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Palavra do Leitor Roberto Brenol Andrade
opiniao@jornaldocomercio.com.br

Palavra do Leitor

Coluna publicada em 17/04/2012

Esporte

A população ficou esperando por meses a conclusão da obra do CETE, no Menino Deus. Foi entregue com bastante atraso. Agora, pista pronta, a Fundergs, que administra o local, cria regras esdrúxulas para utilização do mesmo. Ao invés de incentivar o uso do local e a prática de exercício pelas pessoas, burocratiza. No final da tarde, centenas de pessoas vão lá realizar seus exercícios, muitas vezes fazer os chamados “tiros de velocidade”. No entanto, tecnocratas fora de forma física exigem que as pessoas se restrinjam a 1m2, como se isso fosse possível. Há um ponto da pista que é o local de partida de todos que dão “tiro”. Ali, obviamente, cria-se uma aglomeração de pessoas, já que dois corpos não ocupam o mesmo espaço, e é preciso cuidar e esperar as pessoas que já estão na raia 1 passarem, por exemplo. Só que querem que os atletas se espremam em um espaço minúsculo para poupar 5m2 de grama que sequer existe. (Júlio César Baldi)

DMLU responde

A propósito do comentário Folhas, publicado na coluna Palavra do Leitor (Jornal do Comércio de 16/4/2012), o Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU) informa que a quantidade de folhas e a programação de varrição na cidade nos dão a certeza de que esse não é um problema para a limpeza urbana. Ao contrário dos focos de lixo, que prosperam em todos os bairros, dependem basicamente do comportamento da população e, esses sim, entopem bueiros e causam alagamentos a cada chuva um pouco mais intensa. (Roberto Azevedo, Comunicação Social/DMLU)

Centavos


Sou cidadã, sou povo, e tenho dúvidas. Nem sei a quem falar de minha indignação. A verdade é: nosso sistema monetário é decimal; a nossa moeda de menor valor está sendo a de cinco centavos. Se não circulam mais as moedas de um centavo, como continuar a pagar contas nos valores de, por exemplo, R$ 10,72? Ou de R$ 2,07? E por aí vai. Nas compras, nunca se recebe o troco a favor do cliente. Penso que todos nós passamos pelo mesmo problema. Eu não quero cooperar com empresas que faturam milhões e ainda nos tiram os centavos “por falta de troco”. (Liana Maria da Cunha, professora, Tramandaí/RS)

Lixo


Há algum tempo, o lixo doméstico era colocado em latas ou latões e despejado no caminhão coletor. Sem sacos nem sacolas. Não será o caso de avançarmos no processo de preservação ambiental, retrocedendo ao passado?  Sem saco, sem sacola, sem poluição. (Júlio Pedro Querotti - domquerotti@gmail.com)

Na coluna Palavra do leitor, os textos devem ter, no máximo, 500 caracteres, podendo ser sintetizados. Os artigos, no máximo, 2 mil caracteres, com espaço. Os artigos e cartas publicados com assinatura nesta página são de responsabilidade dos autores e não traduzem a opinião do jornal. A sua divulgação, dentro da possibilidade do espaço disponível, obedece ao propósito de estimular o debate de interesse da sociedade e o de refletir as diversas tendências. 

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COMENTÁRIOS
julio cesar de souza cabral - 17/04/2012 - 06h12
logo ira iniciar o festival de mentiras, ou seja , o horario politico grtuito na tv e radio. ai, pobre de nos que teremos de suportar conversas fiadas dos candidatos.


julio cesar de souza cabral -
17/04/2012 - 06h16
o centro de porto alegre e algo de deixar qualquer um com vergonha. falo assim, pelo total descaso pelo tratamento que aquele espaço e tratado.

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