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CICLOVIAS Notícia da edição impressa de 13/01/2012

IAB será responsável pela escolha de novo guarda-corpo cicloviário

JOÃO MATTOS/JC
Solução com toras de eucalipto foi rejeitada nas redes sociais da Capital
Solução com toras de eucalipto foi rejeitada nas redes sociais da Capital

O Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB/RS) será o responsável pela criação de um concurso popular com votação dos três melhores projetos para o guarda-corpo da ciclovia da avenida Ipiranga. A utilização das toras de eucalipto como proteção aos ciclistas no trecho entre a as avenidas Erico Verissimo e Azenha, foi criticada pela população nas redes sociais.

Em função disso, a prefeitura de Porto Alegre decidiu repensar a utilização do material como proteção dos ciclistas na Ipiranga. Nesta quinta-feira, o prefeito José Fortunati, que está em férias, pediu a colaboração dos arquitetos para encontrar um projeto melhor para a estrutura que será construída ao longo dos 9,4 quilômetros da via.

O presidente do IAB/RS, Tiago Holzmann da Silva, ressalta que entre as propostas está a criação do concurso com a participação dos porto-alegrenses. Outra alternativa será discutida com os técnicos da prefeitura. "Estamos abertos para colaborar não só na ciclovia, mas em obras da Copa do Mundo e da orla do Guaíba", destaca.

Nesta sexta-feira, acontece a primeira reunião entre a direção do instituto e o diretor-presidente da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Vanderlei Cappellari, na sede da empresa. Para este, a prefeitura defendeu a utilização das toras de eucalipto porque o material facilitaria a proteção dos ciclistas. "A nossa preocupação é com a segurança deles. Além disso, optamos pelo eucalipto por ser ecologicamente correto e mais barato", comenta. Já o presidente da Associação dos Ciclistas da Zona Sul, Paulo Roberto de Souza Alves, afirma que todas as propostas que proporcionem segurança aos ciclistas são bem-vindas e merecem ser discutidas com a população, principalmente pelos usuários de bicicleta.

COMENTÁRIOS
Rodrigo A. Barbieri - 13/01/2012 - 07h50
Que alívio!


RAFAEL EGIDIO RUVIARO -
13/01/2012 - 10h00
Tora de Eucalipto é para pousadas temáticas no campo, e não uma solução arquitetônica (nem estética e nem prática) para uma das principais avenidas de Porto Alegre. Se a idéia é uma proposta "ecológica" ou "sustentável", o uso de plantas como arbustos ou árvores baixas é uma excelente solução. Se a ideia era algo rústico, definitivamente não combina com a capital!


Denilson Carvalho Braga -
13/01/2012 - 10h48
Para essa ex-futura Ciclovia(vai ser usada por pedestres para fazer exercicios fisicos,tipo caminhadas,corrida,mães com carrinhos e seus bebês,entregadores de agua,skatistas etc...)seria mais inteligente proteger os ciclistas dos motoristas que circulam na Ipiranga,pois não vai ser surpresa que alguem seja atropelado em cima da ciclovia.Antes de sair por ai construindo Pseudo-ciclovias é preciso educar a população.Agora uma pergunta:Quem vai educar se as autoridades não têm educação para isso?Acorda Prefeitura,acorda Sr.Prefeito.


gladis rohde -
13/01/2012 - 11h58
Como viajo muito ( a serviço) tenho visto que espaços estão sendo mais ocupados com obras que vem de encontro às necessidades e o aumento da população e dos veículos. Sería utopia minha pensar que o arroio Dilúvio, onde gastam fortunas em cada limpemza, fosse canalizado, aterrado, fazer uma linha do aéromovel Coester aérea como Miami e embaixo seria uma ciclovia. Sei que existe o problema da ponte da Azenha, mas acho que bem pensado poderia dar certo. Nas laterias, 2 opções, ou estacionamento de ambos os lados da ciclovia, onde poderia se pagar junto com uma integrada do aéromovel até o centro ou cimplesmente ajardinar como diz o cidadão acima com árvores de médio porte, fazendo a proteção dos ciclistas. Atenção srs engenheiros e Paisagistas, unam-se e façam um projeto de primeiro mundo. Nossas Porto Alegre, agradeçe e mereçe, tirar a visão daquela sujeira toda do arroio e trazer segurança para quem dirige. Tenho vistos espaços mais ou menos assim,por ai...


