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Energia Notícia da edição impressa de 09/04/2012

EDP quer projeto eólico gaúcho em leilão até 2014

Rio Grande do Sul é o 2° estado em volume de geração eólica no País

Jefferson Klein, de Tramandaí

FREDY VIEIRA/JC
Ana Maria diz que Estado é privilegiado para geração eólica
Ana Maria diz que Estado é privilegiado para geração eólica

A EDP Renováveis Brasil pensa em aumentar a sua geração de energia no Rio Grande do Sul nos próximos anos. A empresa, responsável pela operação do parque eólico de Tramandaí, planeja colocar o projeto que possui em Santa Vitória do Palmar para concorrer em algum leilão de energia promovido pelo governo federal até 2014. Os certames garantem a comercialização de energia dos complexos que apresentam o menor custo de produção e, por consequência, viabilizam que eles saiam do papel.

De acordo com o presidente da EDP Renováveis Brasil, Miguel Setas, a companhia possui outros projetos a serem desenvolvidos no Estado, mas o do município da Metade Sul gaúcha é o que está mais adiantado. Ele terá uma capacidade instalada de até 80 MW. O complexo, sendo concretizado, será maior do que o de Tramandaí, inaugurado oficialmente na quinta-feira.

Esse último parque tem capacidade instalada de 70 MW e produção estimada de 211.437 MWh anuais, energia suficiente para abastecer uma cidade de mais de 200 mil habitantes.

O empreendimento absorveu um investimento de aproximadamente R$ 100 milhões e foi construído no período de cerca de um ano, sendo concluído em maio de 2011. Gerou em torno de 600 empregos diretos durante a sua implantação. A partir de 2013, o parque gerará uma arrecadação para Tramandaí de cerca de R$ 1 milhão ao ano, através do recolhimento de ICMS. O prefeito do município, Anderson Hoffmeister, adianta que nesta semana será encaminhado um projeto de lei para a Câmara de Vereadores, para que os recursos sejam destinados aos balneários da zona Sul do município, onde está localizado o parque eólico.

“Se Osório é a cidade dos bons ventos, Tramandaí é a dos ventos mais constantes”, compara o prefeito. Segundo ele, Tramandaí tem ventos que permitem uma melhor produtividade de geração eólica do que a vizinha. A presidente da EDP no Brasil, Ana Maria Fernandes, aponta o Rio Grande do Sul como um local privilegiado para a implantação de empreendimentos eólicos. “É um objetivo global da EDP que a sua produção de energia seja mais verde e azul, e menos cinzenta”, enfatiza a dirigente fazendo alusão às fontes renováveis e fósseis.

O secretário de Infraestrutura e Logística, Beto Albuquerque, concorda que o Estado tem boas condições para o aproveitamento da geração eólica, porém admite que através do uso de um fundo constitucional no Nordeste os projetos naquela região verificam, economicamente, um diferencial competitivo. No entanto, ele acrescenta que as possibilidades de expansão da produção eólica no Nordeste cada vez são menores e a “bola da vez” é o Rio Grande do Sul. Beto ressalta que o Estado, hoje, só está atrás do Ceará no ranking do volume de geração eólica no País (340 MW contra 518 MW).

O secretário acredita que, no momento em que houver muitos parques gaúchos vitoriosos em leilões de energia, irá se tornar irreversível a implantação de toda a cadeia da indústria eólica no Estado. “Estamos muito próximos de ter essa cadeia completa e já negociamos, inclusive, com fabricantes de aerogeradores argentinos e de outros países para se instalarem aqui”, afirma Beto. Ele prevê que dentro de três anos esse será um fato consumado.

COMENTÁRIOS
Rogério Maestri - 09/04/2012 - 11h51
Antes de continuar na exaltação sem restrições aos Parques Eólicos, sugiro que leiam http://engenheiro.blogspot.com.br/2012/04/alerta-habitantes-proximos-parques.html a energia eólica tem algumas características muito boas, porém...

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