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artigo Notícia da edição impressa de 04/06/2010

Discriminações na imprensa e na medicina

Telmo Kiguel

O sofrimento emocional de quem é objeto de uma ação discriminatória é conhecido por todos e em especial pelos profissionais da saúde que atendem essas ocorrências. A intensidade desse sofrimento varia individualmente e pode chegar ao suicídio. Sabemos que o processo discriminatório é de origem emocional.
Portanto, todo ser humano tem, dentro de si, potencialmente, a possibilidade de agir de forma discriminatória. Essa ação pode ser causada por qualquer pessoa, independentemente da idade, grau de instrução, classe social e ocorrer de forma eventual ou repetitiva. A grande quantidade de pessoas e grupos discriminados indica a existência de um grande número de discriminadores. E esta ação do discriminador nem sempre é direta sobre o discriminado. E ela também acontece quando um discriminador está exercendo uma função social de maior amplitude, profissional, política etc.

Nesse caso, a ação pode repercutir de forma ainda mais ampla e, com isso, manter e reforçar a discriminação presente na sociedade. Essas ações discriminatórias podem e devem ser prevenidas por todos. Com o objetivo de debater e ajudar a prevenir as discriminações, realizaremos em Porto Alegre o II Encontro do Projeto Discriminação da Associação Brasileira de Psiquiatria, com o apoio da Associação de Psiquiatria/RS. O evento, aberto ao público, será no Auditório da Amrigs, no dia 29 de junho. O programa consta de uma introdução, feita por nós, seguida de quatro apresentadores: doutora Maria Berenice Dias (discriminação no Judiciário), doutor Flávio Koutzi (na política), doutor Marcos Rolim (na imprensa) e doutor Moacyr Scliar (na medicina).

Coordenador do Departamento de Psicoterapia da ABP e do Projeto Discriminação da ABP


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