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energia 23/09/2015 - 16h40min

Ministério cogita queda de até 2% no consumo de energia em 2015

O consumo de energia no Brasil deve encolher entre 1,5% e 2% em 2015, na comparação com o ano passado, afirmou nesta quarta-feira o secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia (MME), Altino Ventura Filho. O pior cenário cogitado pelo secretário aponta para uma retração mais acentuada do que aquela estimada pela Empresa de Pesquisa Energética em julho passado. Na oportunidade, a EPE apontava para uma queda de 1,5%.

"Houve recuperação (recente) porque a temperatura aumentou, mas certamente teremos um 2015 abaixo do número de 2014. Projetamos uma redução de 1,5% a até 2%", afirmou Ventura, após participação no evento Latin American Utility Week.

O ritmo de retração do consumo de energia tem se acentuado nos últimos meses, reflexo do aumento do custo da energia e da retração da atividade econômica nacional. Em julho, o último dado mensal disponibilizado pela EPE, o consumo de energia no Sistema Interligado Nacional (SIN) havia encolhido 2,9% em relação a igual período do ano passado. A variação negativa é duas vezes maior do que a queda de 1,4% registrada no acumulado de janeiro a julho, em relação ao mesmo período do ano passado.

Desde o início deste ano, a EPE já anunciou duas revisões para baixo nas estimativas de consumo elétrico. A projeção inicial, feita ainda no final do ano passado, sugeria uma alta de 3,1% no consumo. O número foi revisado para uma alta de 0,1% ao final do primeiro quadrimestre deste ano. Mas, na segunda revisão quadrimestral, a percepção já foi revertida para uma queda, de 1,5%.

Em contrapartida à retração esperada para 2015, Ventura demonstra otimismo em relação aos números de 2016. Mas condiciona um eventual crescimento ao ritmo da economia brasileira. "Vamos esperar que a economia recupere alguma coisa e então teremos em 2016 um mercado um pouco maior do que em 2015. Isso é o natural. Mas é a economia que puxa a demanda", alerta.

Os números menos otimistas em relação à demanda, associada à expectativa de ampliação do parque gerador brasileiro, aumentam a segurança de abastecimento no sistema elétrico nacional. Durante palestra, Ventura destacou que, entre os anos de 2013 e 2014, a capacidade instada de energia cresceu 5,6%, contra uma expansão de apenas 2,6% na carga.

Para este ano, a expansão da capacidade está estimada em 5%. Já nos anos de 2016 e 2017, o MME projeta um adicional à capacidade de 9,6 GW em 2016 e 7,7 GW em 2017. A adição, segundo Ventura, também será mais relevante do que a expectativa de aumento da carga. Por isso, segundo o secretário, é possível afirmar que o Brasil "não enfrentará racionamento" pelo menos até 2017.

No longo prazo, salienta o MME, será fundamental o andamento de projetos como a usina de São Luiz do Tapajós, a ser leiloada possivelmente em 2016. O empreendimento, contudo, ainda enfrenta restrições do ponto de vista ambiental.

COMENTÁRIOS
Arnaldo Inácio do Carmo - 07/11/2015 - 04h15
A trajetória de ineficiência das turbinas hidráulicas no Brasil. As relações comerciais entre as autoridades públicas, empreendedores privados de produção de energia elétrica no Brasil e os grandes fabricantes de turbinas hidráulicas nacionais e internacionais, é de perfeita conivência, razão pela qual, leva esses fabricantes de turbinas nacionais e internacionais, a não investirem em novos e eficientes modelos de turbinas hidráulicas. Conheçam no link a seguir, uma das maiores causas dos nossos transtornos na produção de energia elétrica ( cavitação e erosão das nossas grandes e médias turbinas hidráulicas). A cavitação indisponibiliza nossas turbinas hidráulicas, e as erosões ( perfurações das pás das nossas turbinas ), reduzem em muito a produção de energia elétrica das nossas Usinas, e promove um grande desperdício de água, o que eleva em muito o custo da nossa produção. Dessa forma, culpamos os distúrbios climáticos, elevamos o preço da tarifa de energia elétrica, condenamos a população pelo desperdício de energia elétrica, e somos forçados a utilizarmos as Usinas termelétricas bem como, somos forçados a construirmos novas Usinas hidrelétricas na Amazônia, elevando nossos índices de poluição e causando enormes agressões ao meio Ambiente. http://oquevocefariasesoubesse.blogspot.com.br/2015/01/para-para-tudo-ja.html www.abcm.org.br/app/webroot/anais/conem/2000/OC8712.pdf É mais do que prudente, antes de nos decidirmos pela implantação de novas usinas hidrelétricas, que buscássemos repotenciar, modernizar e automatizar nossas usinas já construídas, propiciando-lhes maior ganho de potencia e/ou rendimento, disponibilizando energia elétrica nova como resultado deste ganho, vide link a seguir.: http://www.abce.org.br/downloads/Repotencia%C3%A7%C3%A3o(FAmb).pdf Linhas de transmissão sucateadas provocam a construção de novas hidrelétricas. 15/02/2011 por ismaelvbrack A transmissão de energia no Brasil está entre as mais ineficientes do mundo, devido ao enorme desperdício causado pela falta de manutenção e de novas tecnologias. Segundo Célio Bermann (Energia no Brasil: pra quê? Pra quem? ? Crises e alternativas para um país sustentável) essas perdas no Brasil eram, em 2001, da ordem de 15%, enquanto o padrão internacional de 6%. Caso o Brasil obtivesse esse padrão, o sistema elétrico teria um acréscimo de disponibilidade de 33 milhões de MWh, equivalente ao que produz, durante um ano, uma usina hidrelétrica de 6500 MW. https://sosriopelotas.wordpress.com/2011/02/15/linhas-de-transmissao-sucateadas-provocam-a-construcao-de-novas-hidreletricas/ O governo Federal, não tendo interesse em repotenciar nossas usinas hidrelétricas já pagas e amortizadas financeiramente, e visando obter recursos financeiros para reforço do caixa do tesouro nacional, iniciará a privatização dessas usinas no leilão que será realizado em 29/11/2015. Ao que tudo indica, logo mais todo o setor elétrico brasileiro, estará plenamente privatizado, para felicidade dos grandes capitalistas industriais e financeiros, Vide link a seguir.: http://www.mabnacional.org.br/noticia/governo-vai-privatizar-29-hidrel-tricas-estatais-para-pagar-juros

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