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RELAÇÕES INTERNACIONAIS Notícia da edição impressa de 22/09/2015

Maduro e Santos tentam encerrar crise

Encontro no Equador buscou afinar relações entre os governos da Venezuela e da Colômbia
RODRIGO BUENDIA/AFP/JC
Correa (d) recepciona Maduro em Quito para discutir solução negociada
Correa (d) recepciona Maduro em Quito para discutir solução negociada

Os presidentes da Colômbia, Juan Manuel Santos, e da Venezuela, Nicolás Maduro, se reuniram ontem, em Quito, para tentar encerrar uma crise que começou há um mês, quando Caracas decidiu fechar passagens fronteiriças e expulsou 1.500 colombianos. Desde então, outros 15 mil colombianos deixaram a Venezuela, segundo números da Organização das Nações Unidas (ONU).

Uruguai e Equador, que ocupam, respectivamente, a presidência da União das Nações Sul-Americanas (Unasul) e da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), são os facilitadores do encontro entre Santos e Maduro, que ocorre após vários incidentes que pioraram a relação entre os vizinhos. Na semana passada, o Exército colombiano denunciou a entrada ilegal em seu território de 15 soldados venezuelanos que estavam perseguindo um suposto contrabandista. Dias antes, aviões venezuelanos teriam violado o espaço aéreo da Colômbia, durante sobrevoos negados por Caracas.

Atualmente, estão fechadas todas as passagens por terra e apenas alguns rios comunicam os 2.200 quilômetros da fronteira entre os países. Para a Colômbia, o encontro foi possível graças ao cumprimento das três condições impostas por Santos: a abertura de um corredor humanitário para estudantes que vivem de um lado e estudam do outro, a suspensão das deportações ilegais de colombianos e a permissão para que os expulsos possam retornar para retomar seus pertences abandonados às pressas.

Apesar disso, Santos escreveu no Twitter que chega ao encontro com Maduro "com as melhores intenções, mas sem grandes expectativas". Maduro diz que é preciso haver uma "nova fronteira" e culpa a direita por infiltrar paramilitares no país, enquanto Santos acusa o presidente venezuelano de "autodestruir a revolução".

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