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Artigo Notícia da edição impressa de 22/12/2011

Arena Porto-Alegrense S.A. Que negócio é este?

Henrique Wittler

A área destinada à Arena gremista no bairro Humaitá desde o início apresenta situações que intrigam a população e levam a mesma a tecer os mais fortes comentários, com suspeita de favorecimento. Recentemente surge o nome de uma firma que gera comentários, a Arena Porto-Alegrense S.A. Relembrando, a área em questão, com seus 37 hectares, que havia sido doada pelo Estado à Federação dos Círculos Operários do Rio Grande do Sul (Fcors), de uma hora para outra passou para as mãos da Construtora OAS, por apenas R$ 40 milhões, bem mais em conta que a área que estava em negócio e que pertencia à Habitasul, que com apenas 27 hectares era negociada em 2008 por valor em torno de R$ 80 milhões. Ao ser negociada, a área da Fcors teve liberadas da escritura as cláusulas de impenhorável e inalienável, podendo ser de quem quiser. O decreto que determinou o negócio destinava por lei a área ao Grêmio, mas por milagre a área foi parar nas mãos da Nova Humaitá Empreendimentos Imobiliários, empresa ligada à Construtora OAS. Com a destinação da área para a Arena foram extintos oito campos de futebol, foi suprimida uma grande área de banhado onde as aves em migração faziam repouso e foram extintas duas escolas. Na área havia, nos anos de 1970, um grande lixão que ali permaneceu e que futuramente poderá apresentar a formação de gases.

A área da Nova Humaitá Empreendimentos Imobiliários teve aprovada pelos vereadores construções com até 80 m de altura, bem superior aos índices do bairro Humaitá, que limita as construções a 9 metros. As altas construções contrariam as regras de segurança de voo. Recentemente, em 2010, áreas desapropriadas pelo município foram incorporadas por doação ao patrimônio do Grêmio, gerando um acréscimo patrimonial que não poderia estar previsto no contrato de permuta (2008). A nova empresa, S.A., agora criada, apresenta um capital de R$ 1.000,00 com cláusula de sigilo do nome dos sócios e está no endereço da própria OAS. Devemos nos lembrar de que existe uma isenção fiscal de R$ 30 milhões que poderão cair nas mãos desta empresa por ser a contratante.

Engenheiro civil e perito ambiental

COMENTÁRIOS
Gabriel - 22/12/2011 - 01h22
Bom não gostaria que meu comentário ficasse marcado pela relação "futebolistica", então vou ao assunto, não é do meu interesse defender construtoras, mas ao mesmo tempo que esse artigo fala mal do projeto ele se contradiz,quando se fala de área de repouso para aves é citado um lixão (comprovado em estudo que não existiu); por outro lado temos as escolas, relocadas pela construtora; sobre questões financeiras creio que o projeto se autossustente, e ainda seja elemento de saneamento da localidade.


Cleiton dos Santos -
22/12/2011 - 13h16
Pra quem acompanha a obra desde o início, e sabe quem está por trás fazendo consultoria e utilizando sua expertise (Amsterdam Arena Advisory, Banco Santander, Fundação Getulio Vargas etc), inclusive constatando que não há problema algum com o tal "lixão", teu comentário soa muito ignorante. Aliás, você foi até o local da obra? Fez estudos profundos? Ou tá só palpitando? Jornal do Comércio já teve mais credibilidade...


Rodrigo Mendes -
22/12/2011 - 14h54
Lamentável este tipo de Artigo e a postura como se coloca o experiente engenheiro que, como o amigo bem pontuou abaixo, nem deve ter visitado a obra. Pelo que pude observar, nenhum dos "ataques" estão fundamentados. Quanto ao valor do terreno, está sendo comentado que existia um vizinho que valia o "dobro". valia mesmo? Porque só vale se alguem tiver pago o valor pedido. Eu posso por a venda o meu Fusca 87 por R$ 150 mil, mas isso não significa que ele valha isso! Quanto aos prédio de 80 metros, isso so prejudicaria se fosse rota de pouso ou decolagem. caso contrário, este padrão é normal em grandes cidades. Mas o que é mais gritante é a informação sobre isenções tributárias. Se o engenheiro tivesse ao menos se preocupado em abrir a lei que concedeu as isenções ele observaria que exigem regras severas para que se possa usufruir. Estas amarras tem como unica finalidade impedir que estes benefícios se transforme em aumento de margem de lucro da construtora. Inclusive, determina que o contrato tenha que estar expressamente prevendo a desoneração dos tributos. E na boa, não é dificil fiscalizar, uma vez que os principais materiais adquiridos na construção (aço, cimento, brita, locação de máquinas) são quase "commoditizados". Quanto ao ao Patrimonio Líquido ser de R$ 1.000, não entendi quala critica! Projetos estruturados como este podem ser realizados com 100% de capital de terceiros - financiamentos (o que acredito que não tenha sido o caso). Também não sou a favor das contrutoras, mas acho imprudente, inoportuno e aproveitador. Minha sugestão para os próximos artigos: fundamente a critica, fale também das coisas boas (reconstrução das escolas, desenvolvimento e valorização da região, construção de umas das Arenas mais modernas do País, criação de empregos e geração de renda, etc.) e não apenas vomite dados isolados com a única finalidade de aparecer na imprensa.


