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Artigo Notícia da edição impressa de 30/03/2010

Golpe ou contragolpe?

Lino Tavares   

assaram desde o dia em que um fato histórico de excepcional relevância dividiu a era republicana brasileira em duas etapas distintas. Uma assinalada por um período democrático, interrompido por 15 anos de ditadura propriamente dita, tendo, na figura carismática de Getúlio Dorneles Vargas, o ocupante supremo e absoluto do trono do poder. Outra marcada por 20 anos de um regime de exceção, classificado por muitos como ditadura militar e regime militar, mas que, por motivos óbvios, não se caracteriza nem como uma coisa, nem como outra. A tese se consubstancia na total ausência do elemento conotativo inerente aos vocábulos empregados para qualificar a fase de governo exercida por cidadãos, que eram militares, sim, mas não utilizavam como ferramenta de poder as normas e regulamentos  sobejamente conhecidos por aqueles que passaram pela experiência da caserna?

Por outro lado, há que se questionar que tipo de  ditadura era essa que se caracterizava pela alternância no poder e mantinha em pleno funcionamento os três Poderes da República, em um dos quais, o Legislativo, muitos dos antigos críticos do regime fizeram carreira política? É verdade que o período do governo revolucionário estendeu-se além do que estava inicialmente previsto. Mas a culpa foi dos próprios ativistas de extrema esquerda que, inconformados com a derrota que lhes fora imposta pelo contragolpe,  partiram para a luta armada, com o emprego de práticas terroristas patrocinadas pelo regime comunista do Leste Europeu, com a intermediação de Cuba, colocando em risco a ordem social e a segurança da população.

Jornalista

COMENTÁRIOS
Rudi - 30/03/2010 - 07h51
Chamar o golpe militar de revolucionário e muito bom e colocar a culpa em quem lutou contra a ditatura é sensacional.

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