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Conexão Política Adão Oliveira
adaooliveira@hotmail.com

Conexão Política

Coluna publicada em 30/03/2010

Golpe baixo

Pasmem! A candidata do PT à presidência, Dilma Rousseff, vai aparecer no horário político gratuito da coligação PMDB-PDT, de José Fogaça e Pompeo de Mattos. De quebra, como estava previsto, também aparecerá no programa de Tarso Genro (PT).

Presidenciáveis vão ter mais espaço no horário gratuito graças à nova regra que permite, por exemplo, a aparição de Lula e Dilma Rousseff no programa estadual de partidos da aliança nacional, ainda que o PT não integre a coligação no Estado. É o caso do Rio Grande do Sul.

Essa mudança está sendo encarada pelos companheiros de Fogaça como uma “anomalia”. Já imaginaram? A Dilma no programa do Fogaça? O pessoal do PMDB vai ficar uma “arara” com tudo isso.

Lá no Interior, onde as divergências políticas são acentuadas, ninguém vai tolerar tamanha “barbaridade”. Aliás, quando o PDT exigiu, para fechar a coligação, que o PMDB erguesse um palanque para a candidata do PT, aqui no Estado, as bases partidárias mandaram um recado para José Fogaça através dos deputados estaduais: “Nem vem que não tem”.

Fogaça, que havia recebido a visita da “mãe do PAC”, recuou. Carlos Lupi, chefe-geral do PDT, também recuou. Curiosamente, a candidata do PT não insistiu com a ideia.

Agora, Dilma terá mais um palanque eletrônico no Rio Grande, além do programa de televisão do PT, de Tarso Genro.

Essa lei descabida - levando em conta as diferenças regionais - foi aprovada pelo Congresso em 2009. Antes, a presença de um político no horário gratuito estava restrita ao tempo de seu partido ou sua coligação. O que era correto.

Fica claro, com a alteração, que a norma tende a beneficiar o presidente e sua candidata. Para desencanto das oposições, em nível regional.

Justiça tributária

Ontem, pela manhã, a Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) e a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) reuniram importantes políticos para falar sobre o projeto Royalties Sim, Justiça Tributária Já. O Movimento Municipalista Gaúcho quer mobilizar prefeitos, visando a pressionar os senadores pela aprovação do projeto apresentado pela entidade. Lá estavam: os senadores Pedro Simon (PMDB) e Sérgio Zambiasi (PTB), os deputados federais Ibsen Pinheiro (PMDB) e Germano Bonow (DEM), o deputado estadual Alceu Moreira, do PMDB, e o prefeito José Fogaça (PMDB), entre outros.

Controle da imprensa

O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique da Silva Santos, defendeu ontem, durante a cerimônia de lançamento da segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), o “controle social” da imprensa. “É necessário democratizar os meios de comunicação. É preciso que haja um controle social dos meios de comunicação”, declarou o sindicalista. “A liberdade de imprensa não pode ser só liberdade privada de imprensa”, acrescentou. Santos disse que, há menos de dois anos, a imprensa e os oposicionistas qualificavam as ações do governo voltadas para o combate à crise como um “programa de aceleração da crise”.

Abril vermelho

Os assentados e acampados ligados ao Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) em Pernambuco se preparam para “radicalizar” no “abril vermelho” deste ano, que tem início no dia 17. “Vamos romper cercas, ocupar propriedades e montar acampamentos na área rural e fazer caminhadas e ocupar prédios públicos nas áreas urbanas”, antecipou o líder regional, Jaime Amorim. Pelo menos três razões levam à estratégia da radicalização, de acordo com Amorim: a primeira é o fato de o governo não ter realizado nenhuma desapropriação de terra ou assentamento de famílias em Pernambuco em 2009; em segundo lugar, por 2010 ser ano eleitoral, e, por fim, o término do “efeito desmobilizador” provocado inicialmente por benefícios sociais como o Bolsa Família.

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