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Profissão Notícia da edição impressa de 08/06/2011

Exame de Suficiência põe em xeque o ensino contábil

Realizada depois de um intervalo de seis anos, prova apresenta um baixo índice de aprovação em todo o País

Gilvânia Banker

GABRIELA DI BELLA/JC
Estudantes poderão se preparar para o próximo teste, previsto para setembro deste ano
Estudantes poderão se preparar para o próximo teste, previsto para setembro deste ano

O mercado de trabalho para os contadores e técnicos vai ficar mais exigente na hora da escolha do profissional. Suspenso desde 2005, o Exame de Suficiência do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) voltou a ser aplicado. A primeira edição, realizada em maio, trouxe à tona um cenário preocupante. Apenas 5.650 dos 16.608 contadores que fizeram as provas em todo o País conseguiram aprovação, o que equivale a um percentual de 30,83%. Dos técnicos em contabilidade, 24,93% conseguiram a obtenção do registro validado pelo CFC.

O resultado se torna ainda mais dramático quando se leva em consideração a exigência de acertos, que era de apenas 50%. No Rio Grande do Sul, a média de aprovação foi de 37,38% para contadores. O alto índice geral de reprovação, de 69,17%, assustou as lideranças da Contabilidade. De acordo com a vice-presidente de Desenvolvimento Profissional do CFC e coordenadora da comissão estratégica para validação das provas, Maria Clara Bugarim, não houve destaque para nenhum estado, pois a média para cada região foi praticamente igual.

O exame teve como referência os conteúdos programáticos desenvolvidos no curso de bacharelado em Ciências Contábeis e no curso de Técnico em Contabilidade. Na avaliação da vice-presidente, o resultado era previsível, mesmo com o nível das provas não sendo considerado difícil. “O número reflete a realidade do ensino no País. É preciso um despertar das instituições para este produto que estamos disponibilizando no mercado de trabalho”, alerta. Maria Clara orienta para que os alunos que foram reprovados façam cursos de atualização no CFC.

O resultado, embora frustrante, não chegou a surpreender o presidente do Conselho Regional de Contabilidade do Rio Grande do Sul (CRC-RS), Zulmir Breda. “O exame mostrou o que nós já imaginávamos”, disse, convicto de que este é o espelho da proliferação de cursos em detrimento da qualidade. A tendência, na visão da vice-presidente, é que nas próximas edições o desempenho dos candidatos seja melhor, pois garante que o CFC irá buscar junto ao Ministério da Educação (MEC) maior participação na avaliação das instituições de ensino superior.

A análise é a mesma do presidente do CRC de São Paulo, Domingos Orestes Chiomento, que se mostrou decepcionado com o índice de desempenho do seu estado e do País. “Esperávamos que, no mínimo, 50% dos bacharéis e técnicos conseguissem passar por esse teste de capacitação profissional, como vinha acontecendo nas dez edições anteriores, realizadas no período de 2000 e 2004, quando o exame estava ainda em vigência.” Para ele, o resultado é preocupante e constata o despreparo dos profissionais para atender às exigências do mercado.

Como medida imediata, o sistema CFC/CRCs enviou as avaliações para todas as instituições acadêmicas autorizadas pelo MEC. O propósito é fazer com que os cursos se adaptem, da melhor maneira possível, adequando as disciplinas à realidade do mundo dos negócios, que tem uma dinâmica cada vez mais veloz. “Os contabilistas precisam estar aptos para acompanhar as exigências da nova economia mundial, subsidiando os empreendedores com informações confiáveis e de valor”, defende Chiomento.

O primeiro lugar em aprovação ficou com o Distrito Federal, onde 114 das 262 pessoas que prestaram o exame conseguiram obter o registro. O título de vice-campeão do ranking foi para o Rio de Janeiro, que recebeu 853 inscrições, com 334 candidatos aprovados, enquanto o terceiro lugar ficou para o estado da Paraíba, com 205 inscrições e 77 aprovados. O Rio Grande do Sul alcançou o quarto lugar.

De acordo com Chiomento, o resultado do estado paulista surpreendeu negativamente e deve ser analisado em relação ao desempenho obtido nas outras regiões, levando-se em consideração o número de faculdades existentes e o de bacharéis e técnicos que fizeram a prova.  São Paulo ficou em 11º lugar.

Para ele, a situação dos técnicos é ainda mais preocupante, uma vez que nos estados do Acre, Maranhão, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Tocantins e Mato Grosso nenhum candidato foi aprovado.

