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ENERGIA Notícia da edição impressa de 05/04/2012

EDP Renováveis inaugura parque eólico em Tramandaí

Jefferson Klein

A EDP Renováveis Brasil realiza nesta quinta-feira a solenidade de inauguração do Parque Eólico Cidreira I, que apesar do nome fica localizado no município de Tramandaí, no Litoral gaúcho. O complexo, que já está em operação comercial desde maio do ano passado, tem capacidade instalada de 70 MW e produção de energia suficiente para abastecer uma cidade de 200 mil habitantes.

A cerimônia, que acontecerá às 9h30min na sede da Sociedade dos Amigos de Tramandaí (SAT), contará com a presidente da EDP no Brasil, Ana Maria Fernandes, o presidente da EDP Renováveis Brasil, Miguel Setas, o prefeito de Tramandaí, Anderson Hoffmeister, entre outros políticos e empresários.

A estrutura ocupa uma área de 832 hectares e é composta por 31 aerogeradores (de 1,9 a 2,3 MW), com torres de 98 metros de altura e pás de 40 metros. O parque, inicialmente, seria construído em Cidreira, mas por motivos de licenciamento ambiental foi deslocado alguns metros para o outro lado da divisa com Tramandaí.

O grupo EDP comprou os direitos do projeto da Elebrás em 2009. Quando o empreendimento estava sob a responsabilidade dessa companhia, em 2004, ele foi um dos selecionados dentro do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia (Proinfa). Essa iniciativa, do governo federal, previa a compra de energias alternativas, mais caras do que a tradicional hidreletricidade, por parte da Eletrobras. Além da estrutura de Tramandaí, a EDP Renováveis Brasil adquiriu mais 462 MW em projetos da Elebrás (esses sem a seleção do Proinfa). O total do negócio envolveu R$ 6 milhões.

O empreendimento em Tramandaí é um exemplo do bom período que atravessa o segmento eólico. “Este momento está sendo muito virtuoso para o setor”, comemora a presidente-executiva da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), Élbia Melo. Ela lembra que os preços da energia eólica estão competitivos e que em 2011 foram comercializados cerca de 2,9 mil MW dessa geração. A Abeeólica sustenta que o ideal é a incorporação média de pelo menos 2 mil MW eólicos anuais na matriz energética brasileira. Se essa meta for alcançada, a energia eólica passará da atual participação de 1,3% na matriz para 5,3% em 2014 e 12% em 2020.

O coordenador do grupo temático de energia da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), Carlos Faria, concorda que há espaço para o setor eólico crescer ainda mais no País. Ele destaca que está sendo criada uma cadeia de fornecedores nacionais de equipamentos para essa área. No caso do Estado, Faria salienta que o Rio Grande do Sul verifica uma forte concorrência com os projetos do Nordeste, que possuem uma série de benefícios para serem construídos nessa região. O dirigente acrescenta que o sistema de transmissão de energia gaúcho terá que ser fortalecido para escoar a produção dos novos parques que virão.

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