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História do Comércio Gaúcho Notícia da edição impressa de 03/10/2011

Gang revoluciona o varejo gaúcho

Ao lançar uma loja voltada aos jovens, há 35 anos, Sílvio Sibemberg mudou o segmento de vestuário. O público adolescente passou a ter roupas de acordo com seu perfil
JOÃO MATTOS/JC
Sibemberg identificou no nicho adolescente um público que não tinha atendimento especializado
Sibemberg identificou no nicho adolescente um público que não tinha atendimento especializado

A importância do consumidor jovem para o comércio pode ser facilmente verificada hoje em dia pela grande quantidade de lojas, produtos e material publicitário voltado para esse segmento. Mas cerca de 40 anos atrás, em Porto Alegre, a situação era muito diferente. Havia uma grande deficiência no mercado para esse nicho, com falta de opções de roupas e de atendimento diferenciado para o público adolescente.

Esse cenário começou a mudar quando um empreendedor de apenas 20 anos resolveu criar uma loja voltada diretamente para atender aos desejos do consumidor jovem. Dessa experiência, surgiu a Lojas Gang, a mais tradicional rede varejista desse segmento de mercado no Estado. Embora a empresa tenha completado 35 anos em 2011, a relação de seu fundador, o empresário Sílvio Sibemberg, com a moda jovem é ainda mais antiga.

A história da criação da Gang começou exatamente devido a uma necessidade comum aos jovens: estar bem vestido para uma festa. “Eu precisava de uma calça nova para ir a uma festa, então percorri o comércio do Centro de Porto Alegre para comprar. Mas percebi que, das quatro ou cinco lojas que havia todas revendiam produtos iguais, das mesmas marcas”. Essa situação contrastava com o cenário de diversidade de ofertas que Sibemberg encontrou no Rio de Janeiro, para onde havia viajado recentemente. “Isso despertou em mim uma possível oportunidade de negócio, começava a nascer um comerciante que até então estava enrustido”, lembra.

Assim, em maio de 1970 foi aberta a loja Cuecão, numa galeria da rua Ramiro Barcelos, perto da esquina com a avenida Independência, local que se tornou rapidamente uma referência para a moda jovem na Capital. Dois anos depois, Sibemberg fez uma parceria para fundar uma loja de camisas, a Saco. Com essa sociedade, foi criada a Saco & Cuecão. Mas em 1974 o empresário saiu do negócio para ter uma experiência na indústria, trabalhando na fábrica da Ellus, em São Paulo. Ele queria conhecer “o outro lado do balcão”. 

Durante esse período, com sua esposa e os filhos pequenos em Porto Alegre, Sibemberg ia toda segunda-feira para São Paulo, retornando para a Capital gaúcha na sexta. Tendo que optar que rumo daria a seu futuro, decidiu permanecer no Estado e voltar às atividades de comerciante. Dessa forma, no início de 1976, foi criada a Gang.

A primeira loja aberta ficava na galeria Malcon, no Centro, e era multimarcas. Mas depois de dois anos a Gang tornou-se uma revendedora quase exclusiva da Levi’s. “Nosso slogan na época era O Reino da Levi’s”, lembra Sibemberg. Essa parceria durou cerca de quatro anos, quando o empresário sentiu a necessidade de investir também no segmento crescente de surf wear. “Por volta de 1982, já éramos private label e tínhamos um grupo de fornecedores que só criava para nossa marca própria.” A partir dessa mudança, a rede começou a fazer sua expansão para fora da Capital. A primeira filial aberta no Interior do Estado foi em 1984, em Pelotas.

Rede expande para novas regiões

Atualmente, a Gang conta com 33 filiais entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, e outros 150 pontos de venda multimarcas espalhados pelo Brasil. Apenas em 2010, a rede comercializou 1,6 milhão peças. Mas os planos de expansão continuam fortes.

Em 2011 foram abertas três novas lojas, em Santa Maria, Ijuí e Santo Ângelo. “Temos mais duas ou três cidades no Interior onde queremos estar presentes, além de entrar no Oeste catarinense, onde temos um recall forte de marca”, afirma Sibemberg.

Próxima semana: Grazziotin

COMENTÁRIOS
Luiza - 04/10/2011 - 11h34
Contém neste texto parágrafos repetidos.


Redação JC -
04/10/2011 - 13h45
O erro já foi corrigido. Att.


Daniel -
10/10/2011 - 11h27
A qualidade acaba sendo um diferencial a mais dos produtos da Gang, mesmo custando até 50% menos que produtos de marcas mais conhecidas a nível mundial a qualidade é semelhante, e bastante superior à do que se vende em lojas mais generalistas como Renner, C&A e Riachuelo, por exemplo. E apesar das lojas serem menores isso não prejudica a agilidade no atendimento como na Renner com aquelas filas enormes nos caixas...

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