Novos cursos são aprovados sem avaliação criteriosa

O crescimento desenfreado de novas faculdades sem a avaliação criteriosa da qualidade do ensino é apontado como o principal motivo deste baixo índice de aprovação. Para a vice-presidente de Desenvolvimento Profissional do CFC e coordenadora da comissão estratégica para validação das provas, Maria Clara Bugarim, este resultado deverá forçar as instituições de Ensino Superior a melhorar seus cursos de graduação. Caso contrário, acredita, poderão ver seus alunos migrarem para outras faculdades. “Os estudantes irão cobrar melhorias no ensino de Ciências Contábeis de suas instituições”, aposta.

De acordo com dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), 32,3 mil alunos concluíram o curso de Contabilidade em 2009, nas mais de mil instituições de ensino da área contábil em todo o território brasileiro. O Estado gaúcho conta com 59 faculdades de Ciências Contábeis, porém, apenas uma delas, a Unisinos, oferece curso stricto sensu, mestrado e doutorado para os que desejam se aperfeiçoar na área. Para o presidente do CRC-RS, Zulmir Breda, esta é uma realidade triste, mas que precisa ser encarada, pois faltam profissionais com qualificação para atuar como docentes. No Brasil, existem apenas três instituições com doutorado em Contabilidade.

São aproximadamente 500 mil profissionais de Ciências Contábeis em atividade no País. Só no Rio Grande do Sul, o CRC-RS registra exatos 38.687 profissionais, entre técnicos e contadores. Para desenvolver com competência o seu papel perante as exigências do mundo moderno, o profissional precisa de constante aperfeiçoamento. A Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) já está discutindo a possibilidade de abrir cursos de mestrado a partir de 2014, em parceria com outros estados e países.

O problema, segundo o coordenador da Comissão de Graduação em Ciências Contábeis e Atuariais (Cgatu) da Ufrgs, João Marcos da Rocha, é a falta de professores com nível de mestrado e doutorado, pois a exigência do MEC é de que haja, pelo menos, dez doutores e, atualmente, a Ufrgs conta com apenas dois.

Na análise do coordenador, o resultado do exame demonstra que as faculdades de graduação estão num patamar que atende a uma expectativa mediana de mercado. A consequência disso é que muitos cursos terão de se reformular, pois os candidatos irão exigir mais das universidades e saberão escolher as melhores. “Será uma seleção natural”, acredita o professor, confiante de que o mesmo aconteça com o mercado de trabalho na busca por bons profissionais.

A Pontifícia Universidade Católica do RS (Pucrs) conta com vários cursos de especialização para a área contábil como Gestão Tributária, Controladoria e Finanças, Governança Corporativa e Gestão de Riscos, Auditoria e Perícia. O coordenador do curso de Ciências Contábeis da Pucrs, Saulo Armos, acredita que a universidade está no caminho certo, adequando-se para uma nova realidade, e leva em conta inclusive as Normas Internacionais de Contabilidade.

A Pucrs está mapeando os egressos que prestaram o exame para obter informação sobre seu desempenho. O objetivo, segundo Armos, é encontrar ações corretivas que possam diminuir os índices de reprovação nas próximas avaliações. “Não há forma de ensinar a contabilidade em seu estágio atual sem a estrutura das instituições de Ensino Superior”, argumenta o coordenador.

Retomada das provas foi obtida na Justiça

O Conselho Federal de Contabilidade (CFC) e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) são os únicos a exigir dos profissionais a aprovação em exame específico para ingresso no mercado de trabalho.

A obtenção do registro via comprovação de conhecimentos específicos foi suspensa em 2005, em decorrência de uma liminar que argumentava que, somente por lei, o conselho poderia aplicar tais provas. Apenas em 2010 o CFC obteve novamente o direito da aplicabilidade das provas, agora sob reconhecimento legal.

A vice-presidente de Desenvolvimento Profissional do CFC e coordenadora da comissão estratégica para validação das provas, Maria Clara Bugarim, lembra que a entidade lutou pela legalização do exame por ter consciência do nível insatisfatório do ensino de um grande número de faculdades de Ciências Contábeis no Brasil.

Os aprovados no exame terão o prazo de dois anos, a contar da data da publicação no Diário Oficial da União, para requererem o registro profissional no Conselho Regional de Contabilidade, na categoria para a qual tenham sido aprovados. O segundo teste está previsto para setembro deste ano.

COMENTÁRIOS
SILVIA BATISTA - 08/06/2011 - 11h27
O exame é correto na medida em que se torna um verdadeiro filtro para o ingresso de profissionais realmente qualificados e com responsabilidades. Evita-se a enxurrada de profissionais advindos de entidades com caráter duvidoso e que só estão preocupados com suas receitas mensais, não estabelecendo critérios de avaliação para a conclusão de cursos contábeis. A baixa aprovação só vem a comprovar que se faz necessário que a fiscalização seja permanente e criteriosa em relação ao ensino de profissionais da área contábil.


