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Palavra do Leitor Roberto Brenol Andrade
opiniao@jornaldocomercio.com.br

Palavra do Leitor

Coluna publicada em 03/08/2011

Inmetro e as tomadas

Como as tomadas antigas foram proibidas de serem comercializados no Brasil, os comerciantes que ainda as têm em estoque retiraram da vista do consumidor deixando-as nos depósitos. Por sua vez, a fiscalização do Inmetro faz buscas nos depósitos e, ao encontrar algum modelo antigo, lavra o auto de infração, mesmo que não estejam à vista do consumidor, pois existe a presunção de que serão comercializadas. Portanto, não basta retirar da vista do consumidor. Tem que retirar de dentro do estabelecimento para evitar o pagamento de pesadas multas. (Antonio Carlos Paz - acpaz.adv@terra.com.br)
 
Telefones

Solidarizo-me com o leitor Arisolo Palma, em matéria publicada na edição deste jornal, com relação a problemas com telefones. Também tenho queixas contra a Operadora Claro. Há meses recebi a conta do meu celular de nº 054-91181983 de um telefonema de 5,06 minutos feito em 12/1/2011, valor de R$ 94,39. Cobraram o valor de cinco horas, o que corresponde em média mensal, deste meu telefone, a cinco meses de uso. Um absurdo. Contatei com o interlocutor desse mesmo telefonema, o qual concordou comigo de que aquela ligação não teria passado de dois minutos. Afirmou que sempre que recebe ligação em seu celular, após a conversa, desliga automaticamente o seu aparelho, o que termina o contato havido. Reclamei à Operadora Claro, daquele suplício que atingiu o senhor Arisolo e nada recebi de positivo, alegando a operadora que tudo estava correto nos seus registros e que eu deveria pagar a conta, dando a mesma como exata. Paguei, para evitar problemas com minha entidade de classe, já que esta mantém convênio com a operadora de telefone. (Gentil T. Pompeyermar, Bento Gonçalves/RS)

Furtos

Os bairros Rio Branco e Bela Vista são o paraíso para os que querem furtar estepes, rádios, CDs e até mesmo automóveis completos. É uma farra quase que diária, da Protásio até o Colégio Americano, nas ruas transversais, é uma “festa” só para os larápios. Não daria para uma viatura da BM passar mais seguido por aquelas ruas? Os ladrões estão tão descarados que, semana passada, um estava furtando pneu, rádio e até cadeirinha de bebê do banco traseiro de um automóvel quando um morador chegou à janela e gritou “ladrão”. Calmamente, ele levantou o dedo do meio da mão, aquele que o urologista usa no exame de toque retal, riu e foi embora. Tranquilo, sem problema. Essa é a Capital do Rio Grande do Sul. (Adão Silveira de Mattos, Porto Alegre)

Na coluna Palavra do leitor, os textos devem ter, no máximo, 500 caracteres, podendo ser sintetizados. As cartas publicadas com assinatura nesta página são de responsabilidade dos autores e não traduzem a opinião do jornal. A sua divulgação, dentro da possibilidade do espaço disponível, obedece ao propósito de estimular o debate de interesse da sociedade e o de refletir as diversas tendências.
COMENTÁRIOS
Severino de Araújo Ferreira - 03/08/2011 - 14h20
Desperdício. Deixar de utilizar os estoques de tomadas do modelo antigo é simplesmente jogar dinheiro no lixo: um desperdício. Essas tomadas não podem mais ser fa bricadas, tudo bem, mas os estoques delas, teve um custo de produção. O Brasil não pode se dá o luxo de desperdiçar.


Henrique Wittler -
05/08/2011 - 13h00
Realmente o INMETRO esta exorbitando em suas funções. Passou á ser o carrasco dos comerciantes. Dveriamos verificar se estes têm realmente talpoder porque o que se sabe é que o INMETRO é um orgão encampado pelo Governo de Santa Catarina, não é do Gov Federal. Como tudo no Brasil, quando aparece qualquer orgão se dizendo federal já parece o como ganhar dinheiro com ele. O INMETRO como os azuizinhos não tem salário do governo, mas do que arrecadam com multas. Haja Saco e paciência.


Henrique Wittler -
05/08/2011 - 13h05
Não só é desperdício de dinheiro como também tem sido um agravante em possíveis choque em face da adaptação, muitas vezes problemáticas dos novos pinos às tomadas antigas que vão existir ainda por muito tempo nas obras existentes. Em uma placa de 6 tomadas de computador (nova), para adaptar os pinos existentes hoje nos bens junto às residências é uma engenhoca mal feita e põe em risco o usuário e inclusive a possibilidade de incêndio. Se algo ocorrer o INMETRO deverá ser processado, quem avisa amigo é.

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