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CÂMARA DE PORTO ALEGRE Notícia da edição impressa de 10/04/2012

Líder do governo adere à CPI do Instituto Ronaldinho

Bárbara Gallo, especial para o JC

ANTONIO PAZ/JC
João Dib (PP) assegurou que ‘prefeitura não tem nada a temer’
João Dib (PP) assegurou que ‘prefeitura não tem nada a temer’

O líder do governo na Câmara Municipal, vereador João Dib (PP), anunciou, em pronunciamento ontem, sua adesão ao requerimento de criação da CPI do Instituto Ronaldinho. A atitude ocorre depois de o prefeito José Fortunati (PDT) liberar, na quinta-feira passada, os parlamentares da base para que assinassem o documento. A concordância com a CPI por parte dos demais representantes da base aliada também deverá ser confirmada, assim como a instalação oficial da comissão.

A decisão termina com as polêmicas em torno da validade das assinaturas da vereadora suplente Maristela Maffei (PCdoB) e do hoje deputado estadual Aldacir Oliboni (PT) que interferiam no andamento do processo. A comissão pretende apurar as denúncias de irregularidades na parceria entre a prefeitura da Capital e o instituto do jogador de futebol.

O vereador João Dib (PP) afirmou que a prefeitura não tem nada a temer, pois tudo já teria sido esclarecido a outros órgãos, como o Ministério Público e o Tribunal de Contas. “Não conheço nenhuma comissão de inquérito da Câmara que tenha dado resultado, nem aqui, nem na Câmara Federal, nem no Senado. Em todo caso, tudo que possam querer saber já foi esclarecido”, disse o progressista.

Como alguns dos convênios entre a prefeitura e a ONG do jogador de futebol foram firmados em parceria com o Ministério da Justiça, Dib ainda enfatizou que quer contar com a presença do governador Tarso Genro (PT) na apuração. “Um dos convênios foi indicado pelo, na época, ministro Tarso Genro. Quero saber por que ele indicou o Instituto Ronaldinho”, indagou o vereador.

O progressista afirmou ainda ter dúvidas quanto à capacidade dos legisladores para investigar o caso. “Estamos inteiramente à disposição, mas espero que a CPI não seja palco de acusações infundadas, e que a verdade triunfe”, declarou. O parlamentar Idenir Cecchim, líder da bancada do PMDB, engrossou o apoio ao defender a isenção da prefeitura da Capital e revelou que o Instituto Ronaldinho também enfrenta problemas na Bahia. “Um dos primeiros a serem ouvidos deve ser o então ministro da Justiça, Tarso Genro, que foi o fiador dos contratos”, manifestou.

Mesmo após o desdobramento dos fatos na sessão plenária de ontem, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa manterá a pauta e se reunirá hoje, às 10h, para apresentação do parecer do relator Elói Guimarães (PTB) sobre a possibilidade de instalação da CPI pedida por Mauro Pinheiro (PT). O proponente irá presidir os trabalhos junto com outros doze integrantes que deverão ser escolhidos respeitando a regra de proporcionalidade entre as bancadas.

A relatoria-geral deverá ficar com a base do governo. O colegiado terá o prazo máximo de 120 dias para concluir as atividades, que poderão ser prorrogadas por mais 60 dias, se houver necessidade. O presidente Mauro Pinheiro pretende dar início às reuniões na próxima semana, e a tendência é de que os encontros sejam realizados às quintas-feiras pela manhã.

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