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Memória Notícia da edição impressa de 09/08/2010

Crescimento muda o mapa do futebol em Porto Alegre

O avanço imobiliário, nos últimos anos, mira os velhos estádios de futebol

Jefferson Klein

SILVIO WILLIAMS/Arquivo/JC
Em foto de 2007, Airton aponta para o antigo pavilhão que já não existe mais no Força e Luz
Em foto de 2007, Airton aponta para o antigo pavilhão que já não existe mais no Força e Luz

O envelhecimento dos estádios, o crescimento da cidade no entorno de seus campos de futebol e, por consequência, a valorização dessas áreas, provocam o fim das antigas casas dos clubes de Porto Alegre. Além do Grêmio, que trocará o Olímpico pela Arena, e do Internacional, que venderá o Eucaliptos para reformar o Beira-Rio, Cruzeiro e Força e Luz desfizeram-se de seus campos. Nos terrenos serão construídos empreendimentos residenciais e comerciais, sepultando parte da memória do futebol gaúcho.

O primeiro envolvido nessas negociações foi o Força e Luz, instituição fundada na década de 1920. O interesse dos funcionários da companhia norte-americana Eletric Bond & Share por futebol levou à formação do time. A empresa, depois, deu origem às atuais Carris e Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE). No ano de 2006, através de leilão, o clube vendeu o terreno do estádio Timbaúva, localizado na rua Doutor Alcides Cruz, por R$ 9,5 milhões. Também nesse ano, a associação protocolou na Federação Gaúcha de Futebol (FGF) a sua extinção. A Companhia Zaffari foi a compradora da propriedade e planeja para área um centro comercial.

De acordo com a assessoria de imprensa da empresa, o projeto no bairro Santa Cecília prevê a construção de um shopping de médio porte, com a presença de um supermercado para atender à população local. O complexo deverá ocupar aproximadamente 90 mil metros quadrados de área construída. Ainda não se tem o detalhamento sobre cronograma e investimentos na iniciativa.

A venda foi justificada, na época, pelos dirigentes do Força e Luz devido aos prejuízos que a manutenção do estádio gerava. Apesar de há décadas o clube não ter uma representação expressiva no campeonato gaúcho de futebol ou uma torcida numerosa, o fim do Timbaúva entristeceu quem ainda acompanhava sua trajetória. O ex-presidente do Força e Luz, Rubem Franco, ressalta que restará a saudade do clube. “O pessoal dos veteranos ainda se reúne para almoçar e conversar”, comenta o ex-dirigente. Desse grupo, fazem parte 40 a 50 pessoas, de idade mais avançada.

“Depois que foi vendido, eu nunca mais quis passar ali na frente”, confessa Franco, hoje com 70 anos. Apesar de pequeno, o Forcinha, como era carinhosamente chamado o time pelos eletricitários, viu passar pelo seu plantel vários craques, como Dorval, Ênio Rodrigues, Pipoca e Zacarias. Porém, certamente o mais conhecido é Airton Ferreira da Silva, que também atendia pelo apelido de Pavilhão.

O ex-zagueiro lembra que quando o Grêmio o contratou do Força e Luz, em 1954, o Tricolor ofereceu, além de 50 mil cruzeiros, um pavilhão do seu antigo estádio, a Baixada (que ficava onde hoje é o Parcão). “Mas agora derrubaram até o pavilhão”, lamenta o ex-jogador. Airton gostaria que a estrutura fosse preservada, porém ele acusa que o esporte gaúcho despreza sua memória.

O ex-presidente Rubem Franco revela que foi proposto ao Grêmio que ficasse com o pavilhão, contudo o material da estrutura já estava muito comprometido e não havia condições de removê-lo. Ele ressalta que faltou apoio de entidades como a prefeitura e a Federação Gaúcha de Futebol (FGF) para manter o patrimônio. A assessoria da Companhia Zaffari acrescenta que o destino do pavilhão, assim como de todo o material do clube (troféus, fotografias, documentos etc), foi definido pela administração do Força e Luz, antes da aquisição do local pela empresa.

“Isso vai tirando um pouco da história da gente”, diz Airton. Mais um ponto que amargura o ex-atleta, hoje com 75 anos, é o fato de que seu outro clube, o Grêmio, em breve vai trocar de endereço - será transferido para o bairro Humaitá. Atualmente, o ex-jogador reside quase em frente aos pórticos de entrada do Olímpico. Airton enfatiza que, como conselheiro do Tricolor que é, não gostaria que ocorresse a mudança devido a sua relação com a história do lugar. “Como a maioria dos conselheiros quis, vou ter que aguentar mais uma decepção”, conforma-se o craque.

