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Editorial Notícia da edição impressa de 09/05/2011

Empreender na crise é marca registrada brasileira

Ter o negócio próprio continua sendo o sonho da maioria dos brasileiros. “Não ter patrão” é frase recorrente entre muitos empregados, esquecendo-se de que tudo na vida tem lá os seus problemas e vantagens, ser patrão ou empregado também, dependendo do lado que se está. Mas é importante saber que o Brasil registrou em 2010 a mais alta taxa de empreendedorismo entre os países do G-20, que é o grupo das 20 maiores economias do mundo, de acordo com a pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM), divulgada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). O País também aparece na frente entre as nações emergentes que compõem o grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

Os 60 países que participaram do levantamento foram divididos em três grupos. O Brasil ficou no quarto lugar no grupo da eficiência - que reúne as economias norteadas para a eficiência e a produção industrial em escala -, atrás de Peru, Equador e Colômbia. O País registrou em 2010 o melhor desempenho nos 11 anos em que participou da pesquisa. A Taxa de Empreendedores em Estágio Inicial (TEA) foi de 17,5% da população adulta, o que significa que, de cada 100 brasileiros de 18 a 64 anos, mais de 17 são empreendedores em negócios com até três anos e seis meses de atividade. São 21,1 milhões de pessoas. Em relação a 2009, a TEA do País subiu 2,2 pontos percentuais. O levantamento mostra também que 22,2% dos empreendedores têm entre 25 e 34 anos de idade. Os homens voltaram a superar as mulheres, respondendo por 51% do total. Além disso, 17,5% têm mais de 11 anos de estudo. De cada três empreendedores, 2,1 abriram o negócio porque vislumbraram uma oportunidade, enquanto 1 foi por necessidade. Essa taxa está em linha com a média mundial, que é de 2,2 por 1. A principal razão apontada pelos entrevistados para empreender foi independência profissional, 43%, seguida de aumento da renda pessoal, 35%. O estudo considera a atividade empreendedora formal e informal.

Como os governos federal e o municipal de Porto Alegre têm trabalhado para facilitar que os microempreendedores se formalizem no mercado de trabalho, isso é bom. É interessante, aliás, como geralmente se chama alguns negócios de “empresa familiar”. Até duas ou três décadas e mesmo atualmente, praticamente não havia negócio que não tivesse origem em uma família. Um patriarca visionário, muita luta, dificuldades, superação e, finalmente, lá estava uma grande empresa liderando um nicho de mercado. No Rio Grande do Sul somos símbolo desse modelo, com grandes grupos tendo por origem não apenas a Capital, mas, e principalmente, o Interior do Estado. É bom saber que a iniciativa continua no DNA dos brasileiros em geral, com vontade de trabalhar, crescer e se organizar. As pequenas empresas e até as microempresas empregam pessoas em início de carreira. Se estiverem formalizadas haverá mais contribuições ao INSS e ao FGTS, engrossando as receitas desses setores assistenciais tão importantes aos trabalhadores. Os dados citados são de organismos internacionais e isso prova a validade deles. O bom momento da economia gaúcha e nacional talvez seja o principal motivo desse crescimento. Mesmo com o dólar derretendo.

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