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TRIBUTOS Notícia da edição impressa de 23/09/2015

Entre governadores, Gerdau critica alta de impostos

ANTONIO PAZ/JC
Sem crescimento, não é possível atender a demandas sociais, diz Gerdau
Sem crescimento, não é possível atender a demandas sociais, diz Gerdau

O empresário Jorge Gerdau Johannpeter disse, em encontro com oito governadores ontem, que o País vive uma crise "ética, política, de credibilidade e jurídica" e criticou os planos de aumento de impostos do governo Dilma Rousseff. Ex-presidente da Câmara de Gestão da Presidência da República no primeiro mandato de Dilma, ele afirmou que o governo precisa fazer, prioritariamente, "ajustes de despesas" e melhorias na produtividade e na gestão da máquina pública.

"A carga tributária já está acima do que é possível. Temos um debate extremamente complexo: novamente, em vez de melhorar a nossa gestão, baixar os nossos custos e os gastos, eu poderia me estender horas, mas vou dar alguns exemplos, nós voltamos a uma repetição histórica, que é aumento de impostos", disse.

Sem se referir ao governo Dilma, disse que o setor público é "disfuncional" e que os governadores estão se tornando "gestores de folha de pagamento". O empresário afirmou ainda que, se o País não voltar a crescer, não haverá como "sair de conflitos" e da "crise social".

O evento com Gerdau foi promovido em São Paulo pelo Movimento Brasil Competitivo, liderado pelo empresário. As críticas ao governo federal também continuaram nas falas dos governadores durante debate com empresários. O tucano Geraldo Alckmin (SP) disse que um terço de todas as estatais criadas na história do País surgiu nos governos do PT e afirmou que não há como fazer um "ajuste sem ter um plano".

O pernambucano Paulo Câmara (PSB) falou que não vê um "poder de reação" diante da crise econômica e que 2015 está sendo um "ano de notícias ruins". Um representante do "Brasil Competitivo" sugeriu que os governadores se unam para fazer um plano com sugestões de "reforma do Estado", iniciativa que foi elogiada pelos governadores. Os governadores que compareceram ao encontro preferiram não se posicionar de maneira incisiva sobre a recriação da CPMF. O tucano Marconi Perillo (GO) disse que lutou contra o tributo quando foi senador, mas afirma que hoje a discussão cabe ao governo federal. Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) afirmou que a volta da CPMF não pode ser uma iniciativa "isolada" para o reequilíbrio fiscal. Alckmin disse que, antes de propor mais um imposto, o governo deve cortar gastos.

O empresário Jorge Gerdau disse que, embora seja favorável a uma política fiscal que dê prioridade aos cortes de gastos, acredita que a crise atual abre caminho para um aumento temporário de impostos. "Com já tivemos a perda do grau de investimento (pela Standard & Poor's), eu prefiro passar um ou dois anos pagando impostos a mais", em referência à proposta do governo de voltar com a CPMF.

"As manifestações mostraram que as principais demandas da sociedade são referentes a serviços públicos: saúde, educação, segurança, transporte e logística. Mas, sem crescimento econômico, não conseguiremos atender a essas demandas", afirmou, projetando o que o Brasil precisaria fazer para chegar a 2030 em um nível sustentável de desenvolvimento.

Ele acrescentou que o Brasil deveria retomar a meta de dobrar a renda per capita até 2030, tomando como referência o atual nível de renda per capita de Portugal. "Para isso, precisamos crescer a uma média anual de 4%", estimou. "No entanto, países que não investem mais de 20% do seu PIB não conseguem crescer mais de 2,%", disse, em uma crítica ao patamar brasileiro, que gira em torno de 18%.

COMENTÁRIOS
Armando - 23/09/2015 - 13h54
Como empresários como o Sr. Jorge Gerdau estão vendo a situação do país se atolando e em marcha acelerada para o comunismo e ainda participam ou, participaram até a pouco do governo do PT e não se posicionam? O que está a acontecer no país não afetará seus negócios? Suas empresas estarão a salvo? Não sabiam que ela veio para atender suas idéias "socialistas" do século passado?


OTACIR -
23/09/2015 - 18h34
Quer falar em demandas sociais, um uma empresa sonegadora de impostos.Ridículo isso.

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