Haddad.

Foi o tucano quem sugeriu que a organização do evento convidasse Manuela para o debate. A gaúcha e Serra dividiram o palco do Insper, uma instituição de ensino e pesquisa, por uma hora.  Serra sabe que uma aliança do PCdoB com o PSDB em São Paulo é improvável, mas a estratégia do tucano passa por estimular as desavenças entre comunistas e petistas.

Ao fim do encontro, o tucano e Manuela d’Ávila se reuniram em uma sala reservada, com o presidente do Insper, Claudio Haddad.

Questionada sobre as costuras com o PT, a deputada não escondeu a insatisfação de seu partido. “São Paulo é a candidatura prioritária do PT e Porto Alegre é a candidatura prioritária do PCdoB. Há um esforço nosso de construir um mapa de alianças nacional e é evidente que o símbolo do PT não apoiar o PCdoB em Porto Alegre é um símbolo forte, que pesa para o partido”, disse.

Manuela, no entanto, ressaltou que o PCdoB prefere alianças com “partidos que se situam no campo da presidente Dilma Rousseff (PT)”. “Não existe apenas uma candidatura nesse campo. Nossa opinião é a mesma em todas as capitais”, afirmou.

Ela citou, como exemplo, um possível apoio do PCdoB à candidatura de Gabriel Chalita, do PMDB, em São Paulo. “Chalita é um candidato da base, mas isso não significa que esse será o nosso caminho. Apenas que não existe um caminho único (o de apoio ao PT)”, concluiu.

Questionado sobre a aproximação com o PCdoB, Serra disse que mantém “relações cordiais” com o partido. “Tenho relações cordiais com o PCdoB e vários dos seus dirigentes. Mas acho que não dá para ficar especulando sobre alianças, muito menos publicamente”, afirmou.

Petista não acredita em aproximação do PCdoB com o PSDB

O coordenador de campanha do pré-candidato petista Adão Villaverde à prefeitura de Porto Alegre, Gerson Almeida, não crê na possibilidade de que o PCdoB consolide uma aproximação com os tucanos nas eleições municipais de São Paulo, ao comentar a participação de Manuela d’Ávila (PCdoB), pré-candidata em Porto Alegre, em um evento com o tucano José Serra, em São Paulo.

“Não acredito, não há base política que justifique isso. Temos uma história de luta contra o neoliberalismo que nos une, e a construímos juntos, assim como o campo político ideológico.” O petista acrescentou, porém, que a aliança não foi possível em todos os municípios. “O fato de o PCdoB não nos apoiar em outras cidades não nos joga nos braços da direita”, alfinetou. Almeida reforçou que a decisão dos petistas de não apoiar Manuela e apresentar um pré-candidato próprio está “inserida no processo democrático”.

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