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CONJUNTURA Notícia da edição impressa de 27/05/2010

Franceses fazem greve contra reformas na crise

Ato repudiou o projeto que prevê o aumento da idade para aposentadoria no país
Bertrand Langlois/AFP/JC
Milhares de trabalhadores foram às ruas protestar contra a medida.
Milhares de trabalhadores foram às ruas protestar contra a medida.

Dezenas de milhares de trabalhadores franceses realizam um dia de greve, nesta quinta-feira, com várias manifestações pelas ruas do país. Em Paris, eles protestam contra o plano do presidente Nicolas Sarkozy de elevar a idade para a aposentadoria para acima dos atuais 60 anos. Pesquisas mostram que a maioria dos eleitores se opõe à reforma. Estiveram reunidos milhares de trabalhadores em várias cidades.

Informações dos organizadores indicavam que o número de participantes atingiu o volume de protestos, em 23 de março. Na ocasião, os sindicatos estimaram o comparecimento em 800 mil pessoas, enquanto a polícia contou 350 mil pessoas.

Segundo o governo, 11,6% dos funcionários públicos estavam em greve ao meio-dia (hora local). Em março, na mesma hora 17,4% desses servidores estavam de braços cruzados. O transporte público foi pouco afetado pela paralisação nacional. Três quartos dos trens regionais e todos os trens rápidos TGV funcionaram normalmente, com pequenos atrasos.

Os controladores do setor aéreo fizeram paralisações para apoiar o protesto nacional. O Ministério dos Transportes informou que 30% dos voos do Aeroporto de Orly, em Paris, haviam sido cancelados. No Aeroporto Charles de Gaulle, também na capital, o índice de cancelamentos era de 10%. Bernard Thibault, líder do CGT, maior central sindical do país, pediu um "dia de resistência", em entrevista a uma rádio local. Caso a mobilização tenha sido menor que a de março, será visto como uma vitória do governo.

Como boa parte da Europa, a França tenta cortar seu grande déficit público. O governo argumenta que medidas como reformar o sistema previdenciário e atrasar a idade para aposentadoria ajudarão a controlar a dívida pública. Muitos dos vizinhos da França já anunciaram cortes duros nos gastos públicos, mas
Sarkozy, que sofre com um recorde de baixa popularidade, tem sido cauteloso.

Nesta semana, porém, ministros confirmaram que o governo planeja elevar a idade para aposentadoria, hoje em 60 anos. Essa idade é vista pela esquerda francesa como um símbolo das vitórias durante a administração do presidente François Mitterrand.

A idade geral em teoria para a aposentadoria na França é de 60 anos. Há, porém, vários casos especiais no setor público, para trabalhos considerados mais duros ou para aqueles que começaram a trabalhar na adolescência. Na média, os franceses se aposentam aos 58,7 anos e as francesas, aos 59,5. Na média da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), essas idades são de 63,5 e 62,3, respectivamente. Uma comissão do governo concluiu que havia uma diferença entre as contribuições para a previdência e os pagamentos dos vencimentos dos aposentados de 10,9 bilhões de euros em 2008. Esse rombo tenderia a subir para entre 71,6 bilhões e 114,4 bilhões de euros, por volta de 2050.

Parlamento espanhol corta mais 15 bilhões de euros do orçamento

O Parlamento da Espanha aprovou nesta quinta-feira mais 15 bilhões de euros (US$ 18,4 bilhões) em cortes no orçamento neste ano e no próximo em uma votação que teve margens apertadas. A medida foi aprovada por um único voto, o que sinaliza os danos políticos provocados pela profunda crise econômica e fiscal da Espanha sobre o primeiro-ministro José Luis Rodríguez Zapatero. O déficit orçamentário da Espanha atingiu 11,2% do Produto Interno Bruto (PIB) do país em 2009, mais do que três vezes o limite de 3% do PIB imposto pela União Europeia para os países do bloco.

O governo espanhol disse que as novas medidas para o orçamento permitirão reduzir o déficit para 9,3% do PIB neste ano e para 6,5% em 2011.

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