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CONJUNTURA Notícia da edição impressa de 27/05/2010

Para Kahn, Brasil está em situação melhor do que muitos países

Diretor-gerente do FMI disse que contas brasileiras estão melhores do que a de outros países
Evaristo Sá/AFP/JC
Em visita ao Brasil executivo elogiou ações do governo brasileiro.
Em visita ao Brasil executivo elogiou ações do governo brasileiro.

O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, elogiou ontem a política fiscal brasileira. Em entrevista ao lado do ministro da Fazenda, Guido Mantega, Strauss-Kahn afirmou que não vê tensão em relação à política fiscal nos próximos anos se o Brasil cumprir o que está prometendo. O chefe do FMI disse que hoje o Brasil tem uma situação fiscal que muitos países gostariam de estar vivendo.

Ao falar sobre o quadro da economia brasileira, Strauss-Kahn afirmou que a situação está melhor do que a dos outros países, e que isso não é por acaso, mas sim resultado da adoção de políticas fiscais e monetárias acertadas, antes e depois da crise financeira internacional.

Segundo ele, o Brasil tem se beneficiado também do fato de ter uma situação sólida do sistema financeiro, e pelo alto preço das commodities. Para o chefe do FMI, o crescimento da economia previsto pelo ministro Mantega, de 2% a 2,5% do PIB, no primeiro trimestre, é alto e a preocupação hoje é como conseguir esse nível de crescimento daqui para a frente.

Ele destacou ainda que a economia da América do Sul está se comportando muito bem e que isso ocorre em parte pela liderança encabeçada pelo Brasil. "Se é bom para o Brasil é bom para a América do Sul", disse. Ele defendeu também uma maior participação do Brasil na coordenação econômica internacional.

Durante a entrevista, o diretor-geral do FMI também defendeu que além da ajuda aos países em dificuldades sejam adotadas também medidas para incrementar o crescimento. Segundo ele, os programas de ajuda na União Europeia não bastam e defendeu o uso de parte dos recursos do fundo de estabilização econômica europeia para incrementar o crescimento econômico dos países.

Ele disse que o FMI está preocupado com a velocidade diferenciada de recuperação econômica dos países, depois da saída da crise financeira. Explicou que na América Latina e nos Estados Unidos a recuperação caminha bem, mas há ainda problemas no Japão e União Europeia.

Strauss-Kahn também afirmou que a taxa de crescimento da economia brasileira no primeiro trimestre foi "tão alta" que ninguém pode desejar que ela continue nesse patamar, porque teria o risco de surto de aquecimento.

Ministro da Fazenda propõe a criação de um PAC para conter crise europeia

O ministro Guido Mantega disse ontem que propôs ao FMI um programa de retomada do crescimento para os países em crise na Europa. Segundo ele, além do ajuste fiscal, é preciso criar possibilidades de estímulo à expansão das economias, com reformas que visem ao aumento da produtividade. "Não chega a ser um PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), mas é isso que eles precisam fazer. Só o crescimento gerará a renda necessária para o pagamento das dívidas'', afirmou o ministro depois de encontro com Dominique Strauss-Kahn. Mantega propôs que o FMI inclua o yuan (moeda chinesa) e o real como possibilidade de moedas de conversão para o Direito Especial de Saque (DES) da instituição.

OCDE eleva previsão de expansão da economia local para 6,5% em 2010

A Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) elevou fortemente sua previsão para a expansão da economia brasileira neste ano. A estimativa da organização agora é de que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresça 6,5% em 2010, ante estimativa anterior de 4,8%. A entidade também revisou para cima suas previsões para China, Índia e Rússia e para a economia global como um todo. A estimativa da OCDE é de que o mundo registre uma expansão de 4,6% em 2010, frente à taxa de 3,4% estimada inicialmente. Apesar da política monetária mais apertada e do início de cortes de gastos no Brasil, a OCDE avalia que os investimentos em infraestrutura ajudarão o crescimento novamente.

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