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meio ambiente Notícia da edição impressa de 27/05/2010

Rio monitora poluição do ar

O estado é segundo no País a monitorar as partículas ultrafinas de poeira no ar - até agora, apenas São Paulo fazia esse tipo de trabalho. Elas podem causar grandes danos à saúde
Paulo Vitor/Agência estado/AE/JC
Está prevista a instalação de 25 estações, com custo total de R$ 1 milhão. Duas já foram colocadas e
Está prevista a instalação de 25 estações, com custo total de R$ 1 milhão. Duas já foram colocadas e

Nocivas à saúde e até então ignoradas, as chamadas partículas ultrafinas de poeira começaram a ser monitoradas pelo governo do Rio de Janeiro. Na semana passada, foi instalada no estacionamento do antigo Ministério da Fazenda, na Avenida Presidente Antônio Carlos, no Centro, a primeira estação de monitoramento de micropartículas do Instituto Estadual do Ambiente (Inea).

O Rio é o segundo estado a monitorar essas partículas de poeira no ar - até agora, apenas São Paulo fazia esse tipo de trabalho. Elas medem 0,0025 milímetro, mas podem causar grandes danos à saúde. São geradas principalmente por gases de veículos. A frota na região metropolitana do Rio beira os 3 milhões e a gerente de Qualidade do Ar do Inea, Paulina Porto, reconhece que a necessidade de monitoramento é antiga.

Segundo ela, havia a decisão de fazer, mas faltavam recursos. Agora, está prevista a instalação de mais 25 estações de monitoramento - o custo total é de R$ 1 milhão. Duas foram instaladas em Jacarepaguá, na zona Oeste do Rio, e em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. Nesta semana foi a vez de Copacabana e do município de Niterói.

“A necessidade já é antiga, porque a frota cresce constantemente. Essas partículas são as que penetram mais profundamente no sistema respiratório. Estudos mostram que a concentração delas está associada a doenças do coração”, diz Paulina.

Como não existe um padrão nacional de qualidade do ar em relação a micropartículas, o norte-americano será adotado pelo Inea como referência. “Os problemas não são da dimensão de São Paulo, mas são crescentes. Não são problemas tão pequenos quanto parecem. Certamente vamos procurar o apoio da Cetesb”, completa a gerente.

O Parque Estadual da Ilha Grande também receberá uma estação, mas nesse caso o objetivo será avaliar, para efeito comparativo, uma atmosfera livre de emissões veiculares e industriais. Para captar o ar que é inalado pelos pedestres, a máquina do centro fica a dois metros de altura. Semiautomática, é programada para medir o nível de poluição 24 horas por dia. Amostras serão coletadas a cada seis dias.

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