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Artigo Notícia da edição impressa de 09/08/2010

Sobre marketing

Gabriel Carneiro Costa

Marcas de empresas, produtos e pessoas se expõem em ritmo frenético nas mídias. É uma “geração” influenciada pelo reality show. A audiência se eleva para saber da vida alheia. Acredito que,   passada a fase deste excesso, deveremos entrar em um momento de “filtro”. Tudo ficará mais exposto e, portanto, me interessará apenas o que for de fato relevante. E neste cenário, “parecer ser” será muito diferente de “ser”. Hoje as marcas, produtos, serviços e empresas estão navegando em um mar de “parecer ser”. Parecem oferecer qualidade, parecem oferecer inovação, parecem oferecer ética. Apenas parecem. No ritmo alucinado que o mercado demandou, as próprias marcas não conseguem mais manter isso, de forma geral, e o “parecer ser” acaba não sendo. Fica falso. Vira fake.

Do outro lado, está nascendo um novo perfil de consumidor. Aquele que cobra a verdade. Cobra seus direitos. Rejeita uma marca e levanta a bandeira de sua destruição. Este consumidor não quer mais ser enganado. Não quer se sentir personagem do show de exposição das marcas. Ele quer uma experiência verdadeira.

Pode até não ser das melhores, mas que seja verdadeira. Como se expor dentro dos limites da verdade? Como apresentar os valores e diferenciais que você de fato pode entregar? Não adianta uma marca entrar em um show, dizer que é a melhor e, no decorrer do jogo, o público passar a odiá-la. Isso é comum nos programas BBBs e é um reflexo no comportamento de relacionamento entre empresas e consumidores. Na dúvida do que dizer, diga a verdade. Na dúvida do que prometer, prometa menos. Tenho certeza de que só assim será possível se construir relações mais sólidas. Pense nisto. Mas não se exponha! Apenas pense!

Diretor da Inside Direct

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