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ELEIÇÕES 2012 Notícia da edição impressa de 16/04/2012

PSD deve formalizar nesta segunda apoio a Manuela d’Ávila

Juarez Sant’Anna

MARCO QUINTANA/JC
Presidente municipal, Nelcir Tessaro exclui composição com PT e PDT
Presidente municipal, Nelcir Tessaro exclui composição com PT e PDT

Em reunião hoje às 13h, o PSD encaminhará as negociações para um possível apoio à pré-candidata do PCdoB para a prefeitura de Porto Alegre, deputada federal Manuela d’Ávila. Porém, o partido recém-criado vai levar ao encontro algumas condições para fechar uma aliança com os comunistas.

O presidente do PSD na Capital, vereador Nelcir Tessaro, afirma que a sigla busca uma coligação com o PCdoB para a eleição proporcional, além da indicação do candidato a vice na chapa de Manuela. No entanto, Tessaro explica que o PSD desistiria da tese do candidato a vice somente se outra legenda com bancada maior na Câmara Municipal entrasse na disputa.

“Queremos a vaga de vice, só abriremos mão se chegar outro partido, como o PP, que tem quatro vereadores”, disse. Tessaro, Bernardino Vendruscolo e Tarciso Flecha Negra são os parlamentares que atualmente compõem a bancada do PSD na Câmara.

O PP, por sua vez, ainda não definiu se irá manter o apoio à eleição do prefeito José Fortunati (PDT) e ou se deverá fechar um acordo com Manuela. Apesar de a executiva municipal progressista defender a aliança com Fortunati, a senadora Ana Amélia Lemos, principal quadro da sigla no Estado, já manifestou que tem simpatia pela candidata comunista.

O PSD vai para a reunião com Manuela desprendido de compromissos com outras candidaturas para a prefeitura de Porto Alegre. O partido, por exemplo, já descartou apoiar o pré-candidato do PT, Adão Villaverde. De acordo com o presidente do PSD, a decisão foi tomada porque uma coligação com os petistas não teria viabilidade na eleição proporcional, já que os três vereadores da sigla serão candidatos à reeleição.

“Ficaria muito difícil, numa composição com o PT, elegermos nove vereadores”, avaliou Tessaro, levando em conta que os seis vereadores petistas devem tentar a reeleição. Ele também afirmou que até este final de semana não havia recebido nenhuma resposta do PDT, outro partido com quem estava negociando, o que afasta a hipótese de uma aproximação com a candidatura de Fortunati, pois o PSD delimitou que hoje seria o prazo limite para definir os seus rumos neste período pré-eleitoral.

O presidente do PCdoB em Porto Alegre, Adalberto Frasson, está seguro de que o PSD irá formalizar uma aliança neste encontro. “Pelas conversas que temos tido, estamos muito confiantes de que eles anunciem o apoio à candidata Manuela”, disse.  Caso o acordo entre as duas legendas seja consolidado, Frasson informou que o PSD também deverá participar da coordenação de campanha de Manuela d’Ávila.

O PSB, primeiro partido a formalizar apoio à candidatura da deputada, indicou o vereador Airto Ferronato como uma possibilidade para a vaga de vice, ainda que esta não seja uma imposição dos socialistas. Ao comentar sobre a disputa para a indicação do vice de Manuela, Frasson observou que esta discussão vai fortalecer a candidatura do PCdoB. “Teremos várias opções e discutiremos qual será a melhor alternativa para reforçar a chapa.”

PT realiza encontro preparatório para disputas municipais

Alexandre Leboutte

O PT do Rio Grande do Sul concluiu no final de semana os debates do seminário estadual que abordou o processo preparatório às eleições municipais de 2012. A abertura do evento ocorreu, na sexta-feira à noite, no hotel Embaixador, em Porto Alegre. A plateia era majoritariamente composta de pré-candidatos a vereador e a prefeito de vários municípios do Estado.

Na mesa de abertura, estavam o governador Tarso Genro, o presidente estadual da legenda, deputado Raul Pont, o presidente de honra da sigla no Estado, ex-governador Olívio Dutra, e o pré-candidato à prefeitura da Capital, deputado Adão Villaverde.

Um tema permeou as falas das principais lideranças petistas: a política de alianças. Na disputa pela pré-candidatura do PT à prefeitura da Capital, no final do ano passado, algumas lideranças justificaram que o nome de Villaverde, que disputava a indicação com Pont, teria maior capacidade de aglutinação de aliados.

Olívio e Pont foram lacônicos ao afirmar que não é aceitável fazer alianças a qualquer custo. Segundo Olívio, “uma aliança bem construída é aquela que possibilita o avanço. Não pode nos puxar para trás, nos emparelhar com a política tradicional”.

Tarso também ponderou o tema: “Se é verdade que temos que ter flexibilidade nas alianças, que temos que saber neutralizar o centro, que temos para dialogar conosco a centro-esquerda, e participar de coalizões políticas que tenham densidade programática, se é verdade tudo isso, é verdade também que um partido que se omite da luta de ideias é um partido que sucumbe, que cai no pragmatismo”.

Villaverde fez questão de salientar que a composição de forças em torno de sua candidatura será de partidos alinhados com os governos estadual e federal.

“No nosso campo de relações, todos que estarão na campanha conosco defenderão Dilma (Rousseff), todos defenderão  Tarso Genro. Nosso campo de alianças não é um campo difuso”, afirmou o pré-candidato, alfinetando os principais opositores - o prefeito José Fortunati (PDT), que deve ter em sua base partidos que fazem oposição a Tarso, como o PMDB, e a deputada federal Manuela d’Ávila (PCdoB), que pode compor com o PP, sigla que também faz oposição ao governo do Estado.

COMENTÁRIOS
Adeli Sell - 16/04/2012 - 01h11
Enquanto isto o meu PT está buscando compor uma chapa plural, com a possibiidade de temros o PRB como vice, já que este partido compõe o governo Dilma e Tarso. Mas não descartaos um composiao com o PV. Não vammos abrir mão de termos cabeça de chapa com Adão VillaveRde. Adeli sell Presidente do PT-POA

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