nanci costa -
13/01/2012 - 13h29
Embalados na onda "verde, sustentável" pessoas com pouco senso estético e conhecimento técnico limitado optam por soluções grosseiras como essa das toras na ciclovia. Agora com concurso e opinião publica, principalmente dos usuários de bicicleta poderemos chegar a uma solução prática e segura. Aproveito para dizer que prefiro ver a proteção dos dois lados da ciclovia. Tenho mais medo dos motoristas do que do rio.


Sergio -
13/01/2012 - 14h48
Poxa! Terminaram com a "boquinha" do companhero que precisa vender os retalhos de escoras de eucalipto. Assim não dá, acabaram com o esquema, po. Falando sério era uma grande M...


TIAGO HOLZMANN DA SILVA, Presidente IAB RS -
13/01/2012 - 17h44
A notícia publicada contém alguns equívocos. A informação correta e completa é a seguinte: Informamos dos encaminhamentos acordados na reunião entre o IAB e a EPTC. Estavam presentes o pres. Cappellari e 3 técnicos da EPTC, mais Humberto Hickel (vice), Rogério Malinsky (vice) e Tiago Holzmann da Silva (pres.), pelo IAB. O encaminhamento foi o seguinte: - ação emergencial para tentar qualificar a intervenção com o nome de Seleção de Idéias para o elemento de proteção dos ciclistas; - Será divugado pela EPTC as diretrizes para as propostas e de como encaminhá-las; - o IAB é apoiador da iniciativa; - a seleção consiste no envio para a EPTC por mail, até dia 19 de janeiro, de um arquivo PDF contendo a idéia (planta, cortes, fotomontagem); - uma comissão técnica formada pelo IAB e EPTC seleciona 3 melhores propostas tecnicamente aptas que atendam as diretrizes e restrições do projeto; - estas 3 propostas são apresentadas em evento público para uma comissão de seleção (tipo uma banca) que avalia os 3 projetos e define o selecionado; - a comissão de seleção será formada por dois arquitetos indicados pelo IAB, 2 técnicos da prefeitura (EPTC e SMOV) e um técnico representante da comunidade. - o vencedor receberá 40 horas técnicas de remuneração pela idéia e passará a se relacionar diretamente com a EPTC para o desenvolvimento do projeto; - ainda não há solução para a formalização da contratação do vencedor mas está sendo buscada esta possibilidade. Acreditamos que esta proposta abre espaço para que os arquitetos contribuam e que o selecionado seja remunerado adequadamente. Por outro lado o IAB apresentou e a proposta de fazer um Concurso Público para toda a Av. Ipiranga, com prazos e recursos adequados e dentro da Lei de Licitações. (calçadas, pistas, ciclovia, arborização, mobiliário, paradas, equipamentos, etc.). O secretário achou ótima a proposta e se comprometeu a apresentar para o Prefeito. O IAB defende que obra pública deve ser contratada com concurso público e que um processo transparente e público é a única maneira de garantir o melhor projeto e evitar o desperdício de investimentos em obras equivocadas. Muito obrigado pelo interesse. Seguimos à disposição.


PAULO ROVARIS -
15/01/2012 - 08h33
Li um comentário onde alguém sugere a canalização do Dilúvio. Considero essa solução iviável. Primeiro pq não é com a canalização que poderão parar de fazer as dragagens, pois a maior parte do material retirado vem lá das nascentes do arroio e ficaria muito mais caro e difícil dragar o arroio canalizado. Segundo que estamos longe de acabar com a poluição do arroio, e o sol é um fator importante na ação de bactérias que atuam sobre poluentes. E terceiro que o dilúvio é um arroio e não um esgoto, e arroio não tem que ser canalizado. Canalizar é esconder o problema, temos que brigar pela revitalização (nesse caso a palavra tá certa) do arroio Dilúvio.

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