Recursos da venda do Eucaliptos serão utilizados na reforma do Beira-Rio

Até o dia 20 de agosto, o Internacional receberá propostas pelo terreno de 2,3 hectares do seu antigo estádio, o Eucaliptos, instalado no bairro Menino Deus. O preço mínimo determinado é de R$ 20 milhões (entretanto, o clube, se desejar, poderá aceitar uma oferta menor). O presidente do Colorado, Vitorio Piffero, espera que a definição do negócio ocorra até o final de setembro. O montante obtido com a venda do complexo será utilizado na reforma do Beira-Rio, orçada em cerca de R$ 150 milhões.

A história do Eucaliptos é ligada à do ex-governador Ildo Meneghetti. Em 1929, Meneghetti, eleito presidente do Inter, encontra um terreno disponível na rua Silveiro, que na época estabelecia o limite urbano da cidade de Porto Alegre. O Internacional fez a compra e teve, finalmente, o seu primeiro patrimônio, 20 anos depois de sua fundação. Meneghetti, então, colocou à venda ações para a construção do novo estádio. A inauguração foi em março de 1931, com um Gre-Nal, vencido pelo Internacional por 3 a 0.

O Eucaliptos (que mais tarde ganhou o nome de Ildo Meneghetti) teve inicialmente 10 mil lugares, com um pavilhão de madeira na rua Silveiro e uma arquibancada de cimento no lado oposto. Para a Copa do Mundo de 1950, o pavilhão da Silveiro passou a ser de concreto. O Mundial teve dois jogos no estádio - Suíça x México, e México x Iugoslávia. A última partida no Eucaliptos foi disputada em março de 1969: o Inter superou o time mais antigo do futebol brasileiro, o Rio Grande, por 4 a 1. Atualmente, existem quadras de futebol com grama sintética para aluguel no local. Agora, com a venda, o Eucaliptos contribuirá para que mais uma vez um estádio do Internacional acolha partidas do principal torneio de futebol do mundo.

Cruzeiro encaminha nova mudança e troca a Capital por Cachoeirinha

MARCELO G. RIBEIRO/JC
Cruzeiro muda sede e deixa a Capital
Cruzeiro muda sede e deixa a Capital
Depois de se mudar do bairro Medianeira (onde se localizava o estádio da Montanha) para a avenida Protásio Alves, o Esporte Clube Cruzeiro sediará seus jogos mais longe ainda de suas origens. O time de Porto Alegre deverá concluir no final de 2011 a construção de seu novo estádio no município de Cachoeirinha.

O presidente do Cruzeiro, Dirceu de Castro, admite que essa transferência tem aspectos emocionais semelhantes aos verificados quando o clube vendeu o estádio da Montanha, também conhecido como Colina Melancólica, para a construção do Cemitério Ecumênico João XXIII, no começo da década de 1970. Ainda hoje é possível observar uma parte da arquibancada do estádio nos limites do cemitério.

Castro argumenta que na situação atual o que impactou vários torcedores mais antigos do time foi a mudança de cidade. “Foi uma das grandes batalhas no conselho esse convencimento”, relata o dirigente.

No entanto, Castro salienta que havia a necessidade de o clube dar “uma guinada”. Com essa meta traçada, a opção por Cachoeirinha também passou pelo fato de a cidade não contar com representantes no futebol profissional. O presidente do Cruzeiro espera que parte da população do município adote o novo time.

Além disso, Castro tem a expectativa de que o novo estádio do Cruzeiro, que inicialmente será chamado de Arena Estrelada, possa ser utilizado como estrutura de apoio para o treinamento de seleções que disputarem jogos pela Copa do Mundo de 2014 em Porto Alegre. O complexo terá capacidade para receber aproximadamente 15 mil torcedores e absorverá um investimento de cerca de R$ 6 milhões, que será viabilizado por permutas. A negociação envolveu a venda do terreno do estádio do Cruzeiro na Capital gaúcha para o grupo mineiro MRV. Castro adianta que a companhia deverá construir em torno de 740 unidades residenciais na área, dentro do programa Minha Casa, Minha Vida.

