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Repórter Brasília Edgar Lisboa
edgarlisboa@jornaldocomercio.com.br

Repórter Brasília

Coluna publicada em 27/01/2011

Nelson Marchezan Jr.

FREDY VIEIRA/JC

Advogado, 40 anos, nascido em Porto Alegre, Nelson Marchezan Jr. (foto), do PSDB, é o décimo segundo na série da Coluna Repórter Brasília que apresenta os novos deputados federais. O gremista, apesar de ter começado a vida pública em 2003 como diretor do Banrisul, sempre esteve ligado ao setor empreendedor. Pós-graduado em Gestão Empresarial na Fundação Getulio Vargas, abandonou o Banrisul em 2006, quando se elegeu deputado estadual.

E agora que está eleito deputado federal, ele promete “manter a linha de trabalhar pela transparência das contas públicas”. Segundo o parlamentar, os grandes problemas na saúde, educação e segurança passam pelas contas públicas e “o primeiro passo é a população estar consciente da corrupção existente no setor público, do desperdício, da má gestão”. Ele chama de linha mestra a questão da transparência e do bom uso dos recursos públicos.

Além disso, Marchezan enumera o combate à corrupção, méritos aos bons gestores e o combate aos privilégios legais e ilegais. “É incompatível estarmos entre os dez países com maior carga tributária e os dez países com menor retorno de investimentos à sociedade”, lamenta. Mas ele quer ter essa atuação só depois de sondar a Câmara dos Deputados, que é a sua prioridade para esse ano. “Inicialmente vou me habituar aos espaços, às comissões, às lideranças, para que eu possa atingir os meus objetivos.” Ao mesmo tempo, o parlamentar quer manter o contato com a sua base no Estado. Mesmo assim, Marchezan já tem dois projetos na cabeça: a lei de incentivo à saúde e a publicação das despesas do governo.

E, sobre reformas, para o deputado, o ano já começou mal. “Fiquei frustrado com a manifestação da presidente, de que não vai falar em reforma previdenciária - que acho essencial -, que vai deixar a reforma política para o Congresso, que significa que vamos ter dificuldade para tocá-la, e sobre a reforma tributária, ela falou que vai ser pontual, o que quer dizer que não haverá reforma nacional e alguns setores serão beneficiados e outros prejudicados.”

A reforma trabalhista, Marchezan considera uma grande questão. “A gente fala da China, que chega aqui com produtos que tornam os nossos não competitivos. Na verdade, é com a nossa carga trabalhista e tributária que transformamos os nossos produtos em não competitivos, apesar da nossa qualificação, do empreendedorismo brasileiro e das nossas matérias-primas abundantes.” O parlamentar é enfático sobre as prioridades para o Brasil. “A principal reforma é a da transparência, que vai acabar com corrupção, compra de votos. E com ela a gente dá um grande passo em outras áreas, especialmente na política.”

Cisternas para a seca

O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome está preparando um edital para construir 6 mil cisternas no Rio Grande do Sul para combater os efeitos de secas em áreas rurais. O Estado passa por uma seca desde o meio de dezembro do ano passado, que já atingiu mais de 340 mil pessoas e levou 13 municípios a declarar estado de emergência. Na opinião do deputado Renato Molling (PP), a construção das cisternas pode até ajudar, mas pode não ser suficiente. “Acredito que temos que avaliar para saber se realmente resolve. Não sei se é a solução apropriada, mas acredito que tudo que ajuda já é válido.”

COMENTÁRIOS
Angela - 31/01/2011 - 08h17
Esse jovem deputado, herdeiro da trajetória política de seu pai, está alçando vôo pelas próprias asas. Sugiro a ele que, falando em transparência na gestão pública, algo desejado por todos, os pagadores de impostos nesse país, lembre-se que durante a recente gestão de seu partido no governo estadual, milhões de reais foram desviados do banco estatal em contratos publicitários. Quem não lembra da cena, em setembro, em que maços de várias moedas estrangeiras foram levados pela Polícia Federal? Pior ainda, foi a indignação da governadora, meio que ofendida, ao defender que as investigações deveriam ser feitas pela Polícia Civil, em âmbito estadual. Desvio de verbas do sistema financeiro são da alçada da PC? Uma boa semana.

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