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Repórter Brasília Edgar Lisboa
edgarlisboa@jornaldocomercio.com.br

Repórter Brasília

Coluna publicada em 17/04/2012

Mercosul social

Para se integrarem totalmente, os países do Mercosul também têm que adotar um enfoque mais social e político. É essa agenda que o senador Paulo Paim (PT-RS) pretende apresentar ao Parlamento do Mercosul, Parlasul, quando tomar posse, no dia 23 deste mês. “Levo comigo toda a vontade de acertar e muita determinação para que o Mercosul abrace, cada vez mais, não só a questão econômica, mas também a questão social e as políticas de direitos humanos”, comentou o senador. Para ele, além de garantir a circulação livre de bens, serviços e capitais, é preciso assegurar as condições para a livre circulação de pessoas no bloco.

Empresário super-homem

A questão do seguro-desemprego vem amedrontando os empresários, que reclamam de falta de mão de obra. Um leitor de Panambi, que preferiu não se identificar, afirmou que os empregadores da cidade não sabem o que fazer. “O funcionário começa a faltar, apresentar atestados médicos, faltando ao trabalho, parando vários setores da produção. E falta mão de obra”, relatou. De acordo com o leitor, existe até um “cronograma” da demissão.Termina dizendo que “ser empresário é coisa para super-homem”.

Sem clima para mudança

A resposta para esse problema ainda é um enigma para os parlamentares. Primeiro porque não se discute no Congresso a possibilidade de mudança. Segundo o deputado Darcísio Perondi, do PMDB, “se houver mudança, a reação não será pequena”. O deputado acredita que o problema está longe de ser resolvido. “Tem vícios que aumentam. Analistas comentam que isso pode agravar o ‘fundão’. Tem clima para mudança? Acho que não. As centrais reagiriam e não sei se o governo quer enfrentar”.

Harmonia quer escolas

Harmonia, município com 4,2 mil habitantes no Vale do Caí, a 80 km de Porto Alegre, acabou de fazer 24 anos. E, nesses 24 anos, não foi construída nenhuma escola no centro da cidade. Harmonia possui apenas escolas rurais, o que faz o município perder muitos recursos do Fundeb. “Não temos ensino fundamental no centro da cidade. Aí perdemos recursos do Fundeb porque não temos muitos alunos”, disse o prefeito Sílvio Specht. Ele esteve em Brasília atrás de dinheiro do Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação e comemora a liberação de recursos para a construção da primeira escola. Ele também encaminhou pedidos para urbanização e asfalto além de apoio às lideranças federais do PP para a eleição a prefeitura. Specht não pode buscar a reeleição, pois já é prefeito há duas legislaturas. Ele quer apoio da senadora Ana Amélia, para alianças que façam com que o Partido Progressista continue na administração municipal.

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