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Conexão Política Adão Oliveira
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Conexão Política

Coluna publicada em 29/08/2011

Negociar é preciso

Esta queda de braço entre parte da Brigada Militar e o governo do Estado precisa acabar o mais rápido possível. A sociedade gaúcha, que a tudo vê, se mostra intranquila e insegura com o que está ocorrendo. Os brigadianos – soldados, cabos e sargentos - querem aumento nos proventos. Os caras ganham pouco. São os mais baixos entre as polícias militares de todo o Brasil. O governo alega não ter condições de atender a esta reivindicação. Está criado o impasse. Mas daí, queimar  pneus em estradas por este Rio Grande afora não é um bom exemplo de que a força pública do Estado dá à população que dela precisa e nela confia.

Como diz Tarso Genro (PT), isso é um delito. “É crime”. No fim da semana passada, aconteceu uma reunião entre as partes, na Casa Civil. O encontro foi tenso, duro e deu em nada. Os brigadianos deram uma trégua ao governo ate a próxima quarta-feira. Se até lá não chegar  proposta que reabra a negociação, vai haver o recrudescimento do movimento. Será que eles voltarão a queimar pneus? Irritado com tudo isso, o governador resolveu entrar no debate público, levando a discussão para dentro de seu gabinete. Não deveria ter feito isso. Ele deveria ter se preservado.  Agora, uma solução para o problema terá que ser encontrada. Afinal, no plano do Executivo, o governador do Estado é a última instância. É preciso negociar! Ameaçar integrantes da Força Pública, da qual é comandante em chefe, com “pulso firme”  radicaliza o impasse e dificulta a sua solução.

Irritabilidade

Grande parte das pessoas que compareceram à posse do ministro Mendes Ribeiro (PMDB), no Palácio do Planalto, voltou impressionada com a dureza do semblante da presidente Dilma Rousseff (PT). Ela foi protocolar. Ela era um misto de preocupação e irritação. Também pudera! A relação do governo com a base de sustentação no Congresso é frágil e inconfiável. Além disso, tem muita gente se metendo no governo: Lula (PT), José Dirceu (PT). Cruzes!!!

Basta!

A presidente Dilma, na avaliação popular, deveria chamar essa gente do PT que está todo o dia dando “pitaco” no governo, minando sua autoridade, e dar um “chega pra lá neles”. Esta intromissão está afetando a governabilidade do País. O governo está devagar, quase parando. Lula e José Dirceu estão passando para a população a ideia de que dividem o poder com a presidente da República. Inacreditável!

Viagens

O presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia, do PT do Rio Grande do Sul, está na berlinda. A imprensa que cobre o Congresso Nacional quer saber como ele gastou, nos últimos quatro meses, R$ 54 mil em viagens em jatinhos fretados, se o seu rendimento como deputado é de R$ 26,7 mil (bruto) ou renda líquida de R$ 20 mil líquido. Não é fácil explicar.

Jatinho

Conselho de uma velha raposa da política, aos que estão assumindo cargos na administração federal: “Façam como em exame de urina, dispensem o primeiro jato”. É uma alusão clara à utilização de jatos de propriedade de empresas privadas por altos funcionários do governo.

COMENTÁRIOS
Bruno Gomes - 29/08/2011 - 13h16
Muito obrigado amigo Adão, pelas lindas palavras que foi colocado sobre negociar e preciso, pois o governo fez a promessa na sua campanha e não esta cumprindo, então simplesmente os Policiais estao no seu direito de cobrar, ele sabe na miséria que os policiais ganham, o pior salario do brasil, sendo que é o Estado onde é o mais rico. Muito obrigado pela sua força, obre a materia.


Paulo R Alves da Silva -
09/09/2011 - 18h17
É Sempre a mesma conversa o governo nunca tem dinheiro,não tem dinheiro para dar aumento sálarial p os brigadianos, não tem dinheiro p pagar precatorios e nem Rpvs só que se o funcionario público deve p o Estado no mes seguinte já vem o desconto implantado no contra cheque,é uma vergonha! Prometem,prometem e sempre acabam não cumprindo c suas promessas, até quando vai tudo isso? Concerteza é compreensivel a revolta dos brigadianos, pois quem tem o dever de zelar pela segurança da sociedade sai a rua preucupado c suas famílias.

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