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Repórter Brasília Edgar Lisboa
edgarlisboa@jornaldocomercio.com.br

Repórter Brasília

Coluna publicada em 21/09/2015

Brasil chinês

A Câmara dos Deputados aprovou a urgência na tramitação do projeto de lei que regula a compra de terras brasileiras por estrangeiros. Na opinião do deputado federal gaúcho José Stédile, do PSB, esse é o primeiro passo para um "Brasil chinês". "O que significa isso? Nós vamos ser, em pouco tempo, uma terra chinesa, talvez", disse o parlamentar. De acordo com ele, o Brasil só tem a perder, já que os estrangeiros seriam concorrentes e não trariam nada de bom. "Nós vamos vender as terras brasileiras a grupos estrangeiros, que vão trazer os seus trabalhadores, assim como a China fez na usina de Candiota, trouxe os próprios trabalhadores. Eles vão trazer para o Brasil os seus também. O que isso vai acrescentar ao Brasil? Só perda. Nem na época da ditadura acontecia isso." Pelo texto, poderão comprar terras brasileiras empresas de capital aberto.

Ao contrário dos outros

No meio da discussão sobre o impeachment, o deputado federal Henrique Fontana (PT) ironizou os que pedem a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). "Depois de governar o País, durante oito anos, o ex-presidente Lula não está sendo investigado pelo Supremo Tribunal Federal, como outros na Câmara estão sendo. Não foi julgado por nenhum crime." O líder do DEM, Mendonça Filho (PE), responsável pelas discussões, já respondeu em investigação no STF, mas o ministro Ricardo Lewandowski a arquivou.

Bolsa com imposto

O deputado João Derly (PCdoB) apresentou projeto de lei dando isenção no Imposto de Renda do dinheiro recebido do Bolsa Atleta. De acordo com ele, não foi previsto no programa o caráter de bolsa do benefício. "Mesmo uma bolsa da categoria estudantil, que hoje é de R$ 370,00 por mês, poderá sofrer tributação de até 27,5%, na hipótese (totalmente provável) de o responsável pelo esportista beneficiado colocá-lo como dependente em sua declaração de renda. Da bolsa de R$ 370,00, portanto, restará ao atleta somente R$ 268,25", explicou.

Pontos a mais

Motoristas profissionais poderão dirigir um pouco pior que os outros. Projeto de lei do deputado federal Pompeo de Mattos (PDT) quer aumentar a quantidade de pontos na carteira para ser motivo de suspensão de 20 para 30 para quem dirige profissionalmente. De acordo com Pompeo, já que esses motoristas, que manejam táxis, ônibus, caminhões, dirigem até 12 horas diárias, não é justo tratá-los como quem pega o carro para ir e voltar do trabalho. "É uma medida de justiça para os motoristas profissionais, que sofrem diuturnamente com a sanha arrecadatória dos diferentes governos, que têm, nas infrações de trânsito, uma importante e injusta fonte de receita", comentou o deputado.

Curta

O deputado Luis Carlos Heinze (PP) criticou a impossibilidade de se destinar recursos às Santas Casas sem uma certidão negativa de débitos. "Os parlamentares não conseguem utilizar recursos das emendas parlamentares, porque eles não têm, digamos, as certidões negativas."

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