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Telefonia Notícia da edição impressa de 27/05/2010

Falco diz que meta da Oi é uma participação de 20% no Estado

Ivan Andrade/Divulgação/JC
Falco vê vantagens na competição do Plano Nacional da Banda Larga.
Falco vê vantagens na competição do Plano Nacional da Banda Larga.

A operadora de telefonia Oi pretende alcançar nos próximos anos, no Rio Grande do Sul, a mesma participação de mercado que tem no Brasil. Hoje, o share da companhia no Estado em telefonia móvel é de 12,6%, enquanto no Brasil fica em 20,7%. "Nossa participação ainda é relativamente baixa e trabalhamos para ampliá-la", disse o presidente da Oi, Luiz Falco, que palestrou na reunião-almoço Tá na Mesa, da Federasul, ontem.

O Estado corresponde a 4% da base móvel da Oi no Brasil, com 1,4 milhão de celulares. A baixa participação é explicada pela chegada tardia da empresa em território gaúcho, em 2009, ao assumir a carta da Brasil Telecom. Ofertas de serviços diferenciados e investimentos serão estratégias para ampliar a participação no mercado, embora a empresa possa crescer em todas as regiões por meio de aquisições.

Por outro lado, a Oi domina o mercado de telefonia fixa no Estado com 2,6 milhões de linhas. Já no setor de banda larga, que ainda representa cerca de 10% da receita da Oi, são 427 mil pontos de acesso, o que corresponde a 10% dos negócios da operadora no setor no País.

O segmento de banda larga é um importante mercado potencial para a Oi. Embora ressalte que ainda não haja oficialização do governo para o Plano Nacional da Banda Larga, que promete universalizar o acesso no País, a empresa já calcula qual tipo de participação poderia ter no processo, assim como calcula o valor de custo por acesso: R$ 35,00 para acessos de 512k.

"Imaginamos que para possibilitar o investimento e cobrir os custos para o consumidor, o governo teria de implementar desoneração ou entrar com recursos via fundo", explicou Falco. O mercado comenta que a Oi se associaria à Telebrás para concorrer ao chamado, utilizando a estrutura desta.

A Oi teria vantagens competitivas, na visão de Falco, por ser uma empresa brasileira, com conhecimento das realidades regionais e disposta a acionar fornecedores do País (49% da participação da empresa é do governo Federal), diante de duas possíveis concorrentes estrangeiras, uma espanhola e outra mexicana.

Outra vantagem é capilaridade das fibras óticas da Oi no País, onde possui 138 mil km, o que corresponde a 96% da área do Brasil - excluindo São Paulo. Em 2010, a empresa tem intenção de levar a banda larga para 1,2 milhão de portas no País. A empresa usará o know-how adquirido e as estruturas implementadas para levar banda larga a escolas públicas em mais de 80% do território nacional.

COMENTÁRIOS
José Bevilacqua - 27/05/2010 - 17h41
Eu não sei como é que a Oi vai poder se responsabilisar por esta banda larga, uma vez que nem mesmo nos locais onde tem o OI Velox ela consegue atender a todos. É o caso da cidade de Areal, no Rio de Janeiro, onde até hoje não atende o bairro da Fazenda Velha.É lamentável.

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