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Transição no Piratini Notícia da edição impressa de 08/10/2010

Tarso reitera o tom conciliador adotado durante campanha

Samir Oliveira

ANA PAULA APRATO/JC
Ao contrário de Pont, Tarso Genro não quer que Yeda interrompa PPPs
Ao contrário de Pont, Tarso Genro não quer que Yeda interrompa PPPs

Na primeira semana como governador eleito do Rio Grande do Sul, Tarso Genro (PT) confirma o tom conciliador que adotou durante a campanha eleitoral para o Palácio Piratini e que deve pautar seu governo. O estilo centrista do ex-ministro contraria, por vezes, movimentos do próprio Partido dos Trabalhadores.

Em entrevista coletiva nesta quinta-feira na Associação Gaúcha de Emissoras de Rádio e Televisão (Agert), Tarso garantiu que não vai interpelar a governadora Yeda Crusius (PSDB) sobre os projetos de Parceria Público-Privada (PPP) que estão em andamento na atual administração.

Para ele, isso representaria uma intromissão na autoridade da tucana. "Seria descortês da minha parte pedir a ela que não tome uma decisão de governo que está vinculada ao seu programa", justificou, referindo-se às obras do Cais do Porto, Complexo Prisional de Canoas e ERS-010.

Na quarta-feira, um dia antes da declaração, o presidente do PT gaúcho, deputado estadual Raul Pont (PT), havia informado justamente o contrário: o petista disse ao Jornal do Comércio que o futuro chefe do Executivo iria solicitar que Yeda paralisasse as PPPs a fim de que pudesse estudá-las com mais tempo.

"Que fique em suspenso até a posse. São obras que envolvem grande quantidade de dinheiro público e de patrimônio. Não se pode deixar o orçamento comprometido pelos próximos 20 anos", incitou.

Nesta quinta-feira, o parlamentar retomou o assunto na tribuna da Assembleia Legislativa, criticando as PPPs. A divergência nos pontos de vista demonstra que Tarso busca seguir o modelo de governo do presidente Lula (PT) não só nas linhas programáticas, mas também na parte política, evitando rupturas com adversários na transição e buscando uma coalizão que vai além das siglas tradicionalmente aceitas pelos petistas.

No encontro estadual do PT, antes da eleição, ficou definido que o leque de alianças deveria englobar legendas que fizessem parte do governo Lula e não estivessem na base de apoio da gestão Yeda. Nesta linha, o limite estaria no PDT.

Mesmo assim, contrariando a tese do PT gaúcho, Tarso sempre reiterou que buscaria, pelo menos, quadros do PTB e do PP, partidos aliados da governadora.

O discurso do ex-ministro se confirmou logo após a divulgação do resultado das urnas, no domingo à noite, quando ele anunciou que tentaria compor sua base com petebistas e progressistas, além do PDT.

Através de sua coligação, Tarso já conta com 18 cadeiras no Parlamento gaúcho (14 do PT, 3 do PSB e 1 PCdoB). Busca mais 19 deputados (7 do PP, 6 do PTB e 6 do PDT), o que lhe garantiria ampla maioria no Legislativo.

COMENTÁRIOS
Paulo A Gazzana - 08/10/2010 - 08h29
É o PT. Nem eles se entendem. Atacar as PPP, instrumento adotado e aprovado pelas maiores economias do mundo, inclusive, São Paulo, Pernambuco, Minas Gerais, é abusar da ignorância da população. O Sr. Raul Pont deveria ir para Cuba. Lógico, ataca as PPP porque esse é um assunto desconhecido pela maior parte da população e, assim, pode manipular a vontade. Deveria gastar seu tempo, muito bem pago, com o problema gigantesco do comprometimento das receitas do estado com o funcionalismo (folha e aposentadorias). Isso o PT não tem coragem de enfrentar. Ah! gaúchos, estamos afundando. Eramos tido como um povo culto e politizado. Não eramos aquilo que aparentavamos ser ou será que nosso orgulho nos tornou tão tão estúpidos? Antes de apoiar essa cruzada contra as PPP e o progresso, por favor leiam sobre o assunto. Não se deixem levar pela conversa ideológica de políticos. Entendam o assunto e tomem uma decisão responsável. O Rio Grande do Sul merece esse esforço. Que Deus ilumine o Sr. Tarso!!!!

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