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Palavra do Leitor Roberto Brenol Andrade
opiniao@jornaldocomercio.com.br

Palavra do Leitor

Coluna publicada em 18/09/2015

Impostos

E a conta sobrou para nós, simples mortais brasileiros. Iremos financiar o sagaz setor público brasileiro. O Executivo, o Judiciário e o Legislativo não produzem receitas, e sim despesas. Eles são necessários? Sem dúvida nenhuma. Mas no tamanho certo. Com salários justos e bem-distribuídos. Mas o corporativismo fala mais alto. Executivo inchado com cargos em comissão (CCs), estatais deficitárias e políticos despreparados para gerir a máquina pública. Nossos políticos só dependem dos brasileiros um dia a cada quatro anos. No dia da eleição. Depois entram num mundo à parte onde ditam as regras para que sejam cumpridas por nós. Regados a mordomias, diárias, salários altíssimos e um mar de assessores num cabide de empregos desenfreado. E o pobre Judiciário? De pobre não tem nada. É um dos mais caros e ineficiente do mundo. Nossas pobres empresas não vão mais conseguir financiar este Carnaval de malfeitos produzidos pelos nossos Três nobres Poderes. Irão falir e fechar suas portas. Seus produtos não são mais competitivos diante desta feroz carga tributária. (Júlio Willig, industriário, Porto Alegre)

Impostos II


Os nossos governos ou desgovernos gastam, desmesuradamente, o dinheiro público em inutilidades e, sempre que os cofres da união e ou dos estados ficam vazios, apelam para o aumento de tributos. Agora mesmo, o governo federal está propondo o aumento, entre outros, da CPMF, alegando que se trata de um tributo pequeno e justo, quando, na verdade, é um dos mais injustos e de grande repercussão. Quando o trabalhador recebe o seu salário, quase sempre na forma de depósito bancário, já pagou, sobre ele, o imposto de renda, a contribuição previdenciária, o imposto sindical e outros, e, quando vai sacá-lo, paga, novamente, sobre cada saque, a famigerada CPMF, que incide, em forma de cascata, a cada movimentação bancária. Isto é um absurdo! (Cláudio José Fonseca Ferreira)

Refugiados

O corpinho de uma criança de apenas três anos, vestidinha, caído na beira da praia, comoveu o mundo. Mas só agora, tarde demais, quando milhares morreram tentando fugir do inferno em que muitos países da África e do Oriente Médio se transformaram, depois que foram "libertados" pelas potências ocidentais, Estados Unidos à frente. Virou um horror só. (Paulo Ricardo de Campos, Porto Alegre)

Praças

As praças que a prefeitura tem revitalizado estão muito bonitas mesmo. Tenho passado por algumas e vejo muitas crianças e famílias aproveitando. É uma beleza só. Espero é que todos ajudem a cuidar dos recantos, sem depredações e pichações, que tornaram Porto Alegre uma das cidades mais feias, neste aspecto ruim, do Brasil. Afinal, a cidade é de todos nós e devemos cuidar bem dela. (Graziela Bernardes, Porto Alegre)

Na coluna Palavra do leitor, os textos devem ter, no máximo, 500 caracteres, podendo ser sintetizados. As cartas publicadas com assinatura nesta página são de responsabilidade dos autores e não traduzem a opinião do jornal. A sua divulgação, dentro da possibilidade do espaço disponível, obedece ao propósito de estimular o debate de interesse da sociedade e o de refletir as diversas tendências.
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