Porto Alegre, segunda-feira, 16 de setembro de 2019.
PREVISÃO DO TEMPO
PORTO ALEGRE AMANHÃ
AGORA
20°C
18°C
13°C
previsão do tempo
COTAÇÃO DO DÓLAR
em R$ Compra Venda Variação
Comercial 4,0860 4,0880 0,68%
Turismo/SP 4,0100 4,2400 0,47%
Paralelo/SP 4,0200 4,2500 0,47%
mais indicadores
Página Inicial | Opinião | Economia | Política | Geral / Internacional | Esportes | Cadernos | Colunas
ASSINE  |  ANUNCIE  
» Corrigir
Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.
Nome:
Email:
Mensagem:
203755
Repita o código
neste campo
 
» Indique esta matéria
[FECHAR]
Para enviar essa página a um amigo(a), preencha os campos abaixo:
De:
Email:
Amigo:
Email:
Mensagem:
203755
Repita o código
neste campo
 
 
» Comente esta notícia
[FECHAR]  
  Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.  
  Nome:  
  Email:    
  Cidade:    
  Comentário:    
500 caracteres restantes
 
Autorizo a publicação deste comentário na edição impressa.
 
203755
Repita o código
neste campo
 
 
imprimir IMPRIMIR

Mercado Notícia da edição impressa de 30/03/2010

Aceleração da economia já traz preocupação aos economistas

Ritmo atual é perigoso para taxa de inflação, alerta Santander
Marco Quintana/Arquivo/JC
Uma alta mais forte dos juros será inevitável, segundo o economista do Santander.
Uma alta mais forte dos juros será inevitável, segundo o economista do Santander.

A aceleração do crescimento da economia brasileira já é motivo de preocupação, avalia o economista-chefe do banco Santander, Alexandre Schwartsman. Para ele, o Banco Central terá pela frente a tarefa de reduzir o ritmo da expansão via alta de juros. A avaliação do economista é que, nos últimos meses, a economia do País tem crescido a uma taxa anualizada de 7%, patamar perigoso para a taxa de inflação. Uma variação mais apropriada, segundo ele, seria 4,5%, para evitar aumentos de preços.

Em palestra no seminário Cenários da Economia Brasileira e Mundial em 2010 na sede da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), o economista destacou que o consumo doméstico e o Produto Interno Bruto (PIB) já voltaram a crescer na mesma velocidade de antes da crise. Segundo ele, a expansão é impulsionada pela continuidade do aumento da renda e a recuperação da concessão de crédito, com queda da inadimplência.

Uma alta mais forte dos juros, porém, será inevitável, segundo o economista do Santander. Ele acredita que o Conselho de Política Monetária (Copom) poderá definir um aumento na taxa básica de juros (Selic) superior a 0,5 ponto percentual já em abril. "Por enquanto acreditamos em uma alta de 0,5 ponto percentual. Mas a chance de ser um número maior é crescente, poderia chegar a 0,75 ponto porcentual". Schwartsman argumentou que a elevação dos juros vai responder a uma necessidade de reduzir o ritmo de crescimento do PIB. Ele disse esperar que a taxa Selic chegue a 12% ao final do ciclo de alta que será iniciado em abril, e possa estar no patamar de 11,75% em dezembro deste ano.

COMENTÁRIOS
Nenhum comentário encontrado.

imprimir IMPRIMIR