Porto Alegre, terça-feira, 12 de novembro de 2019.
PREVISÃO DO TEMPO
PORTO ALEGRE AMANHÃ
AGORA
29°C
28°C
20°C
previsão do tempo
COTAÇÃO DO DÓLAR
em R$ Compra Venda Variação
Comercial 4,1710 4,1730 0,74%
Turismo/SP 4,1200 4,3700 0,45%
Paralelo/SP 4,1300 4,3600 0,46%
mais indicadores
Página Inicial | Opinião | Economia | Política | Geral / Internacional | Esportes | Cadernos | Colunas
ASSINE  |  ANUNCIE  
» Corrigir
Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.
Nome:
Email:
Mensagem:
101383
Repita o código
neste campo
 
» Indique esta matéria
[FECHAR]
Para enviar essa página a um amigo(a), preencha os campos abaixo:
De:
Email:
Amigo:
Email:
Mensagem:
101383
Repita o código
neste campo
 
 
» Comente esta notícia
[FECHAR]  
  Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.  
  Nome:  
  Email:    
  Cidade:    
  Comentário:    
500 caracteres restantes
 
Autorizo a publicação deste comentário na edição impressa.
 
101383
Repita o código
neste campo
 
 
imprimir IMPRIMIR

Editorial Notícia da edição impressa de 23/02/2012

Capital precisa de condições para se desenvolver

A cidade de Porto Alegre tem uma série de problemas urbanísticos, não adequadamente resolvidos, como a maioria das grandes cidades, mas, aqui, eles geram prejuízos para a população e para o próprio desenvolvimento da metrópole. Há transporte ineficiente, que atende mal a vários bairros e o próprio centro; o trânsito é ruim, complicado, passando por ruas estreitas e mal asfaltadas, que geram engarrafamentos; a maior parte das ruas não possui placas de identificação, nem na área central e histórica, quanto mais nos bairros; o lixo residencial e de descarte de obras, mal recolhido, suja e polui ruas e avenidas. A tentativa de reunir o lixo em contêineres não funcionou plenamente porque os recipientes são pequenos e transbordam ou porque a população não tem o treinamento necessário para saber usá-los e ali colocar os resíduos apropriados. E o sistema atingiu uma área mínima da cidade.

Agora, a prefeitura de Porto Alegre está propondo um amplo debate sobre a criação de uma Lei dos Bairros, um instrumento jurídico que organize e defina claramente os limites dos atuais bairros (seriam 81), divida alguns e crie outros. Embora não seja uma proposta diretamente ligada à solução dos problemas apontados acima, poderá contribuir para gerar condições de forma que a administração pública e o setor privado possam adotar medidas de melhoria e garantia de melhores condições de vida para todos os moradores. Poderá, também, tornar a cidade mais atraente para novos moradores, novos negócios e, até, novas indústrias, escorraçadas da cidade nos últimos anos.

Há muitos bairros com extremas dificuldades, má conservação dos equipamentos públicos, falta de transportes e, até mesmo, problemas de abastecimento de gêneros alimentícios e bens de consumo, que poderão ser vistos, melhor percebidos e resolvidos, se houver um olhar mais acurado da administração sobre os bairros.

Um dos objetivos da proposta é facilitar o reconhecimento dos limites dos bairros pelos moradores, usuários ou prestadores de serviços por meio de uma descrição mais precisa que a atual. Isso contribuirá com as empresas de transporte coletivo, que poderão planejar melhor suas linhas, e com os empreendedores comerciais que gostariam de instalar mercados e lojas nos bairros e não o fazem por insegurança quanto ao futuro da região.

A proposta da Lei dos Bairros considera aspectos relacionados com a formação, história, geografia, população residente, considerações dos moradores, relações com bairros vizinhos, principais vias e alterações urbanísticas significativas. Haverá, pelo menos, dez reuniões, além de uma audiência pública na Câmara de Vereadores para debate. Organizadas pela Secretaria Municipal do Planejamento, as reuniões podem se transformar em fóruns de debates mais amplos. É importante que os representantes dos bairros participem das discussões. De acordo com o secretário do Planejamento, Márcio Bins Ely, as propostas sugeridas foram elaboradas para atender de forma efetiva ao interesse da população, com base em fundamentos técnicos. Isso não significa, no entanto, que não possam ser modificadas.

COMENTÁRIOS
Paulo - 23/02/2012 - 11h58
Não podem ser esquecidos os DEVERES da população. Lixo nas ruas não é geração espontânea da natureza, prédios pichados é culpa da população,não dá para permitir estacionamento de carros nas ruas, ampliando perpetuamente a necessidade de alargamento das vias urbanas. O transporte coletivo deve ter prioridade sobre a circulação de carros particulares. Enfim, para funcionar, precisaremos reccorrer a multas pesadas, esse é o caminho mais curto para a educação. Tolerância não cabe mais em POA. Seria importante cortar, também, todos os subsídios nos transportes coletivos, transferindo esse custo para o orçamento da prefeitura, tornando mais transparenteos gastos. Um subprefeito em cada bairro permitiria conhecer melhor as necessidades de cada local.

imprimir IMPRIMIR
TEXTOS RELACIONADOS
Gaúchos não são realistas e pedem o impossível
A Assembleia Legislativa aprovou o aumento do ICMS de 17% para 18%, mas apenas no governo José Ivo Sartori (PMDB)
Na ONU, Brasil e Vaticano com boas mensagens
"A importância das regras não pode ser maior que o amor", afirmou o Papa Francisco
O debate entre a inação e os reformistas gaúchos
A Assembleia Legislativa está aprovando reformas de base para que o Rio Grande do Sul consiga voltar a crescer
As tarifas e os juros que nos atormentam a vida
Há palestrantes ganhando um bom dinheiro para dizer às pessoas como elas devem administrar as suas finanças