Arena deve ser modelo na América Latina

DIVULGAÇÃO/JC
Projeto do Grêmio em parceria com a OAS será implantado no bairro Humaitá, zona Norte de Porto Alegre
Projeto do Grêmio em parceria com a OAS será implantado no bairro Humaitá, zona Norte de Porto Alegre
O retorno por se desfazer de um dos estádios mais tradicionais do futebol brasileiro, o Olímpico, precisa ser grande para valer a pena o sacrifício dos gremistas. E os dirigentes envolvidos com o processo afirmam que é esse o objetivo: concretizar um dos complexos mais modernos da América Latina, a Arena.

“Representa, de um lado, uma tristeza grande, que somente será compensada pelo fato de o Grêmio ir para um estádio novo em condições melhores e mais modernas”, resume o presidente da Grêmio Empreendimentos (uma companhia pertencente ao próprio clube que irá gerenciar a criação da nova Arena), Adalberto Preis.

Conforme o projeto, a Arena terá 52,5 mil cadeiras (todas cobertas), distribuídas em quatro anéis. Com a retirada das cadeiras do setor situado atrás de uma das goleiras, a capacidade sobe para 57 mil. A implementação do estádio será feita pela construtora OAS e deverá absorver cerca de R$ 450 milhões. As obras deverão iniciar ainda neste ano e a finalização está prevista para dezembro de 2012.

Preis relata que a Arena ocupará um terreno de 8,5 hectares. A área construída será quatro vezes superior à do Olímpico, totalizando 192 mil metros quadrados. O conselheiro da Grêmio Empreendimentos Evandro Krebs ressalta que o clube não desembolsará recursos. A OAS realizará 55% do aporte financeiro e os outros 45% serão oriundos de financiamento que deverá vir do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Bndes). Quando a Arena estiver pronta, o terreno do Olímpico será entregue à OAS. A área do atual estádio do Tricolor está avaliada em cerca de R$ 70 milhões.

O pagamento do financiamento será feito através das receitas que o estádio gerar. Esses recursos serão oriundos de bilheteria, bares, restaurante, naming rigths (direito sobre a propriedade de nomes), locação de cadeiras e locação de camarotes. Até o final deste ano, provavelmente, será criada uma empresa gestora para a Arena, que administrará o complexo por 20 anos. Nessa companhia, o Grêmio terá 65% e a OAS 35% de participação. A empresa gestora arcará com todos os custos e despesas da Arena de forma que os pagamentos a serem feitos ao Grêmio serão líquidos.

Pelo acordo entre OAS e Grêmio, o clube receberá no primeiro período (sete anos) R$ 7 milhões ao ano mais 100% do lucro líquido ajustado e, no segundo período (treze anos seguintes), R$ 14 milhões anuais mais 65% do lucro. Passados os 20 anos, o Grêmio retoma os 100% do lucro.

O restante do empreendimento que será construído no Humaitá, responsabilidade da OAS, é composto por um complexo empresarial/comercial, shopping center, centro de convenções, salas comerciais, hotel, edifício-garagem e complexo habitacional. O Grêmio não terá nenhuma participação nesses projetos. Conforme o diretor da OAS Empreendimentos, Carlos Eduardo Paes Barreto Neto, o investimento do grupo em Porto Alegre, somando-se a área imobiliária e o novo estádio, deverá chegar a cerca de R$ 1,3 bilhão. O retorno para a companhia deverá ocorrer entre dez e 15 anos.

O foco da OAS hoje está no terreno do Humaitá. “A área do Olímpico, nós deixamos para um segundo momento”, relata Barreto Neto. Por isso, ainda não há definição quanto ao plano que será desenvolvido na região do atual estádio do Grêmio. Ele adianta que, possivelmente, será um empreendimento imobiliário residencial e comercial. Essa questão ainda passará por uma pesquisa de mercado. Já os complexos residenciais que serão instalados no entorno da Arena contemplarão em torno de 2,1 mil unidades.

Beira-Rio prevê conclusão da reforma em 2012

HYPE STUDIO/DIVULGAÇÃO/JC
Além da Copa 2014, estádio do Inter poderá receber a Copa das Confederações em 2013
Além da Copa 2014, estádio do Inter poderá receber a Copa das Confederações em 2013
Mesmo sem a conclusão da venda do Eucaliptos, as obras de melhoria no Beira-Rio já começaram. No final de julho, em ato simbólico com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, foi dada a largada. No mesmo mês, Lula assinou uma medida provisória garantindo a desoneração de impostos sobre os materiais utilizados nas obras de construção e reformas dos estádios da Copa do Mundo de 2014. O término da reforma do Beira-Rio está previsto para o final de 2012.

