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Repórter Brasília Edgar Lisboa
edgarlisboa@jornaldocomercio.com.br

Repórter Brasília

Coluna publicada em 10/04/2012

Reforma política

A comissão especial da Câmara que está analisando a reforma política tem grandes chances de votar o relatório do deputado Henrique Fontana (PT-RS) nesta quarta-feira. O impasse gerado com o PMDB em relação ao financiamento público de campanha, que culminou com a obstrução feita pelo deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), está esfriando, pois os deputados Alceu Moreira (RS), Edinho Araújo (SP) e Marcelo Castro (PI) já afirmaram que são a favor da votação. É um ponto a favor de Fontana, já que os três peemedebistas são favoráveis ao financiamento público. Falta apenas superar a obstrução.

Financiamento público fortalecido

De acordo com Fontana, o escândalo da relação do senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) com o bicheiro Carlinhos Cachoeira irá facilitar bastante a aprovação do financiamento público de campanha. “Esse caso do senador Demóstenes mostra a facilidade que o crime organizado tem de se infiltrar na democracia usando o financiamento privado. Isso deixa claro o papel do financiamento público”, alertou o relator.

Fortunati em Brasília

O prefeito de Porto Alegre José Fortunati (PDT) virá a Brasília hoje para se reunir com os parlamentares gaúchos do PP amanhã, às 8h30min. O PP está decidindo a quem irá apoiar para a prefeitura da Capital gaúcha visando à candidatura da senadora Ana Amélia Lemos (PP) ao governo do Estado em 2014.

Julgamento do mensalão

O ministro do Supremo Tribunal  Federal, Carlos Ayres Britto, que será o próximo presidente da Corte, vai ter que carregar um grande peso: o julgamento do mensalão. Ele mesmo admite o tamanho da tarefa. “Esse deverá ser mesmo o julgamento mais importante da história do Supremo em termos de direito penal.”

Honorários suspensos

Uma liminar do Superior Tribunal de Justiça (STJ) suspendeu todos os recursos que estão tramitando nos juizados de pequenas causas do Rio Grande do Sul que discutem a compensação de honorários a advogados quando uma das partes usou a defensoria pública. O caso começou quando a Rio Grande Energia foi processada por um consumidor que queria que a empresa reparasse danos. Ele ainda pediu o pagamento de honorários, mas estava sendo representado por um advogado público.

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