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Terceiro Setor Notícia da edição impressa de 24/10/2011

Parceiros Voluntários e BID concluem projeto conjunto

ONG gaúcha treinou 76 organizações sociais na área de transparência

Clarisse de Freitas

MATHIAS CRAMER/DIVULGAÇÃO/JC
Maria Elena pretende levar o projeto para outros estados do País
Maria Elena pretende levar o projeto para outros estados do País

Uma metodologia de gestão e transparência voltada especificamente para as entidades do terceiro setor no Brasil será apresentada amanhã pela ONG Parceiros Voluntários e pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Trata-se do projeto Desenvolvimento de Princípios de Transparência e Prestação de Contas em Organizações da Sociedade Civil, que começou a ser desenvolvido há três anos e capacitou em três etapas-piloto 148 pessoas ligadas a 76 organizações sociais.

Segundo a presidente da Parceiros Voluntários, Maria Elena Johannpeter, o evento será dedicado à prestação de contas da etapa de desenvolvimento do projeto e à celebração dos resultados alcançados. O trabalho, desenvolvido com o investimento inicial de US$ 800 mil feito pelo BID, capacitou as entidades sociais distribuídas por 21 cidades do Estado a desenvolver projetos que movimentaram R$ 17 milhões.

A presidente da Parceiros Voluntários explica que a mobilização feita pelas entidades, que atraiu novas parcerias em 85% dos casos (o equivalente a 344 acordos), desenvolveu 150 projetos e promoveu a adoção de ferramentas de gestão, a implantação de itens de prestação de contas e a disponibilização dos dados para os stakeholders (fornecedores, colaboradores, público atendido e sociedade). Os organizadores do projeto estimam que, assim, 76% das organizações experimentaram um aumento de receita.

“Acredito que todos os projetos sociais precisam muito de recursos humanos qualificados, por isso, na Parceiros Voluntários, trabalhamos para aproximar as pessoas e as organizações. Outro ponto de necessidade é gestão. Aqui primeiro ouvimos as entidades, depois formatamos as metodologias para atender a cada organização dentro da sua realidade. Acreditamos que a qualificação é importante para manter a teia da solidariedade funcionando de forma eficiente, eficaz e com transparência”, diz.

Segundo Maria Elena, agora a Parceiros Voluntários trabalha para que a metodologia desenvolvida no Rio Grande do Sul seja disseminada pelo Brasil. O primeiro passo, segundo a gestora, é a negociação já em curso com o BID para que a instituição financie o treinamento de organizações sociais de outros estados. A entidade busca, ainda, convencer empresas a condicionarem o financiamento de projetos de ações sociais ao treinamento de gestão e transparência, oferecendo a capacitação às entidades apoiadas.

“Essa iniciativa do BID no Brasil é parte de um programa mais amplo, que também está sendo desenvolvido em países como a Argentina, o Chile e a Espanha. Em cada país houve uma etapa de adequação dos conceitos e aplicação experimental das práticas. Levar a formatação final aos outros estados é capitalizar o investimento feito até aqui no Brasil”, avalia, ao observar que boa gestão e transparência se tornaram ainda mais importante já que, nesse momento, os organismos internacionais que financiam o terceiro setor já deixaram de ver o Brasil como destino prioritário e o País passa por uma série de denúncias envolvendo organizações não governamentais.

Além de ajudar a separar “o joio do trigo”, a transparência é fundamental, na avaliação de Maria Elena Johannpeter, para superar o entendimento de que o idealismo é suficiente para garantir bons resultados às organizações sociais. “O idealismo deve ser somado ao profissionalismo. Isso potencializa os resultados e faz com que as pessoas se engajem à causa”, afirma a presidente da ONG.

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