O presidente do Internacional, Vitorio Piffero, destaca que, assim, o complexo poderá receber tanto jogos da Copa das Confederações, em 2013, quanto da Copa do Mundo de 2014. No caso do Beira-Rio, o estádio receberá uma nova e moderna cobertura em estrutura metálica, cobrindo todos os lugares do estádio, inclusive as rampas e os acessos aos portões. A nova composição, projetada em módulos, permitirá uma instalação rápida e em etapas.

Sob a cobertura do estádio será construída uma nova área de lazer, voltada para o Guaíba, que contará com museu do Internacional, loja do clube, praça de alimentação, e restaurantes panorâmicos no último andar. A nova cobertura do Beira-Rio será formada por 75 módulos. Já a arquibancada inferior será modificada e ampliada, eliminando a antiga coreia e o fosso, aproximando assim a torcida do campo. Toda a volta do anel inferior receberá camarotes e suítes. Além disso, todos os lugares do estádio terão cadeiras e serão marcados.

Piffero enfatiza que o projeto Gigante para Sempre engloba ainda outras ações, além da reforma do estádio. A iniciativa prevê a realização de prédios de estacionamentos, campos suplementares, reforma do Gigantinho, construções de um hotel e de um centro de convenções e a implantação de um centro cultural do samba, com a reformulação da área ao sul do Beira-Rio. Próximo ao Guaíba, também será realizado um empreendimento, conforme Piffero, semelhante ao de Puerto Madero, na Argentina, com restaurantes. Esse projeto, informa o presidente do Inter, encontra-se hoje em processo de licenciamento ambiental.

Um dos destaques do empreendimento será a implementação do hotel, que será feita com investimento privado, em parceria com uma rede hoteleira. O Internacional também poderá usufruir deste hotel para fazer a concentração de seus jogos, assim como os times visitantes.

Outra estrutura que estará em evidência será o novo estacionamento que terá como objetivo aumentar a comodidade dos torcedores que vão aos jogos no estádio ou aos shows no Gigantinho. Será um edifício com altura inferior à das copas das árvores existentes, causando o menor impacto possível na paisagem do parque. Ainda haverá outro estacionamento embaixo de uma esplanada. Ambos terão entradas e saídas pelas avenidas Padre Cacique e Beira-Rio.

Novos projetos mudam o perfil da cidade

A substituição dos estádios por grandes empreendimentos imobiliários nos bairros já consolidados deverá causar impactos nas áreas de infraestrutura, esgoto, abastecimento de água, acesso de veículos, entre outros fatores, alerta a professora de Teoria e História da Arquitetura da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (Pucrs) Raquel Rodrigues Lima. Ela salienta que a implantação de enormes edifícios gerará, imediatamente, reflexos visuais na região.

“A verticalização nesses pontos vai agredir muito a paisagem da cidade”, projeta Raquel. Ela ressalta que a troca de público também afetará o cotidiano dos bairros. Azenha e Medianeira, por exemplo, substituirão os grandes públicos de jogos do Grêmio, concentrados nas tardes de sábado e domingo e nas noites de meio de semana, por um número maior de moradores fixos. A professora adverte que esse cenário demandará um estudo aprofundado sobre o impacto nas vias de trânsito.

Raquel admite que é difícil avaliar se as regiões onde serão instalados os complexos residenciais serão valorizadas. “Mas o que escutamos é que sim, devido ao status que esses empreendimentos oferecem”, comenta a professora. Ela aponta ainda que a instalação da Arena implicará desenvolvimento no bairro Humaitá.

“A cidade é um organismo que vai se transformando e com ela muda também a sociedade”, sustenta Raquel. Porém, a professora de História da Arquitetura defende que todos os marcos referenciais, de determinados momentos do município, devem ser preservados através de atualizações ou reutilizações.

Raquel ressalta que os estádios tradicionais farão falta ao patrimônio histórico e arquitetônico da cidade. “Esses complexos já fazem parte da cultura local”, diz. A professora acrescenta que são monumentos dedicados ao lazer de grandes públicos. Contudo, Raquel entende que os novos empreendimentos que surgirão nos lugares dos estádios também serão muito importantes para o município.

COMENTÁRIOS
leandro stracke - 08/06/2013 - 15h02
E para onde foi os recursos da venda do estádio do força e luz que tal vês daria para fazer uma nova cede um centro de treinamento amador e continuar o clube estes gauchos só fala muito e trabalhão pouco ou alguém embolsou o dinheiro por que 9 5 milhões e muita grana dava uma ótima cede amadora falar besteira no ar e facil mas mais facil aida e ir matando os clubes aos poucos vendendo suas sedes e dando fim ao dinheiro né.

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