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Inovação Notícia da edição impressa de 14/09/2015

Relé fotocontrolador da Exatron tem chip nacional

Produto foi desenvolvido em parceria entre empresas e universidades

Patricia Knebel

EXATRON/DIVULGAÇÃO/JC
Foco principal do microcontrolador é o setor de iluminação pública
Foco principal do microcontrolador é o setor de iluminação pública

Depois de quatro anos de pesquisa e desenvolvimento, a gaúcha Exatron se prepara para lançar no mercado o primeiro relé fotocontrolador com chip brasileiro. Esse tipo de dispositivo faz a leitura da luminosidade de uma determinada rua e, ao detectar que está baixa, liga a luz automaticamente.

O microcontrolador ZR-16S08 foi projetado em parceria com a Santa Maria Design House, vinculada à Universidade Federal de Santa Maria, e a Chipus Microeletrônica, de Santa Catarina. Foram investidos R$ 2,6 milhões, e cerca de 60 pessoas trabalharam no desenho do microcontrolador, financiado pelo Sistema Brasileiro de Tecnologia (Sibratec). "O lançamento comercial deste microcontrolador mostra que, com fomento e mentes criativas, é possível posicionar o Brasil como desenvolvedor de tecnologia em microeletrônica", comenta o diretor da Exatron, Régis Haubert.

O foco principal do produto é a utilização para a iluminação pública. Por isso, a empresa está preparando um lote de cerca de 500 unidades para começarem a ser instalados em postes de iluminação de algumas cidades, como parte do projeto-piloto. Além de fazer a leitura da luminosidade, o relé também identifica se a carga está adequada e deve fazer a proteção para não queimar em função da incidentes externos, como um raio, por exemplo.

Mas não é só isso. Apesar de ter como foco principal o segmento de iluminação, um dos diferenciais do produto é que foi projetado com funcionalidades adicionais às existentes nos concorrentes. Isso inclui, por exemplo, um detector touch - um hardware que detecta o toque do dedo do usuário em um metal ou pedaço de plástico, o que é importante para projetar produtos que não têm teclas.

Além disso, o microcontrolador possui uma fonte interna e a possibilidade de acoplar diferentes carga, o que dá maior flexibilidade. "Mostramos que o Brasil tem capacidade de projetar um microcontrolador com funcionalidades similares e com a mesma qualidade de produtos que estão sendo feitos no exterior", relata o diretor de PD&I da empresa, Jorge Demoliner.

O microcontrolador é capaz de fazer conversões de sinal e de ler temperatura e umidade, por exemplo. Este tipo de produto é, por definição, mais completo que o microprocessador, que não tem capacidade de realizar funções externas. Nos produtos da Exatron, os microcontroladores importados já são utilizados na tecnologia touch, sensores de presença, temporizadores e relés fotocontroladores para iluminação pública.

O coordenador da Santa Maria Design House, João Baptista dos Santos Martins, destaca que a novidade representa, especialmente, uma economia para os cofres públicos nacionais. "Trata-se de algo inédito, porque importamos praticamente tudo em termos de componentes semicondutores, e isso representa alguns bilhões de dólares por ano que mandamos para o exterior, sem contar o domínio tecnológico que deixamos de adquirir", comemora Martins.

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