Alexandre Martins -
08/06/2011 - 12h05
Este fato como já relatado não é surpreendente. No período de 2000 a 2004 na existência desta avaliação, muitos eram reprovados e necessitaram entrar com recursos na Justiça para conseguir o registro, visto que na época não era legalizado. Finalmente, a partir deste momento teremos profissionais qualificados e instituições com verdadeiros interesse de preparar o profissional contábil.


ANTON RIBEIRO -
08/06/2011 - 12h17
Cabe Mandado de Segurança quanto à reprovaçáo de candidato que acertou 24 questões. Já foram concedidas liminares em São Paulo Antonio Ribeiro -Jornalista e Advogado


Rosicler -
08/06/2011 - 13h16
Realmente este indice de reprovação no exame de suficiência não surpreende. na prática se ve aplicações de conceitos inaceitáveis e sujeitas a penalização não só pela fiscalização profissional, xomo também, tributário. Tá louco!!!!!!


Rondinely Leal da Silva -
08/06/2011 - 14h27
Esse é o resultado de um sistema arcaico, que vem desde uma simples interpretação de texto (educação básica) até o nível de análise (graduação).Modelos já falidos de ensinos com salas super populosas e disseminação de ensino barato,só poderíamos divulgar estes resultados. O CFC em parceria com os CRC´S precisam estar mais integrados com estas faculdades afim de melhorar esses resultados. Como professor do Curso de Ciências Contábeis, tenho sempre "pregado" o pensamento crítico. É preciso conhecer o processo para depois cobrar aos responsáveis por esses demandos.


Paulo Ricardo Nacif Nicolau -
08/06/2011 - 16h00
Isso já estava escrito. Com a micharia que as empresas querem pagar para os funcionários da area contabil. Em alguma empresas privadas quem faz o acompanhamento contabil nem tem formação pra isso. As empresas pagando mal os funcionários da area contabil, tanto empresas privadas quanto escritorios. Como podemos querer que os futuros contadores se aperfeiçoem e invistam na propria carreira se alguns casos o profissional da area contabil nem ganha o sufuciente pras necessidades basicas da familia. Eu formei tem dois anos fui aprovado nesse exame que teve, e tem gente de vendas sem formação academica nenhuma que ganha mais que eu. Todos os dias quando acordo penso se escolhi a profissão certa. Não culpem apenas as faculdades culpem a sociedade como um todo.


Antonio Pires de Almeida -
08/06/2011 - 19h07
Sem entrar no mérito da exigência do Exame, quero protestar pelo fato de que é uma injustiça a exigência sem que antes, todos os que já, inclusive tem registro nos Conselhos, fação tb o exame. Justo seria que a cada ano, juntamente com o exame dos novos, um número adequado dos que já exercem a profissão tb fosse submitda ao exame, perdendo seu CRC temporáriamente caso não obtenham o performance exigido dos novos bacharéis que como os antigos chegam ao mercado. Apenas com a formação da escola e alguma prática, em casos excepcionais para alguns que na área já trabalham.


Francisco Aguiar -
09/06/2011 - 14h12
As Universidades e Faculdades devem avaliar a grade curricular e juntamente com o MEC e o CFC, proporemm mudanças que sejam beneficas aos discentes. Como professor entendo que existe uma proliferação de cursos de contábilidade sem o devido cuidado na ciência de transmitir conhecimentos. É valido o sistema de avaliação. Os alunos podem também avaliar o nível da faculdade pelo site do MEC.


Rangel -
09/06/2011 - 17h27
A eSTACIO de Sá, tem um péssimo professor-coordenador de Contabilidade, pensei em mudar de instituição, quando o próprio involuntáriamente relatou que ministra aula na Candido Mendes, ambas em Niteroi-Centro. Um professor que deixa qualquer um com dúvida de suas qualificações para estar nestas instituições... abs.


Gilvo de Farias -
11/06/2011 - 20h33
O contador e o Tecnico contabil deveria ter um salário inicial para podermos nos livrar dos empresarios do setor que obrigam os colegas a trabalharem com um salario que é ridiculo. O CFC deveria brigar por uma lei que obrigasse as empresas a paagarem um teto minimo de C$ 4.650,00 para que estivesse iniciando, mas com alegação de que somos autonomos não estão nem ai, ou melhor, estão sim sufocando os contadores e técnico com sálario vergonhosos e ridiculos. Pois um motorista de ônibus ganha mais que um contador resenformado. E como querem os senhores doutores que um resem estudas venha a ter a esperiencia de um area que muda a todo instante.


ana paula -
14/06/2011 - 16h10
trabalho em uma cfc e todos os alunos comparesem nas aulas. mas nao depende apenas do cfc se o aluno nao estudar e se dedicar fica dificil pois so depende dele proprio para obter um bom resutado... a qui nos trabalhamos com insentivo de premiaçao para que obter a maior nota no texte teorico... isso intimula muito os alunos a estudar adote vc tambem.


