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PORTO ALEGRE Notícia da edição impressa de 02/03/2012

Maior parte da verba do Plano Cicloviário não é utilizada

Jessica Gustafson, especial

O Plano Diretor Cicloviário de Porto Alegre, sancionado em maio de 2009, prevê a construção de 495 quilômetros de ciclovias na Capital. Até o momento, apenas oito quilômetros foram destinados aos ciclistas. Com o objetivo de discutir o cronograma de obras e o orçamento destinado para a implantação, a Comissão de Saúde e Meio Ambiente (Cosmam) da Câmara Municipal da Capital realizou nesta quinta-feira uma reunião aberta ao público, com a participação da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) e da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam). A discussão foi mediada pelo vereador Beto Moesch (PP), presidente da Cosmam.

Para Moesch, o plano é uma grande conquista da cidade, mas precisa ser efetivamente executado.  O vereador ressalta que a primeira parte da implantação foi feita no bairro Restinga e que houve uma reação negativa do comércio local. “Como os carros podiam estacionar ali, os comerciantes foram contrários. Assim, temos de novo o conflito carro contra bicicleta. Muitos vereadores defenderam o local para os automóveis. Não é uma situação consensual”, relata. “Na avenida Ipiranga a execução parou porque o guard rail (guarda-corpo) de eucalipto é feio. Os postes da CEEE, que são muito mais feios, podem ficar”, critica Moesch.

Outro tema abordado na reunião é a não utilização da verba orçamentária destinada para as ciclovias. O presidente da Cosmam explica que foram aprovados R$ 2 milhões anuais para o plano. No entanto, em 2010 foi utilizado R$ 1,2 milhão e em 2011 apenas R$ 500 mil. “Existe também uma emenda no plano estabelecendo que 20% do valor arrecadado anualmente pela EPTC em multas sejam destinados para a execução das ciclovias e para a educação no trânsito e ambiental”. Moesch diz que, como esta porcentagem não foi utilizada, a comissão apresentou o fato ao Ministério Público e foi aberto um inquérito.

O diretor-presidente da EPTC, Vanderlei Cappellari, rebateu as críticas. “Estamos fazendo esforço para a construção da ciclovia na avenida Sertório e também estamos na reta final na da Ipiranga, que atrasou por causa da dificuldade de encontrar os materiais pedidos pelo arquiteto”, argumenta.

De acordo com Cappellari, a EPTC está de acordo com a arrecadação da porcentagem das multas. Entretanto, o diretor-presidente afirma que só a sinalização da Restinga vai custar R$ 1 milhão, mas que neste ano o plano receberá o valor estipulado.  “Não é de uma hora para outra que a cidade vai aceitar retirar os estacionamentos para a construção de ciclovias. Nós temos procurado investir em locais que proporcionem uma continuidade de rota para os ciclistas. Em dois anos, Porto Alegre já terá uma boa área para este fim”, completa.

COMENTÁRIOS
Enrico Canali - 02/03/2012 - 19h00
A EPTC não quer fazer ciclovias. A postura do Capellari é clara: chegou quase uma hora atrasado à reunião, ficou entrando e saindo da sala a cada dez minutos e ainda ironizou quando se propôs que ciclistas participassem do acompanhamento da destinação dos recursos previstos em Lei. A ciclovia da Ipiranga está toda errada desde o começo. O espaço, entre o esgoto a céu aberto e a faixa de alta velocidade, não é convidativo nem agradável para ninguém. Vai fracassar, como aconteceu com o Caminho dos Parques (que é um dos maiores exemplos de projeto mal-feito). Estão construindo uma ciclovia ENJAMBRADA e divulgando na propaganda eleitoral como se fosse uma coisa maravilhosa. EPTC E CAPELLARI: OUÇAM OS CICLISTAS E FAÇAM BEM FEITO!

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