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Artigo Notícia da edição impressa de 29/05/2012

Sustentabilidade econômica

Paulo Fernandes Teixeira

Para uma sustentabilidade econômica face à crise, a solução é a injeção de recursos. Está certíssimo Paul Krugman quando cobra do Federal Reserve e do Banco Central Europeu a injeção de moeda como fomento ao consumo. É sabido que a demanda é a mola que fomenta o desenvolvimento produtivo com geração de renda e emprego. É importante entender que vivemos num mundo tão complexo, fruto de uma globalização, que já não tem sentido ficarmos atrelados à lei da oferta e procura como se estivéssemos vivendo ainda em um mundo pautado por distâncias geográficas e carência nas comunicações. Com o avanço das comunicações a agilidade nos transportes, o mundo ficou globalizado, então, quando ocorre um acréscimo na demanda de algum produto que anteriormente poderia gerar uma tendência inflacionária a oferta mundial está atenta para abastecer esse acréscimo da demanda localizado. Com a crise que se abate na Europa, é imprescindível que tomemos todas as precauções para preservar nosso parque produtivo bem como o número de empregos. O governo vem fazendo um grande esforço e tem conseguido, com a queda da taxa Selic, a redução nos juros cobrados. Com essas reduções da taxa Selic, caem os custos da produção, fator que ajuda o setor exportador a ficar mais competitivo, e que, até certo ponto, incrementa, também, a demanda interna. Por outro lado é necessária uma parcela de prudência ao facilitar o crédito ao consumidor, principalmente quando o valor do bem for muito alto e o prazo muito extenso. Poderá ser criada uma bolha de consumo. Portanto, é primordial fomentar o consumo, mas evitando que a população fique com sua renda comprometida. Para reverter essa tendência de desaquecimento, é vital que os governos federal, estaduais e municipais invistam o máximo possível. Podemos aproveitar a crise investindo na saúde, educação, segurança e pagando precatórios. Enfim, aumentando o potencial monetário, criando maiores condições de consumo por parte da população, para afastar o fantasma de recessão. Não aceito, como desculpa, dizer que não dispomos de recursos. O Brasil, como país soberano, pode sim emitir moeda sem que tenha que assumir compromisso com pagamento de títulos da dívida.

Economista

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