Henrique Wittler -
23/12/2011 - 21h43
Onde estão as duas escolas? Uma que esta sendo feita no Humaitá é bem menosr que a que existia, não tem 1/3 da outra. Quanto a área, a construtora pagou 40 milhões e o ônus das obras serão custeadas por este valôr. Porque o Grêmio ou OAS não comprou a área da Habitasul ao lado por 80 milhões em 2007? Só conseguiu esta da FCORS em 2009/2010 por 40 milhões, não é estranho? Quanto a futebol, não levo em conta minha escolha clubística, pois também questiono o Internacional. Sou contra maracutaias e enriquecimento ilícito de pessoas ou construtoras. O resto é o resto, aceito críticas mas mantenho minha opinião em base de meus conhecimentos da área e do assunto. Quem acha isto normal deve dar risada das denúncias do mensalão e do caso Detran.


Alexandre -
27/07/2012 - 15h36
O texto é péssimo, não apresenta argumentação alguma, só joga ao vento coisas sem embasamento e estudo por parte do autor.


Sérgio Estrella -
21/12/2012 - 15h52
Se vocês olharem, rapidamente, o perfil deste "respeitado" estudioso, verão o motivo dessa amargura. O mesmo posta link de página do colorado! Está explicado: mais um com dor-de-cotovelo.


Sérgio Estrella -
21/12/2012 - 15h55
Será que o ilustre não vai piblicar nada sobre os empreendimentos projetados sobre um aterro as margens do Guaíba, na Padre Cacique? Ou será que não irá gerar dano ambiental???


renan -
27/12/2012 - 11h01
comentários assim deveriam vir com a preferência clubística do autor no rodapé, porque todo mundo sabe como funciona. Tais indagações poderiam ser feitas sobre as 4, 5 doações de terras ao Inter, a concessão do Parque Gigante por 20 anos e o aumento dos índices construtivos do mesmo clube, que está investindo míseros 300 milhões em POA, enquanto Grêmio e OAS já investiram 650 milhões e investirão mais 1,5 bilhão.


lucas -
27/12/2012 - 11h04
digitem "Henrique Wittler + colorado" no Google e descobrirão as intenções desse engenheiroZINHO.


ArthurJ -
27/12/2012 - 11h45
Perguntas: Estas questões sócio-ambientais não estavam contempladas no EIA-RIMA? Nele não constavam medidas mitigatórias? A alteração da altura de construções não seria alterada se não contasse com a aprovação da aeronáutica. Qual foi o embasamento do artigo? Nenhuma fonte foi citada.


Ricardo -
27/12/2012 - 12h05
Chora coloradinho!


Samuel -
27/12/2012 - 12h40
Henrique Wittler, acredito que houve maracutaia para o Sr. receber seu diploma. Não acredito que uma pessoa tão fraca possa escrever em um jornal que pelo menos um dia, já foi conceituado.


PRA -
27/12/2012 - 12h55
Comentário maldoso e infelizmente de alguém muito desinformmado sobre a realidade dos fatos. Lamentável que tenha partido de um jornalista, profissão tão nobre.


MARCOND KNOOP JUNIOR -
27/12/2012 - 14h05
Aqui explica tudo!! http://www.torcidacolorada.com.br/index.php/component/kunena/4-debates-sobre-o-inter/695-porque-perguntar-ofende-arena-do-gremio-e-gas-metano.html?Itemid=0#733 Dor de cotovelo descarada!! Não sei como o JC ainda mantem um cidadão desses no seu quadro de funcionários!! lamentável!!


Leo Meira -
27/12/2012 - 14h16
Adoro fanáticos pousando com "poupa" de isentos. Eles são o melhor esteriótipo para a definição de incoerência. Não sei que tipo de profissional é o Sr. Henrique Wittler, mas vendo suas postagens no Youtube eu entendo toda essa amargura. Seria interessante o Sr. falar do quão prejudicial foi para o ecosistema do Guaíba o aterro onde foi construído o Beira Rio e o Parque Gigante. Mas seria pedir demais para um fanático sem bom senso nenhum.


thiago -
27/12/2012 - 14h22
É SIMPLESMENTE LAMENTÁVEL UM JORNAL COM TAMANHA HISTORIA PERMITIR QUE UM PROFISSIONAL UTILIZE O SEU MEIO DE COMUNICAÇÃO PARA DIVULGAR SUA OPNIÃO PESSOAL EXTREMANTE CARREGADA DE FANATISMO CLUBISTICO. ESTE SENHOR PARTICIPA DE UM FORUM RELACIONADO AO SPORT CLUBE INTERNACIONAL TECENDO COMENTÁRIOS NESTE DEPRECIATIVO A OBRAS DA ARENA SEM QUALQUER EMBASAMENTO JORNALISTICO. EU COMO LEITOR ASIDUO DO JORNAL ME SINTO OFENDIDO POR ESTA ATITUDE. ENTRAREI EM CONTATO COM O RESPONSAVÉL COM O EDITOR CHEFE. POIS É UM ABSURDO O QUE ESSE CIDADÃO DISFARÇADO DE JORNALISTA ESTA FAZENDO!


Onésio Machado -
27/12/2012 - 14h30
Essa turma da paranóia se defende atrás de um escudo intransponível. São livres para falar uma quantidade livre de bobagens, sem sequer citar fontes, e quando rechaçados apóiam-se na idéia de que estão sendo perseguidos por interesses mercadológicos, clubísticos ou, não raro, sobrenaturais. Facilita também a esses sujeitos os comentários que se lê aqui, onde a grande argumentação contra a tonelada de lixo digitado pelo autor é o fato do sujeito ser colorado. Não é, por fim, só a arena que está sob um monte de lixo.


Francisco -
27/12/2012 - 17h55
E o estádio que vai invadir a Av Padre Cacique e que nem escritura tem???

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