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Palavra do Leitor Roberto Brenol Andrade
opiniao@jornaldocomercio.com.br

Palavra do Leitor

Coluna publicada em 24/09/2015

Crise

Atribuindo a causa de nossos problemas atuais para nossa "herança portuguesa", que está no passado e portanto não pode ser mudada, temos a desculpa perfeita para continuarmos na cômoda situação de nada fazer e nada mudar. Como Ricardo III de Shakespeare, temos uma explicação perfeitamente "lógica" e "racional" para nossos infortúnios e desgraças. Mas continuamos ansiando que o Estado nos sustente (via concurso público, via "pistolão", via Bolsa Não-Sei-O-Quê), e ficamos surpresos quando percebemos que o dinheiro acabou... Amamos nossos filhos e netos. Estamos sempre tentando protegê-los e evitar que tenham que enfrentar sequer os menores problemas. Mas a nossa insistência em não mudar e em adotar medidas que realmente melhorem a situação do Estado e do País, por mais desagradáveis que sejam, fará com que, no futuro, eles tenham que continuar a enfrentar os maiores problemas que (não) enfrentamos hoje... (Darlei Worm Jr., médico, Encantado/RS)

Crise II


A desorganização que o atual governo federal e seu antecessor, desde 2003, deixou o País sem entender que havia uma lufada de altos valores dos produtos - commodities - que o Brasil exportava está, agora, cobrando um preço alto. Maneira de dizer, pois as importações caíram e, junto com elas, os valores do que enviamos ao exterior. Mas não vamos nos desesperar, já passamos por outras crises, e os atuais mandatários não ficarão sempre no governo. (Mauro Carlos de Benevides, Taquara/RS)

Cais Mauá


Está equivocado o leitor José Pedro Dias, na coluna Palavra do Leitor do Jornal do Comércio de 23/09/2015, ao afirmar que o Cais Mauá está sem uso há pelo menos 25 anos. O Cais Mauá foi desativado há poucos anos por decreto do ex-governador Germano Rigotto (PMDB, 2003-2006). O Cais Mauá vinha exercendo satisfatoriamente suas atividades portuárias. A prova do alegado está eternizada numa placa de bronze fixada no pórtico do porto, para vergonha nossa. Borges de Medeiros, seu construtor, merece o nosso pungente desagravo. (Eduardo A. Rech, presidente do Sindicato dos Conferentes)

Nota da S&P

Estas agências de classificação de risco estrangeiras são uma piada. Inclusive elas têm uma ligação suspeita com os governos. Bom exemplo foi o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, ir se encontrar com elas para tentar impedir o rebaixamento do Brasil, uns meses atrás. Elas foram acusadas na crise de 2008 de não preverem o desastre iminente e ainda classificarem de maneira positiva bancos que depois quebraram na tal crise. O Brasil já deveria ter perdido o grau de investimento ainda no fim do ano passado, quando descumpriu a meta fiscal e estourou a crise da Petrobras. Portanto, nota zero para estas agências. (Rafael Alberti Cesa, Caxias do Sul/RS)

Na coluna Palavra do leitor, os textos devem ter, no máximo, 500 caracteres, podendo ser sintetizados. As cartas publicadas com assinatura nesta página são de responsabilidade dos autores e não traduzem a opinião do jornal. A sua divulgação, dentro da possibilidade do espaço disponível, obedece ao propósito de estimular o debate de interesse da sociedade e o de refletir as diversas tendências.
COMENTÁRIOS
Daniel - 24/09/2015 - 00h51
QUE DESLEIXO COM O PATRIMÔNIO HISTÓRICO-CULTURAL DE PORTO ALEGRE. O Cais Mauá já é praticamente um símbolo de Porto Alegre, presente nas antigas fotos da cidade. Se for para fazer uma revitalização, basta apenas pintar, consertar o que está estragado e deu. Essa palhaçada de construir torre, shopping, é uma grande bobeira por parte de que não dá a mínima para a cidade. Meus parabéns aos que estão se esforçando para evitar essa 'destruição' de um patrimônio histórico da nossa querida Porto Alegre


Henrique Wittler -
24/09/2015 - 09h17
O Sr. Eduardo Rech tem razão. Foi no Governo Rigoto (PMDB) que apareceu o Sr. Tutikian que até hoje vem manobrando governos (inclusive o de Yeda) no sentido da ocupação da Orla do Rio Guaíba por empreendedores. Somente o Governo Tarso Genro não quiz esta pessoa a seu lado e ele acabou no junto com Fortunati que abraçou a idéia de se doar aos "empreendores". Fort5unati ja foi processado pelo MPE por asswinar termo com a Construtora OAS livrando a mmesma de executar obras por lei tinha obrigação.

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