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Segurança pública Notícia da edição impressa de 30/03/2010

Gasparetto anuncia contenção de gastos na PF

Corte no orçamento da União também deve atingir corporação

Maurício Macedo

Ana Paula Aprato/JC
Gasparetto garante que investigações não serão afetadas.
Gasparetto garante que investigações não serão afetadas.

O Departamento de Polícia Federal (DPF) comemorou 66 anos de fundação no domingo, dia 28 de março. A data festiva, porém, serviu para que a corporação entre em estado de alerta. Desta vez, o esforço de agentes e servidores não terá o foco apenas no combate ao crime, mas também no controle de gastos e na economia de recursos. "Estive reunido com a direção-geral em Brasília e a informação é de que vamos enfrentar dificuldades econômicas neste primeiro semestre", declarou ontem o superintendente da Polícia Federal (PF) no Estado, Ildo Gasparetto.

Reunido no auditório com diretores e funcionários, o delegado conduziu a cerimônia de lançamento da Carta de Serviços da Polícia Federal. Durante a solenidade em Porto Alegre, Gasparetto disse que o corte de R$ 20 bilhões no orçamento da União também deve afetar o DPF em todo o País. "Ainda não temos a confirmação das áreas que terão verbas cortadas, mas como a corporação integra o Ministério da Justiça, provavelmente estaremos no grupo", explica.

Sendo assim, a palavra-chave é economizar. "A gente aproveita uma reunião dessas para que todos comecem a pensar em diminuir gastos. Vamos ter que reduzir viagens a serviço, os custos com energia elétrica e telefone. Enfim, tudo que for possível para que, no final do ano, a gente não tenha que cortar serviços terceirizados que possam prejudicar o atendimento ao cidadão."

O superintendente afirma ainda que o combate ao crime não vai sofrer prejuízo. "O último lugar onde vamos cortar é nas investigações, nos inquéritos policiais e nas operações. Por isso, vamos tentar, a partir de agora, verificar onde podemos economizar em outros setores", comenta.

Gasparetto lembra que, em 2009, a PF praticamente não foi afetada pelo corte no orçamento da União. "Isso porque a polícia é quase autossuficiente, ou seja, arrecadamos muito do que gastamos. E se cortarmos nesta linha, vamos cortar a arrecadação também", avalia.

Com relação à Carta de Serviços, o delegado espera que a iniciativa sirva de exemplo para outros órgãos públicos. "Além do combate ao crime, a PF presta diversos serviços ao cidadão. O objetivo das cartilhas é desburocratizar, facilitando o acesso da população."

Ao todo, são cinco cartilhas com orientações básicas sobre o DPF e também sobre os procedimentos para imigração, antecedentes criminais, armas, segurança privada e produtos químicos. "Temos ainda um novo portal na internet (www.dpf.gov.br), onde se pode ver como as coisas funcionam e preencher dados para que, quando o cidadão chegar aqui, seja atendido o mais rápido possível. Deveria ser assim em todos os lugares", destaca Gasparetto.

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