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Porto Alegre Notícia da edição impressa de 24/03/2011

Prefeito decide o traçado do metrô na segunda-feira

ANA PAULA APRATO/JC
Fortunati diz que obra orçada em mais de R$ 2 bilhões deve se estender por até cinco anos.
Fortunati diz que obra orçada em mais de R$ 2 bilhões deve se estender por até cinco anos.

O prefeito de Porto Alegre, José Fortunati, baterá o martelo na próxima segunda-feira sobre o traçado que terá a fase 1 do metrô de Porto Alegre. O projeto passará ainda pelo teste do governo federal, que definirá até o começo de junho as obras a serem contempladas pelo PAC da Mobilidade.

Há duas possibilidades de execução, com investimentos que variam entre R$ 2,1 bilhões e R$ 2,4 bilhões. Fortunati, que apresentou ações e planos para o futuro da cidade ontem no evento Tá na Mesa da Federasul, revelou que tem preferência pela extensão até a sede da Federação das Indústrias do Estado (Fiergs), na zona Norte da Capital.

"O traçado beneficiaria não só Porto Alegre, mas os municípios de Alvorada, Cachoeirinha e Gravataí.Da região, vem 55% da demanda de passageiros do transporte coletivo da Capital", ressaltou o prefeito.

Segundo o gestor, que considera o trem a principal solução para o caos no transporte da cidade, a definição depende da conclusão de estudos técnicos sob responsabilidade da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) da Universidade de São Paulo (USP). Mas o projeto, caso seja contemplado com recursos do PAC, não ficará pronto para a Copa do Mundo de 2014, que terá uma das subsedes em Porto Alegre. "É uma obra para quatro a cinco anos", projetou Fortunati.

Uma vantagem para a obra porto-alegrense é que a implantação deverá aproveitar boa parte dos corredores de ônibus das avenidas, sob os quais serão construídas as linhas do trem. O maior trunfo do novo transporte, aposta o chefe do executivo, é a integração com os ônibus e com o sistema dos BRTs (corredores de ônibus rápidos), também a ser implantado, mas de olho na Copa. A prefeitura está retomando o projeto, que na versão anterior se chamava Portais da Cidade.

No plano 1 do metrô, que compreenderia o trecho entre a avenida Azenha, passando pelas avenidas Borges de Medeiros, Farrapos e Assis Brasil (Triângulo), o parque de manutenção das máquinas ficaria situado na avenida Cairú, distante três quilômetros da Assis Brasil. Já no plano 2, seria eliminada a estação da Azenha, com partida da Borges (próximo ao Mercado Público), percorrendo a rua Voluntários da Pátria e as avenidas Farrapos e Assis Brasil. Até o Triângulo, o traçado será subterrâneo. Neste ponto, uma elevada conectaria até a região da Fiergs, com os mesmos três quilômetros. "Já temos área na região da federação para o parque de manutenção. A dúvida é sobre as condições do terreno que é bastante alagadiço", condicionou o prefeito.

Fortunati também traçou metas das demais obras de infraestrutura para o Mundial. São pelo menos dez projetos que envolvem desde a elevada na região da Rodoviária até obras de arte na Terceira Perimetral, novos corredores de ônibus, monitoramente eletrônico do trânsito, rótula na Padre Cacique com Edvaldo Pereira Paiva e urbanização no complexo da Vila Tronco e duplicação da avenida Tronco, que somam investimentos de quase R$ 500 milhões.

O prefeito disse que houve cobrança do Tribunal de Contas do Estado (TCE) sobre o atraso na execução do projeto da Tronco, devido à demora na finalização da licitação para contratação da empresa que fará o levantamento socioeconômico - que antecederá a transferência de mais de 1,5 mil famílias. Ele explicou que a demora ocorreu devido a recurso de uma das empresas. Informação do TCE é que no final de 2010 foi feito comunicado ao município para maior agilidade na execução dos projetos.

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