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AGRONEGÓCIOS Notícia da edição impressa de 26/09/2011

País conhece os 16 vinhos mais qualificados da safra

Em Bento Gonçalves, 19ª Avaliação Nacional de Vinhos reuniu no final de semana 820 degustadores vindos de sete países

Danilo Ucha, de Bento Gonçalves

GILMAR GOMES/DIVULGAÇÃO/JC
Especialistas de vários países avaliaram vinhos em Bento Gonçalves
Especialistas de vários países avaliaram vinhos em Bento Gonçalves

Dezesseis comentaristas de vinhos de sete países e 820 degustadores de todo o Brasil provaram, sábado passado, em Bento Gonçalves, os 16 vinhos mais representativos da safra 2011, cuja maioria, especialmente os tintos, será colocada no mercado em 2012. Depois de pontuados, às cegas, os vinhos tiveram seus nomes, produtores e procedência divulgados.

Os 16 melhores vinhos desta safra serão, na categoria vinho base para espumantes, dois chardonnays, um da Domno do Brasil e outro da Casa Valduga; na categoria branco fino não aromático, o Riesling Itálico da Cooperativa Aurora, o Chardonnay Nova Aliança, o Chardonnay Goés & Venturini e o Chardonnay Don Giovanni; na categoria branco fino seco aromático, o Moscato R2 Perini e o Moscato Giallo Don Guerino; na categoria rosé seco, o Cabernet Sauvignon Rosé, da Almadén; na categoria tinto fino seco jovem, o Merlot Salton; na tinto fino seco, o Merlot Basso, o Merlot Luiz Argenta, o Syrah Almaúnica, o Cabernet Sauvignon Rasip, o Tannat Gheller e o Tannat Seival Estate.

A safra 2011, pela quantidade de amostras inscritas e pela qualidade dos vinhos selecionados nesta 19ª Avaliação Nacional de Vinhos, promoção da Associação Brasileira de Enologia e do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) com apoio da Embrapa, foi considerada uma das melhores dos últimos anos, tanto em volume de produção quanto em excelência. Ao final, foi divulgada a relação dos 30% mais representativos entre as 383 amostras inscritas por 72 empresas.

Vários estrangeiros se disseram surpreendidos pelo que beberam. O enólogo Sérgio Hormazabal, vice-presidente da Associação de Enólogos do Chile, afirmou que “foi uma surpresa agradável ver o crescimento da qualidade dos vinhos brasileiros”. Jean-Lucien Cabirol, doutor em Enologia, da França, afirmou que “os brasileiros estão no bom caminho e devem ter orgulho dos seus vinhos”.

O italiano Roberto Rabachino, presidente da Fisar Internacional, gostou tanto do tannat que lhe coube degustar (Tannat Seival Estate), que afirmou que se soubesse quem era o produtor encomendaria 100 caixas para dar de presentes aos amigos, uma delas “ao meu presidente Silvio Berlusconi, porque este tannat é como uma mulher envolvente, quente, apaixonada, mas muito jovem, quase uma adolescente”.

A avaliação foi aberta pelo governador Tarso Genro, que anunciou duas boas notícias para o setor. Primeiro, o atendimento da demanda do Ibravin de aumentar em 50% as verbas do Fundovitis, que são usadas na promoção do vinho; segundo, a destinação de R$ 3,6 milhões de recursos federais para a criação do Laboratório do Vinho na Região da Campanha, dentro da Unipampa.

COMENTÁRIOS
celso barbosa andrade - 26/09/2011 - 12h24
O GRANDE PROBLEMA DOS VINHOS NACIONAIS É A ELEVADA ACIDEZ! OS MELHORES VINHOS DO MUNDO SÃO OS CHILENOS E NÃO ADIANTA GASTAR DINHEIRO COM VINHOS DE OUTRAS PROCEDENCIAS!


Eduardo Tlach -
26/09/2011 - 13h46
Os vinhos brasileiros estão cada melhores. Dizer que só um país pode fazer bons vinhos é estar desinformado.


Gilmar -
27/09/2011 - 22h24
Um dos problemas dos brasileiros é ainda a baixa divulgação e o bom marketing. Quem ficou sabendo deste evento....os gaúchos deveriam fazer um teste pra erva-mate também...


Angela -
28/09/2011 - 09h12
Realmente desprestigiar os vinhos nacionais, mostra tamanha ignorância de caso.


Flávio -
28/09/2011 - 13h55
Dizer que os vinhos nacionais são ácidos é não conhecer todos os vinhos aqui produzidos. Provem os vinhas da REGIÃO DA CAMPANHA - São òtimos.

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