Mônica Gomes -
14/06/2011 - 23h29
O exame de suficiência vem provar a realidade que todo mundo já sabia. A baixa qualidade dos cursos de ciências contábeis. É impressionante como qualquer faculdade que se abre no mercado tem o curso de contabilidade. Porque não têm Medicina, Engenharia, Psicologia ou Fisioterapia? É louvável a iniciativa do CFC em reativar o exame de suficiência, mas deve-se também avaliar e regularizar a remuneração do profissional contábil para que o mesmo tenha condições de investir em sua carreira agregando conhecimento num período de tantas mudanças das normas contábeis, bem como ter melhor qualidade de vida. Nós nos graduamos e pós-graduamos para crescer, não para estagnarmos.


Belmont Silva -
15/06/2011 - 08h15
O Exame de Suficiencia é realente algo necessário para moralização da classe contábil, mas sabemos que não é isso que vai colocar bons profissionais no mercado. precisamos de uma luta conjunta entre as instituições de ensino de contabilidade, CFC CRC e todas as entidades ligadas a classe contabil, chamando tambem as entidades empresariais para que os empresários a quem nós representamos tenham consciencia do papel importante do contador em sua empresa, pois muitas vezes este profissional é visto como alguém que lhe obriga a pagar impostos e para que o contador faça realmente contabilidade e nao sejam apenas pessoas usadas para atender as infinitas obrigações acessórias e tributarias impostas a cada instante por uma legislação tributária inconsequente desorganizada e cada dia mais faminta.


Mário Nascimento -
15/06/2011 - 08h33
A situação exposta aqui é preocupante, principalmente para umm profissional que vai enfrentar um mercado mais exigente e em mudança constante. No entanto não me surpreende, estou a 20 anos como profissional contábil, tenho conversado com alguns conhecidos que estão cursando contábeis e na sua maioria não sabem das mudanças que vem ocorrendo no mercado que atingem de cheio o profissional contábil. E eu fico me perguntando como que ele vai enfrentar o mercado? totalmente despreparado. é hora das instituções de ensino se preocupar com a formação do profissional, e não só querer encher salas de aulas só pensando só e exclusivamente no ganho financeiro. É hora de mudar. Parabenizo o CFC/CRCs que tem se preocupado com este assunto, tenha buscado na justiça a legalidade da aplicabilidade da prova, porque só assim poderemos construir um futuro melhor e mais respeitável para a classe contábil bem como para o país.


antonio carlos -
15/06/2011 - 08h53
com esse alto indice de reprovação fica confirmado a necessidade de reavaliação urgente não só somente nos cursos acadêmicos, mas também uma campanha de valorização dos profissionais contabeis seja tecnico ou contador. pois o que a grande maioria do profisssional contabil ganha seja como honorários ou vencimentos é uma minharia comparados com outros "profissionais" que não influenciam tanto na economia das empresas, governos e cidadãos. e


Gilton Amorim Santos -
15/06/2011 - 17h42
Só posso comentar que a falta da leitura de livros técnicos,contribui diretamente nos resultados,espero que os profissionais contábeis dediquem mais tempo a leitura.


Maria Elenice -
23/06/2011 - 20h05
Será que alguém pode indicar um bom curso preparatório em São Paulo???


carlos alberto da silva filho -
24/06/2011 - 09h22
Sou técnico devidamente registrado e curso o III semestre. Vejo uma grande deficiência por parte do Mec em não acompanhar as disciplinas curriculares do curso com rigor. Salvador-Bahia.FACULDADE VASCO DA GAMA(UNIDADE CAJAZEIRAS)


Josias Carvalho -
02/07/2011 - 09h57
Concordo com vc colega. Formei em 99.1 e percebi que muitos estudantes de Ciências Contábeis "caem de pára-quedas" nos cursos, não fazem o que gostam e, por isso, não estudam com dedicação, com amor (para aprender), mas apenas o suficiente para "passar" e aí está o resultado. Viva o exame de suficiência!!!!!!!!!!!


André -
24/01/2014 - 00h10
Lembrando que nos idos de 2000 quase não existiam cursos a distância. Esses alunos eram oriundos de cursos presenciais em sua maioria. O problema não é a educação a distância. O real problema é somente de qualidade de educação, independente da modalidade

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