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Conexão Política Adão Oliveira
adaooliveira@hotmail.com

Conexão Política

Coluna publicada em 19/04/2010

A decisão de Padilha

Como era esperado nos últimos dias, o deputado federal Eliseu Padilha, do PMDB, anunciou ontem à tardinha, que desistiu da ideia de ser candidato ao Senado. Ele adiantou que não vai concorrer a deputado federal. Esta decisão foi tomada depois de uma conversa que Padilha teve com o diretório regional do partido. Ainda ontem, após o anúncio, ele comunicou a decisão de não concorrer ao senador Pedro Simon. Não era essa a sua intenção. Há muito tempo, nas suas andanças pelo interior do Rio Grande, Eliseu Padilha anunciava que não concorreria mais à Câmara dos Deputados. Sua opção, nesta eleição, seria a de tentar uma cadeira no Senado. Trabalhou para isso. Simultaneamente, o ex-governador Germano Rigotto também dedicava todo o seu esforço no sentido de articular sua candidatura ao Senado. Rigotto chegou até a afastar a hipótese de se lançar ao Piratini. Ele convocou uma coletiva e, com lágrimas nos olhos, anunciava a sua intenção de não concorrer ao governo do Estado e sim, ao Senado. Estava criado um grande problema para o PMDB. Dois candidatos e uma só vaga. De lá para cá, a disputa ficou insustentável abalando, inclusive, a relação entre os dois. Declarações de ambos os lados mostravam que o partido marchava dividido neste momento de pré-eleição. Enquanto isso, os caciques do PMDB faziam olho branco para a contenda. Até que esta indiferença também ficou insustentável. Aos poucos os pró-homens do partido faziam tímidos acenos como que a sinalizar que Rigotto seria apoiado pela cúpula e que Padilha, se insistisse em ficar com a vaga para concorrer ao Senado, teria de disputá-la no voto. Na cerimônia de lançamento da coligação PMDB/PDT, o presidente do partido de Brizola, Romildo Bolzan Junior disse, em alto e bom som, que Rigotto era o candidato preferido de seu partido, para concorrer ao Senado.  No sábado passado, antes de Padilha convocar a coletiva para comunicar a sua decisão de não mais tentar concorrer ao Senado, Rigotto era anunciado com pompa e circunstância, num comício, na cidade de Santa Maria, como o escolhido pela coligação. Diante disso, não havia outra alternativa a Eliseu Padilha, se não a de desistir da ideia de disputar uma vaga à Câmara Alta da República. Se assim não agisse, poderia ser responsabilizado por “rachar” o PMDB.

Legenda

Alceu Moreira (PMDB),  o deputado estadual que vai tentar uma vaga para a Câmara Federal, não vê problemas caso Eliseu Padilha venha ser candidato à reeleição. Os dois atuam na mesma região. Ainda assim, Moreira acredita que o dano que “Padilha poderia me causar é infinitamente inferior aos benefícios que ele traz para a legenda. Ele deve contribuir com mais de 150 mil votos para a legenda. Eu, antes precisaria mais de 100 mil votos para me eleger, agora com 90 mil, eu me elejo”.

Vermelho

A camisa vermelha com que Lula apareceu, numa reunião do BRIC, semana que passou, em Brasília, não foi, como alguns pensam, doada pelo presidente da Venezuela, Hugo Chaves. É intriga da oposição. A camisa foi comprada por dona Marisa Letícia.

Meiguice

Eu teria as mesmas razões do ministro Celso Amorim para condecorar Arianne, minha mulher: Apoio moral e afetivo.  Foi assim que ele justificou a concessão da mais alta condecoração do Itamaraty para sua esposa, Ana Maria. Meigo. Muito meigo, o ministro.

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